Categoria: Rondônia

  • PRODUÇÃO AUDIOVISUAL DE RONDÔNIA: inscrições para 19ª edição do Cinemamazônia seguem abertas até 20 de junho

    PRODUÇÃO AUDIOVISUAL DE RONDÔNIA: inscrições para 19ª edição do Cinemamazônia seguem abertas até 20 de junho

    Estão abertas até o dia 20 de junho as inscrições para a 19ª edição do Cinemamazônia, considerado o festival de cinema mais antigo em atividade da Região Norte. Com apoio do governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), o evento terá uma edição especial voltada à produção audiovisual rondoniense, fortalecendo a visibilidade de obras e realizadores do estado.

    Criado em 2003, o Cinemamazônia consolidou-se como uma das principais vitrines do audiovisual amazônico, reunindo produções de diferentes regiões do país e promovendo o intercâmbio cultural entre cineastas, produtores e o público. Nesta edição, o festival destaca o crescimento do setor audiovisual em Rondônia, impulsionado pelos investimentos realizados por meio das políticas públicas de fomento à cultura, como a Lei Paulo Gustavo e a Política Nacional Aldir Blanc.

    INSCRIÇÕES 

    As inscrições podem ser realizadas por meio do site oficial do festival, disponível em Cinemamazônia – Inscrições 19ª Edição, e contemplam diferentes categorias, como documentário, ficção, experimental, videoclipe e videodança. A proposta é reunir múltiplos olhares e linguagens, fortalecendo a difusão da cultura cinematográfica produzida em Rondônia

    Além das mostras competitivas, o festival também investe na formação de público. Entre os dias 3 e 7 de agosto, serão realizadas exibições gratuitas em escolas públicas dos municípios de Porto Velho, Candeias do Jamari e Itapuã do Oeste. A ação tem como objetivo aproximar crianças e adolescentes da linguagem audiovisual, contribuindo para o desenvolvimento do pensamento crítico e para a ampliação do acesso à cultura.

    Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o estado vive um momento importante para a produção cultural. “Os investimentos em fomento têm possibilitado que artistas, produtores e realizadores ampliem sua atuação, levando as histórias, os talentos e a identidade cultural do nosso estado para novos espaços de exibição e reconhecimento”, destacou.

    O secretário da Sejucel, Paulo Higo, ressaltou que o apoio ao festival integra as ações do governo de Rondônia voltadas ao fortalecimento da cadeia produtiva da cultura. “O audiovisual é um dos segmentos que mais crescem em Rondônia. Eventos como o Cinemamazônia são fundamentais para incentivar novos realizadores, ampliar oportunidades de difusão das obras produzidas no estado e fortalecer a economia criativa, gerando desenvolvimento cultural e econômico para a população”, enfatizou.

    DIVERSIDADE DE NARRATIVAS 

    Os organizadores reforçam o convite para que cineastas rondonienses inscrevam suas produções e participem da programação. A expectativa é reunir obras que evidenciem a diversidade de narrativas, olhares e talentos que vêm consolidando Rondônia como um importante polo emergente do audiovisual brasileiro.

    Fonte: Governo do Estado de Rondônia.

  • Estudantes participam de Canvas de Políticas Públicas sobre democracia e transformação digital em Porto Velho

    Estudantes participam de Canvas de Políticas Públicas sobre democracia e transformação digital em Porto Velho

    Estudantes participam de Canvas de Políticas Públicas sobre democracia e transformação digital em Porto Velho
    Rede Amazônica.
    O Canvas de Políticas Públicas, que integra a programação do projeto Amazônia Que Eu Quero, da Fundação Rede Amazônica, foi realizado nesta segunda-feira (15) com estudantes da Escola Major Guapindaia, em Porto Velho. A atividade reuniu jovens para discutir temas relacionados à democracia, tecnologia e participação cidadã no ambiente digital.

