Categoria: Rondônia

  • Candirus devoram carcaça de jacaré no rio Madeira, em RO

    Candirus devoram carcaça de jacaré no rio Madeira, em RO

    Um pescador registrou o momento em que um cardume de candirus devorava a carcaça de um jacaré no rio Madeira, em Porto Velho. O flagrante aconteceu no início de julho, durante uma navegação próxima à Ponte Rondon-Roosevelt.
    No vídeo, é possível ver os peixes consumindo o animal de dentro para fora. As imagens foram gravadas por Airton Viana e publicadas nas redes sociais, onde já somam mais de 68 mil visualizações (assista acima). Segundo ele, estava produzindo conteúdo a pedido dos seguidores para mostrar os candirus quando se deparou com a cena.
    🔎 Existem várias espécies de candiru. O peixe que aparece no vídeo é o candiru-açu, uma espécie carniceira que se alimenta de carne. Ele é diferente dos candirus hematófagos, que se alimentam de sangue e ficaram “famosos” por supostamente entrar na uretra de humanos

    De acordo com o biólogo Flavio Terassini, ouvido pelo g1, esse comportamento é comum nas águas do rio Madeira. Segundo o especialista, os candirus desempenham um papel importante na limpeza de resíduos orgânicos do rio.
    “O peixe candiru é muito abundante e comum nos rios aqui da Amazônia, principalmente o Rio Madeira. Esse peixe é como se fosse o urubu dos rios. É um peixe carnívoro, carniceiro, que se alimenta principalmente de carne e matéria em decomposição, animais mortos”, explica o especialista.
    Terassini afirma que uma das maiores curiosidades envolvendo o candiru-açu é o medo de ataques a humanos. No entanto, segundo ele, o comportamento da espécie é diferente do que muitas histórias populares fazem acreditar.
    “Tem pessoas que tomam banho no Rio Madeira e dificilmente ele ataca. Então o ser vivo que está no rio dificilmente vai sofrer o ataque dele. Agora, depois que a pessoa morre, ou o animal morre, aí sim eles vão atacar”, esclarece o biólogo.

    O que é o candiru-açu?
    O g1 conversou com o pesquisador e especialista em diversidade e biogeografia de peixes de água doce, Fernando Dagosta, que explicou as características da espécie. Segundo ele, o candiru-açu é um tipo de bagre carniceiro, diferente do candiru hematófago, considerado os “verdadeiros”.
    “O candiru-açu tem dentes bem desenvolvidos, usados para cortar e arrancar pedaços de carne”, afirmou.
    O peixe vive principalmente em rios de águas escuras, como o Madeira e seus afluentes. De acordo com o especialista, a espécie forma grandes cardumes e tem o olfato altamente desenvolvido, o que facilita localizar alimento mesmo em ambientes com pouca visibilidade.
    “Eles se orientam muito mais pelo cheiro do que pela visão. Por isso conseguem encontrar rapidamente animais mortos ou em decomposição”, explicou.
    Embora as piranhas sejam frequentemente associadas à remoção de partes de corpos em rios amazônicos, o especialista afirma que, em muitos casos, o candiru-açu está entre os primeiros a chegar.

    Fonte: g1 RO

  • Cremero abre processo para investigar três médicos por fazerem laqueadura sem autorização em paciente de RO

    Cremero abre processo para investigar três médicos por fazerem laqueadura sem autorização em paciente de RO

    O Conselho Regional de Medicina de Rondônia (Cremero) abriu um processo ético-profissional para investigar a conduta de três médicos após a denúncia de uma mulher que afirma ter sido submetida a uma laqueadura sem autorização durante um parto na Maternidade Municipal de Ji-Paraná (RO). O caso aconteceu em 2021.
    🔍 Segundo o casal, a laqueadura foi realizada durante uma cesariana sem o consentimento deles. Eles também afirmam que o médico responsável disse que faria o procedimento mesmo sem autorização. Um dos profissionais citados, o médico Eliedson Vicente de Almeida, foi condenado pela Justiça em 2025.

    Após analisar a denúncia, os documentos apresentados e as explicações dos envolvidos, a conselheira Andrea Barbieri de Barros concluiu que há indícios suficientes para investigar a conduta de três médicos:
    Eliedson Vicente de Almeida;
    Jozelida Bitencour Miranda da Silva;
    Geraldo Carvalho de Alencar.
    ➡️ A abertura do processo não significa que os médicos foram considerados culpados. Nesta fase, o Cremero entendeu apenas que há elementos suficientes para aprofundar a investigação e verificar se houve infração ao Código de Ética Médica.
    Em documento enviado ao conselho, a médica Jozelida Bitencour Miranda da Silva informou que participou da cirurgia como auxiliar. Segundo ela, a paciente tinha 42 anos e apresentava um quadro grave de pré-eclâmpsia, o que levou o obstetra responsável a optar pela laqueadura durante a cesariana.
    Já o médico Eliedson Vicente de Almeida afirmou que a paciente chegou ao hospital com pressão arterial muito alta e que o caso exigia uma cesariana de urgência. Sobre a laqueadura, ele alegou que a decisão foi tomada durante a cirurgia em razão do estado de saúde da paciente, da idade dela e dos riscos de uma futura gravidez. Segundo o médico, a paciente concordou verbalmente com o procedimento, mas não assinou a autorização por causa da urgência do caso.
    No caso de Geraldo Carvalho de Alencar, o relatório do Cremero apontou uma possível falha no preenchimento do prontuário médico, por falta de informações sobre as queixas da paciente, o exame físico realizado e a conduta adotada.

    O que diz o casal
    A abertura do processo pelo Cremero foi recebida pelo casal como mais um passo na busca pela responsabilização dos envolvidos. Ao g1, o pai da criança, Fabio Rodrigues dos Santos, disse esperar que os profissionais sejam punidos caso as irregularidades sejam confirmadas.
    “A gente descobriu agora que além dele vão mais três médicos. Essa foi a novidade para nós. O que esperamos é que o caso seja analisado com todo o rigor, porque o impacto disso na nossa família foi muito grande”, disse.
    Fabio afirmou ainda que a família aguarda o desfecho das ações judiciais relacionadas ao caso.
    “A gente espera que a Justiça reconheça a gravidade do que aconteceu. Foi um dano muito sério para a nossa família e principalmente para a minha esposa, porque nós planejávamos ter outro filho”, declarou.
    Já Silvanei Alves Pereira contou que ainda convive com as consequências emocionais do episódio ocorrido em 2021. Segundo ela, a expectativa é que a investigação ética esclareça os fatos e resulte em uma decisão que leve em consideração os impactos causados pelo procedimento.
    “A gente fica muito triste com tudo isso. É uma situação que marcou a nossa vida. Nós queríamos ter outro filho e até hoje carregamos esse sofrimento”, afirmou.

    O caso
    Segundo o casal, Silvanei entrou em trabalho de parto e foi levada à Maternidade Municipal de Ji-Paraná com fortes dores. O marido, Fabio Rodrigues, afirmou que foi impedido de acompanhar o atendimento. A paciente relata que foi informada de que teria um parto normal, mas acabou sendo submetida a uma cesariana.
    Ainda de acordo com o marido, em determinado momento o médico saiu da sala e gritou no corredor: “Eu vou laquear a sua esposa”.
    No processo, Eliedson Vicente de Almeida afirmou que a paciente chegou ao hospital com um quadro de pré-eclâmpsia grave e em trabalho de parto. Segundo ele, em situações como essa, a conduta indicada é a realização de uma cesariana de urgência. O médico também alegou que a paciente foi informada sobre os riscos de uma nova gestação.

    Um dos médicos já foi condenado
    Em 2025, a Justiça de Rondônia condenou o médico Eliedson Vicente de Almeida a dois anos de reclusão, além do pagamento de 10 dias-multa, no valor equivalente a R$ 404. A pena foi fixada inicialmente em regime aberto.
    A pena de prisão foi substituída por restrições de direitos. Com isso, o médico está proibido de frequentar bares, prostíbulos e estabelecimentos semelhantes e deverá prestar serviços à comunidade.
    Ele foi condenado com base no artigo 15 da Lei nº 9.263/96, que prevê pena de dois a oito anos de prisão para quem realizar esterilização sem autorização do paciente durante procedimento cirúrgico. Ainda cabe recurso da decisão.
    O g1 entrou em contato com a defesa de Eliedson Vicente de Almeida, que informou que não irá se pronunciar sobre a condenação.