    A iniciativa antecede o debate “Democracia na Era Digital – A Consolidação das Instituições Democráticas no Ambiente de Transformação Digital”, que será promovido pelo projeto Amazônia Que Eu Quero nesta terça-feira (16), na capital rondoniense.
    Durante o encontro, realizado na Escola Major Guapindaia, os estudantes participaram de uma dinâmica baseada na metodologia do Canvas de Políticas Públicas, ferramenta que estimula a construção coletiva de soluções para desafios enfrentados pela sociedade. A atividade incentivou os jovens a refletirem sobre o papel da tecnologia na democracia, os impactos da transformação digital e a importância da participação cidadã.
    “Estamos desenvolvendo mais um Canvas de Políticas Públicas, que é um espaço de reflexão para esses jovens. Hoje trabalhamos um tema extremamente atual, que convida os estudantes a pensar sobre democracia, tecnologia e participação cidadã. A partir dessas discussões, começamos a aguçar o olhar crítico e a buscar soluções para os desafios da nossa Amazônia”, destacou Denis Carvalho, especialista de projetos da Fundação Rede Amazônica.
    Ao longo da atividade, os alunos da Escola Major Guapindaia discutiram temas como combate à desinformação, responsabilidade no uso das plataformas digitais, cidadania digital e fortalecimento das instituições democráticas. As propostas elaboradas durante o encontro irão contribuir para a construção do Caderno de Soluções do Amazônia Que Eu Quero, documento que reúne sugestões da população para o desenvolvimento da região.

    Com o tema “Democracia na Era Digital – A Consolidação das Instituições Democráticas no Ambiente de Transformação Digital”, o projeto Amazônia Que Eu Quero, iniciativa do Grupo Rede Amazônica desenvolvida pela Fundação Rede Amazônica, promove um debate sobre democracia, tecnologia e eleições.
    O encontro acontece nesta terça-feira (16), a partir das 16h, no Auditório do Complexo da Estrada de Ferro, localizado na Avenida Farquar, no Centro de Porto Velho. As inscrições são gratuitas e o evento também contará com transmissão ao vivo pelo g1.

    O debate vai abordar a responsabilidade compartilhada entre instituições, plataformas digitais e usuários na construção de ambientes virtuais mais seguros e confiáveis. Também será discutida a importância de desenvolver mecanismos capazes de proteger a democracia diante dos desafios da era digital.
    A mediação será da jornalista Ana Paula Galvão, da Rede Amazônica.

    Participam do encontro o cientista político João Paulo Saraiva Leão Viana; o procurador regional eleitoral Leonardo Trevizani Caberlon; e o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), Raduan Miguel Filho.
    Além do debate, o público poderá visitar uma exposição sobre o processo eleitoral e acompanhar uma apresentação do grupo musical Minhas Raízes.
    As ideias e propostas apresentadas durante o evento vão contribuir para a construção do Caderno de Soluções do Amazônia Que Eu Quero. O projeto promove encontros que reúnem especialistas, lideranças e a população para discutir caminhos e soluções voltados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

    Sobre o Amazônia Que Eu Quero
    Criado em 2019, o Amazônia Que Eu Quero é uma iniciativa da Fundação Rede Amazônica e do Grupo Rede Amazônica que promove a educação política por meio do diálogo entre especialistas, instituições, gestores públicos e sociedade civil. O projeto busca construir propostas para enfrentar os principais desafios da Amazônia, incentivando a participação cidadã e o desenvolvimento sustentável da região.

    Fonte: g1 RO

  • Operação Energia Segura intensifica fiscalização em fios e cabos elétricos em Rondônia

    Operação Energia Segura intensifica fiscalização em fios e cabos elétricos em Rondônia

     

    A operação aconteceu em Porto Velho, Ariquemes, Cacoal, Ji-Paraná, Pimenta Bueno e Vilhena

    Com o objetivo de garantir a segurança do consumidor e coibir a comercialização de itens irregulares, o governo de Rondônia, por meio do Instituto de Pesos e Medidas de Rondônia (Ipem-RO), órgão delegado do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) realizou uma operação especial de fiscalização de produtos elétricos em todo o estado.

    A ação ocorreu de 4 a 29 de maio de 2026, abrangendo a capital Porto Velho e os municípios de Vilhena, Pimenta Bueno, Cacoal, Ji-Paraná e Ariquemes onde equipes técnicas inspecionaram inúmeros produtos, verificando conformidade com as normas de segurança estabelecidas. A operação faz parte de uma mobilização nacional voltada à prevenção de acidentes domésticos causados por falhas elétricas.

    Durante a operação, foram intensificadas as fiscalizações em estabelecimentos comerciais, com apreensão de itens irregulares e orientações aos comerciantes. A expectativa é reduzir riscos à população e fortalecer a cultura de consumo consciente e seguro em Rondônia.