    Fonte: g1 RO

  • Morador leva susto ao encontrar grupo de sucuris gigantes entrelaçadas em RO; veja vídeo

    Morador leva susto ao encontrar grupo de sucuris gigantes entrelaçadas em RO; veja vídeo

    Um morador de Nova Mamoré (RO) registrou um grupo de sucuris entrelaçadas às margens de um pequeno rio que corta o pasto de uma propriedade privada. Segundo um biólogo ouvido pelo g1, as cobras estavam em um ritual de acasalamento.
    O vídeo foi gravado por Lucas Gabriel, que contou ter se assustado ao encontrar tantos animais reunidos no mesmo lugar.
    “Eu levei um susto, né, porque eu nunca tinha visto uma cobra dessa. Nenhuma assim, sozinha, e quando eu vi foi esse monte de cobra aí”, afirmou Lucas.
    De acordo com o biólogo Flávio Terassini, as imagens mostram uma fêmea cercada por cerca de cinco a sete machos durante o período de reprodução. Nesse ritual, a fêmea libera feromônios para atrair os machos.
    “Após a cópula que pode durar até 72 horas a fêmea vai ficar prenha e durante alguns meses ela vai ter a sua gestação podendo parir de forma vivipara até 80 filhotes.”

    A sucuri é considerada a cobra mais pesada do mundo. Apesar de não ser peçonhenta, ela mata as presas por constrição, enrolando o corpo ao redor do animal até sufocá-lo.
    “No vídeo, podemos ver a sucuri que é a serpente mais pesada do planeta podem chegar facilmente a seis metros de comprimento e pesar mais de 200 quilos. É uma das maiores serpentes do planeta Terra e muito abundante aqui na Amazônia Brasileira”, explicou Terassini.
    O biólogo alerta que, durante o acasalamento, as serpentes podem ficar mais agressivas e atacar caso se sintam ameaçadas. Por isso, a orientação é manter distância e não interferir no comportamento dos animais.
     Confira o video

    Fonte: g1 RO

  • MPF investiga por que Rondônia não aderiu pacto contra violência à mulher; estado foi 2º em feminicídios em 2025

    MPF investiga por que Rondônia não aderiu pacto contra violência à mulher; estado foi 2º em feminicídios em 2025

    O Ministério Público Federal (MPF) abriu uma investigação para apurar por que Rondônia ainda não aderiu a uma parceria com o governo federal para combater a violência contra a mulher. O estado está entre os oito do país que ainda não fazem parte do pacto nacional.

    Ao instaurar o procedimento, o procurador Raphael Luis Pereira Bevilaqua destacou os altos índices de violência contra mulheres no estado. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que Rondônia teve a maior taxa de feminicídios do país em 2022 e ocupou o segundo lugar no ranking nacional em 2025, atrás apenas do Acre.
    Como primeiras medidas, o MPF solicitou informações ao Ministério das Mulheres para saber se ainda existem negociações para a entrada do estado no acordo, se o governo estadual apresentou justificativas para não aderir e quais órgãos participam das tratativas.

    O MPF também pediu esclarecimentos à Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) e ao Ministério Público de Rondônia (MPRO).
    À Sesdec, o órgão questionou os motivos da não adesão ao pacto e quais secretarias estaduais estão envolvidas nas discussões. Ao MP-RO, pediu informações sobre possíveis debates ou ações relacionadas ao tema.
    A parceria prevê a integração da Central Ligue 180 com as redes estaduais de proteção às mulheres, com o objetivo de melhorar o encaminhamento e o acompanhamento de denúncias de violência de gênero. A iniciativa envolve órgãos das áreas de segurança pública, saúde e assistência social.
    Segundo o processo, a adesão ao acordo não representa novos gastos para os estados. A proposta é unificar informações e melhorar o atendimento às vítimas, além de auxiliar na criação de políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher.

    Fonte: g1 RO

  • Órgãos federais pedem R$ 330 milhões e acusam hidrelétricas de prejudicar a pesca em RO

    Órgãos federais pedem R$ 330 milhões e acusam hidrelétricas de prejudicar a pesca em RO

    O Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Defensoria Pública da União (DPU) entraram com duas ações na Justiça para pedir medidas de proteção à Bacia do Rio Madeira, em Rondônia. Os órgãos também cobram mais de R$ 330 milhões em indenizações e querem que o governo federal crie um comitê para ampliar a participação da população nas decisões sobre o uso das águas do rio.
    As ações têm como alvo as usinas hidrelétricas Santo Antônio e Jirau. Segundo o MPF, a instalação e a operação dos empreendimentos provocaram uma forte redução no estoque de peixes da região e afetaram a atividade pesqueira das comunidades ribeirinhas.

    De acordo com a ação, o bloqueio das rotas de migração dos peixes reduziu em até 95% a quantidade de espécies de alto valor comercial, como a dourada e o filhote, em algumas comunidades ribeirinhas. Para o MPF, a situação afetou diretamente a renda e o modo de vida dos pescadores.

    O que diz uma das empresas
    Em nota, a AXIA Energia afirmou que a UHE Santo Antônio executa suas ações socioambientais conforme o Projeto Básico Ambiental (PBA), sob acompanhamento dos órgãos competentes. A empresa informou ainda que já investiu mais de R$ 2,6 bilhões em programas voltados ao monitoramento ambiental, conservação da biodiversidade e desenvolvimento social. Sobre a ação, a companhia declarou que irá apresentar seus esclarecimentos e exercer seu direito de defesa nos autos do processo.

    Na segunda ação, o MPF, o MPT e a DPU pedem que a União e a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) instalem o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Madeira e a Agência de Águas responsável pela gestão do rio. Segundo os órgãos, o governo federal está há mais de 15 anos sem criar essas estruturas, o que impede que pescadores, indígenas e ribeirinhos participem das decisões sobre o uso dos recursos hídricos.
    Como medida urgente, as instituições também pedem à Justiça a suspensão de novos licenciamentos ambientais para grandes empreendimentos na Bacia do Rio Madeira, como a usina binacional e a hidrovia do Madeira, até que sejam realizados estudos independentes sobre os impactos acumulados no rio.
    Caso o Comitê de Bacia não seja criado no prazo de um ano, os órgãos pedem que a ANA, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia (Sedam) fiquem impedidos de emitir ou renovar licenças e autorizações para grandes empreendimentos na região.

    O MPT também argumenta que os impactos atingem diretamente os trabalhadores das comunidades tradicionais. Segundo o órgão, a redução da pesca comprometeu a principal atividade econômica de milhares de famílias, levando parte delas a buscar outras formas de sustento, como o garimpo ilegal.
    Pedidos de indenização
    Nas ações, o MPF, o MPT e a DPU pedem que as concessionárias paguem, no mínimo, R$ 250 milhões para reparar os danos ambientais causados ao Rio Madeira. O valor também poderá ser cobrado da União e do Ibama de forma subsidiária.

    Além disso, os órgãos pedem que a Santo Antônio Energia seja condenada a pagar R$ 50 milhões por danos morais coletivos e que a Jirau Energia pague R$ 30 milhões pelo mesmo motivo. Segundo a ação, os recursos devem ser destinados a projetos de recuperação ambiental e de apoio às comunidades ribeirinhas.
    As instituições também solicitam que as empresas adotem medidas para recuperar o estoque de peixes do Rio Madeira, reduzir os impactos ambientais e fortalecer a pesca artesanal e outras atividades tradicionais das comunidades afetadas. O pedido inclui a participação de pescadores e representantes das comunidades na definição dessas ações.

     

    Fonte: g1 RO

  • Arraial Flor do Maracujá será realizado em agosto, em Porto Velho; confira as datas

    Arraial Flor do Maracujá será realizado em agosto, em Porto Velho; confira as datas

    A 42ª edição do Arraial Flor do Maracujá será realizada entre os dias 21 e 30 de agosto, em Porto Velho. A data foi definida durante uma reunião entre a Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel) e a União Junina Portovelhense (Unajup), realizada na terça-feira (7).
    A expectativa é que o evento reúna quadrilhas juninas, bois-bumbás e grupos folclóricos de várias regiões de Rondônia, além de atrair milhares de visitantes durante os dez dias de programação.

    Considerado um dos principais eventos culturais do estado, o Arraial Flor do Maracujá valoriza as tradições populares e fortalece o movimento junino em Rondônia.
    Além das apresentações culturais, o evento também movimenta a economia local, gerando oportunidades para comerciantes, artesãos, empreendedores e trabalhadores da economia criativa.
    A programação completa, a estrutura do evento e as demais atrações devem ser divulgadas nas próximas semanas.