    Para especialistas da área, a fiscalização é fundamental para evitar acidentes graves, como curtos-circuitos e incêndios provocados por produtos fora dos padrões, levando em consideração que muitos itens irregulares apresentam falhas de fabricação que não são perceptíveis ao consumidor no momento da compra, o que reforça a importância da atuação dos órgãos reguladores.

    A operação segue diretrizes nacionais e está alinhada às ações realizadas em todo o país, como a Operação Energia Segura, coordenada pelo Inmetro. Em Rondônia, o trabalho é executado pelo Ipem-RO, que atua diretamente na verificação de produtos e na orientação da população.

    Segundo o presidente do Ipem-RO, Marcelo Silva dos Santos, a fiscalização contínua é essencial para garantir a confiança do consumidor e a regularidade do mercado. “O objetivo é assegurar que os produtos comercializados atendam aos requisitos de segurança, protegendo vidas e impulsionando o comércio responsável,” ressaltou.

    Participaram da operação equipes técnicas do Ipem-RO, com apoio de órgãos parceiros, como: a Delegacia Especializada em Crimes contra o Consumidor (Decon) da Polícia Civil do Estado de Rondônia (PCRO) reforçando a integração entre instituições públicas na promoção da segurança e qualidade dos produtos ofertados à população.

    Fonte: Governo do Estado de Rondônia.

  • Justiça obriga fazenda a custear tratamento de adolescente ferido em trabalho proibido em RO

    Justiça obriga fazenda a custear tratamento de adolescente ferido em trabalho proibido em RO

    Um adolescente de 15 anos que trabalhava em uma fazenda no interior de Rondônia, teve garantido pela Justiça do Trabalho o acesso a tratamento médico completo após sofrer um acidente e desenvolver uma infecção grave no osso da perna. A decisão também anulou o pedido de demissão do pai, que precisou deixar o emprego para acompanhar o filho durante a internação.
    Pai e filho atuavam na mesma propriedade rural quando o adolescente, apesar da idade, exercia atividades com gado, funções consideradas perigosas e proibidas para menores de 18 anos.

    Durante o trabalho, o jovem sofreu uma fratura na perna após um acidente. O quadro se agravou e evoluiu para osteomielite crônica, uma infecção óssea grave que exige tratamento prolongado e pode deixar sequelas permanentes, incluindo risco de amputação.

    Em primeira instância, a 1ª Vara do Trabalho de Porto Velho reconheceu a ocorrência de trabalho infantil e determinou o registro do vínculo empregatício, garantindo direitos trabalhistas e previdenciários.
    A Justiça também responsabilizou o empregador pelo acidente, obrigando a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) e o custeio do tratamento. O pedido para anular a demissão do pai havia sido negado nessa fase.

    O caso chegou ao Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (TRT-14) após recurso. O Ministério Público do Trabalho em Rondônia e Acre (MPT-RO/AC) atuou no processo e pediu medidas urgentes para garantir a continuidade do tratamento, diante do agravamento do estado de saúde do adolescente e da necessidade de cirurgia.

    Sem acordo entre as partes, o tribunal determinou que o empregador arque integralmente com o tratamento em hospital particular de Porto Velho, incluindo internações, exames, cirurgias, medicamentos e demais procedimentos necessários.

    A decisão também confirmou o registro do contrato de trabalho na carteira profissional e a emissão da CAT, o que assegura o acesso a benefícios previdenciários.
    Em outra frente, a 2ª Turma do TRT-14 acolheu o pedido do MPT e anulou o pedido de demissão do pai. Os desembargadores entenderam que ele tomou a decisão em contexto de forte abalo emocional e necessidade urgente, sem condições reais de exercer sua vontade livremente.
    O recurso da empresa foi rejeitado por irregularidade no pagamento das custas processuais, o que manteve as decisões favoráveis aos trabalhadores.

    O MPT-RO/AC destaca que atividades como manejo de gado, ordenha e condução de rebanhos são proibidas para menores de 18 anos por integrarem a lista das piores formas de trabalho infantil prevista na legislação brasileira.

    Fonte: g1 RO

    Imagem Ilustrativa

  • Algodão-doce da Amazônia: Conheça a origem do ingá-açu e seus benefícios para a saúde

    Algodão-doce da Amazônia: Conheça a origem do ingá-açu e seus benefícios para a saúde

    Ingá-açu: fruta amazônica que lembra algodão-doce chama atenção nas redes sociais.
    Com sabor adocicado e polpa branca que lembra algodão-doce, o ingá-açu, fruta típica da Amazônia, tem chamado a atenção não só pelo gosto, mas também pelo tamanho das vagens, que podem ultrapassar 30 centímetros. Encontrado em Rondônia e em outros estados do Norte, o fruto voltou a despertar a curiosidade após um vídeo do biólogo Flávio Terassini chamar atenção nas redes sociais.

    Segundo a doutora em Botânica e professora da Universidade Federal de Rondônia (Unir), Osvanda Silva de Moura, o ingá-açu é uma árvore frutífera nativa da Amazônia e pertence à família das leguminosas, a mesma do feijão e da ervilha.
    “O ingá-açu é uma árvore típica da floresta amazônica e ocorre naturalmente em áreas próximas a rios, lagos e regiões de várzea. Seus frutos se destacam pelo formato em vagem e pela polpa branca, carnuda e muito adocicada que envolve as sementes”, explica.

    O nome também tem origem nas características da fruta. De acordo com a pesquisadora, “ingá” vem do tupi e significa “semente ensopada” ou “embebida”, em referência à polpa que envolve as sementes. Já “açu” quer dizer grande.
    “O nome faz referência justamente ao tamanho dos frutos, maiores do que os de outras espécies de ingá”, afirma.

    A espécie, de nome científico Inga cinnamomea, ocorre em estados da Amazônia Legal, como Amazonas, Pará, Acre, Rondônia e Amapá. Também está presente em países vizinhos, como Peru, Colômbia, Equador e Bolívia.
    Segundo a pesquisadora, a árvore se adapta facilmente a ambientes úmidos e é comum em matas ciliares, florestas de inundação e áreas de várzea.

    “É uma espécie muito associada à água e consegue se desenvolver bem em solos sujeitos a alagamentos periódicos”, destaca.
    Fruto pode chegar a 30 centímetros
    Uma das principais características do ingá-açu é o tamanho das vagens, que têm formato cilíndrico, casca firme e podem medir entre 20 e 30 centímetros de comprimento. Ao abrir o fruto, é possível observar compartimentos internos com sementes envolvidas por uma polpa branca e suculenta.

    “O sabor é bastante doce e agradável. Por isso, muitas pessoas o conhecem como algodão-doce da Amazônia”, diz.
    A árvore também se destaca pelo porte. Na natureza, pode atingir até 40 metros de altura, embora, em quintais e pomares domésticos, geralmente seja menor.
    Apesar dos nomes semelhantes, o ingá-açu não é a mesma espécie do ingá-cipó, também conhecido como ingá-de-metro.
    “Muitas pessoas confundem as duas espécies. O ingá-cipó tem frutos mais finos e compridos, que podem ultrapassar um metro de comprimento. Já o ingá-açu tem vagens mais grossas e robustas”, explica Osvanda.

    De acordo com a pesquisadora, existem cerca de 300 espécies de ingá conhecidas, sendo aproximadamente 180 registradas na Amazônia.
    A floração do ingá-açu ocorre, principalmente, entre outubro e janeiro, período marcado por altas temperaturas e início das chuvas. Já a maturação dos frutos acontece entre março e maio, quando ocorre a principal época de colheita.
    “As condições climáticas influenciam diretamente na produção. Secas severas, ondas de calor e baixa umidade podem comprometer o desenvolvimento da planta e afetar a qualidade da polpa”, afirma.

    Entre as curiosidades, a pesquisadora destaca a capacidade da árvore de enriquecer o solo. Outra característica importante está nas sementes.
    “Por ser uma leguminosa, o ingá-açu consegue fixar nitrogênio, funcionando como fertilizante natural. Elas perdem rapidamente a capacidade de germinação quando secam. Por isso, precisam ser plantadas logo após serem retiradas do fruto”, explica.

    Benefícios para a saúde
    Além do sabor, o ingá-açu possui valor nutricional. A fruta contém vitamina C, vitaminas do complexo B e vitamina A, além de minerais como cálcio, ferro, magnésio e manganês.
    A polpa também é rica em fibras e compostos antioxidantes, como flavonoides.
    “A vitamina C auxilia no fortalecimento do sistema imunológico, enquanto as fibras contribuem para o funcionamento do sistema digestivo e ajudam no controle da absorção de açúcar no sangue”, explica.