    Arraial Flor do Maracujá
    O tradicional arraial “Flor do Maracujá” é reconhecido como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do estado de Rondônia. A origem do nome é uma homenagem à primeira quadrilha registrada em Porto Velho: Quadrilha Flor do Maracujá.
    O evento reúne apresentações de quadrilhas juninas, bois-bumbás e grupos folclóricos de várias regiões do estado. Além dos espetáculos, o arraial também movimenta a economia local com barracas de comidas típicas e shows de música regional.

    Fonte: g1 RO

  • Leilão de R$ 8,47 bilhões vai definir empresa que deve assumir serviços de água e esgoto em 40 municípios de RO

    Leilão de R$ 8,47 bilhões vai definir empresa que deve assumir serviços de água e esgoto em 40 municípios de RO

    O Governo de Rondônia publicou, nesta terça-feira (7), o aviso de licitação internacional que deve transferir para uma empresa privada a responsabilidade pelos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário em 40 municípios do estado, por meio de um contrato de concessão com valor estimado em R$ 8,47 bilhões.
    A sessão pública do leilão acontece no dia 29 de setembro de 2026, às 14h (horário de Brasília), na sede da B3, em São Paulo. O edital e os demais documentos da licitação estão disponíveis no site da Superintendência Estadual de Compras e Licitações (Supel).

    A empresa vencedora será escolhida com base em dois critérios: oferecer o maior desconto na tarifa de água e esgoto para os consumidores e pagar o maior valor de outorga fixa ao Estado.
    ➡️A outorga funciona como um valor pago pelo direito de assumir a operação dos serviços de saneamento. Quem combinar o maior desconto para a população com a maior oferta ao governo vence o leilão.
    Segundo o documento, a concessão prevê que a empresa vencedora assuma os serviços de água e esgoto em cerca de 40 municípios de Rondônia, incluindo Porto Velho, que fazem parte da Microrregião de Água e Esgoto do estado (MRAE).

    Fonte: g1 RO

  • Sistema fortalece gestão previdenciária e amplia serviços digitais aos segurados do Iperon

    Sistema fortalece gestão previdenciária e amplia serviços digitais aos segurados do Iperon

     

    O sistema integrado reúne os principais serviços previdenciários em ambiente digital, reduz burocracias e oferece mais agilidade no atendimento aos segurados.

     

    O Sistema Integrado de Gestão Previdenciária (Sisprev), está em fase final de implantação, com iniciativa do governo de Rondônia, por meio do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Estado de Rondônia (Iperon), a ferramenta reúne os principais serviços previdenciários em um único ambiente digital, tornando o atendimento mais ágil, acessível e eficiente para servidores ativos, aposentados e pensionistas.

    O Sisprev substitui o sistema anteriormente utilizado pelo Instituto, eliminando etapas manuais e integrando informações que antes eram processadas de forma isolada. A mudança agiliza a análise e a concessão de benefícios, reduz retrabalho e fortalece a confiabilidade dos dados previdenciários.

    Entre as principais funcionalidades previstas no sistema está o Portal do Segurado, que permitirá acesso digital a serviços como emissão de contracheques e certidões, consulta de averbações, simulação de aposentadoria e acompanhamento de processos em tempo real, sem necessidade de deslocamento até uma unidade do Instituto.

    A solução também aprimora a gestão interna ao automatizar cálculos previdenciários, integrar bases de dados e oferecer informações mais precisas para o planejamento e a tomada de decisões. Além disso, contribui para a redução do uso de papel, a padronização dos procedimentos administrativos e o fortalecimento da transparência na administração dos recursos previdenciários.

    A implantação está ocorrendo de forma gradual para assegurar a continuidade dos serviços durante a transição. Atualmente, os servidores lotados nas unidades afetas aos respectivos processos já utilizam os módulos de Averbação de Tempo de Contribuição, emissão da Certidão de Tempo de Contribuição (CTC) e integração com o eSocial para aposentados e pensionistas, que se encontram em funcionamento e vêm contribuindo para maior eficiência na execução das atividades previdenciárias.

    Com a adoção do Sisprev, o Iperon amplia a oferta de serviços digitais e fortalece a gestão do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), proporcionando mais eficiência administrativa, transparência e comodidade aos segurados.

    Fonte: Governo do Estado de Rondônia.