    Apesar de ser amplamente consumido por comunidades amazônicas, a pesquisadora ressalta que a composição química da espécie ainda é pouco estudada, o que abre espaço para novas pesquisas sobre o potencial nutricional e medicinal da fruta.
    Inga cinnamomea ou Ingá-Açu

    Fonte: g1 RO

  • MPF processa responsáveis por desastre que deixou 100 famílias isoladas em RO

    MPF processa responsáveis por desastre que deixou 100 famílias isoladas em RO

    O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação na Justiça para responsabilizar os envolvidos por um desastre ambiental que deixou cerca de 100 famílias isoladas e causou danos à vegetação, rios e igarapés da região. O caso ocorreu em março de 2019, em Oriente Novo, distrito de Machadinho d’Oeste (RO).

    A ação pede a recuperação total da área degradada e a indenização pelos prejuízos ambientais e sociais.
    Na época do desastre, a lama atingiu cerca de 114,57 hectares, destruiu vegetação nativa, contaminou cursos d’água, matou peixes, piorou a qualidade da água e destruiu pontes usadas pelos moradores.

    Entre os réus estão a empresa Metalmig Mineração, a Cooperativa dos Garimpeiros do Estado de Rondônia (Cooger), quatro proprietários rurais, além da Agência Nacional de Mineração (ANM) e o governo de Rondônia.
    A investigação começou logo após o desastre, por meio de inquérito civil. De acordo com o MPF, o problema ocorreu após o colapso de estruturas como aterros, diques e barramentos usados na atividade de mineração, que cederam após fortes chuvas na região.
    Os laudos indicam que não houve rompimento de barragem de rejeitos, mas que o colapso dessas estruturas provocou uma grande enxurrada de lama e sedimentos. O MPF aponta que a fragilidade das instalações e a atividade minerária podem ter agravado os impactos.

    O órgão também afirma que o estado de Rondônia e a Agência Nacional de Mineração (ANM) devem ser responsabilizados por possível falha na fiscalização, o que pode ter contribuído para a dimensão dos danos.
    Na ação, o MPF pede que a área seja recuperada por meio de um Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), além da condenação dos responsáveis ao pagamento de indenizações pelos danos ambientais, pelo período em que a área permanecer degradada e por dano moral coletivo.

    Fonte: g1 RO

  • Barbeiros criam cortes de cabelo inspirados na Copa do Mundo em Porto Velho

    Barbeiros criam cortes de cabelo inspirados na Copa do Mundo em Porto Velho

    Barbeiros de Porto Velho têm apostado em cortes de cabelo inspirados na Copa do Mundo para entrar no clima da competição e atrair clientes. Com as cores da Seleção Brasileira verde, amarelo e azul, eles transformam o visual dos torcedores em uma espécie de “arte na cabeça”.

    A ideia ganhou força no Centro da capital, onde trechos das avenidas Sete de Setembro e Farquar receberam pinturas temáticas da Copa. Foi nesse cenário que os barbeiros Henrique Adriano e Felipe José decidiram levar os cortes para as ruas.
    Com tinta, descoloração e criatividade, eles montam verdadeiras intervenções nos cabelos de clientes que querem torcer pelo Brasil de forma diferente.
    Barbeiro há 10 anos, Henrique conta que a ideia surgiu após o grupo conhecer a decoração instalada na região central da cidade.
    “A gente já estava atrás de um modelo para fazer essa arte na cabeça dos clientes por causa da Copa. Quando vimos a decoração da Farquar, surgiu a ideia de vir para cá. A arte que está no chão combina com a arte que a gente faz no cabelo”, explicou.
    Segundo ele, nesta época do ano aumenta a procura por descolorações, e os desenhos temáticos viram uma forma de aproveitar o clima de Copa e a empolgação com a Seleção Brasileira.

    Quem viveu as Copas do Mundo dos anos 1990 e 2000 provavelmente guarda na memória as ruas enfeitadas, bandeiras nas casas e a vizinhança inteira entrando no clima antes mesmo da bola rolar. Em Porto Velho, esse cenário começa a reaparecer e já inspira até mudanças no visual dos torcedores.
    Entre os clientes que toparam a transformação está Rafael Teles de França, que decidiu mudar o visual para torcer pelo Brasil.
    “Ainda mais para quem gosta de futebol, isso reúne pessoas de todas as idades. É um negócio que envolve todo mundo. O hexa eu quero que venha e acredito que venha”, afirmou.

    Veja as fotos:


    Fonte: g1 RO
    Foto: João Alves