Categoria: Policia

  • JI-PARANÁ – POLÍCIA MILITAR CUMPRE MANDADO DE PRISÃO E CAPTURA FORAGIDO DA JUSTIÇA NO CENTRO DA CIDADE

    Na tarde da última sexta-feira, 5, uma equipe de PATAMO da Polícia Militar capturou um foragido da Justiça durante patrulhamento tático realizado na região central de Ji-Paraná.

    Por volta das 17h30, os policiais receberam informações indicando que um homem com mandado de prisão em aberto estaria em uma residência nas proximidades. Diante da denúncia, a guarnição deslocou-se até o endereço informado para averiguação.

    No local, os militares localizaram o suspeito e realizaram os procedimentos de identificação, constatando a existência de ordens judiciais de prisão em seu desfavor. Após a confirmação dos dados, foi dada voz de prisão ao indivíduo.

    Após a captura, o foragido foi encaminhado à unidade prisional de Ji-Paraná, onde permaneceu à disposição da Justiça para o cumprimento da ordem judicial e demais providências legais.

    A Polícia Militar destacou que a ocorrência transcorreu de forma tranquila, dentro dos procedimentos operacionais e dos parâmetros legais, assegurando o cumprimento da decisão judicial, a preservação da ordem pública e a manutenção da segurança da comunidade.

    Texto: Seção de Comunicação Social – P5 do 2º BPM
    Fonte e fotos: Polícia Militar de Rondônia

  • Pecuarista é morto a tiros em de Porto Velho; mulher fica ferida e passa noite escondida na mata

    O pecuarista Valter Moreira Mendes, de 44 anos, foi morto a tiros na noite de quinta-feira (4) na zona rural do distrito de Rio Pardo, em Porto Velho. Uma mulher que o acompanhava também foi baleada, conseguiu fugir do local e foi encontrada somente na manhã seguinte, em estado de choque.

    De acordo com o boletim de ocorrência, vizinhos relataram que, desde o anoitecer, perceberam a caminhonete de Valter estacionada em frente à propriedade rural dele, com o motor ligado e os faróis acesos. Cerca de duas horas depois, ao passarem novamente pelo local, notaram que o veículo permanecia na mesma situação e acionaram a polícia.

    Ao chegar à propriedade, os policiais encontraram o pecuarista caído no chão, já sem vida, com marcas de tiros na cabeça, no tórax, na virilha e em uma das mãos. Próximo ao corpo, foram encontradas oito cápsulas de balas.
    Durante a inspeção no interior da caminhonete, os policiais localizaram uma pistola de cor prata, um celular e uma bolsa feminina com documentos pessoais de uma mulher de 37 anos. Buscas foram realizadas na região, mas ela não foi encontrada naquele momento.

    Ainda segundo o boletim de ocorrência, a mulher foi localizada apenas na manhã seguinte. Ela apresentava um ferimento de tiro na coxa esquerda e estava em estado de choque. Após receber os primeiros socorros, contou aos policiais que estava com a vítima no momento do ataque.

    De acordo com o relato da vítima, os dois saíam da propriedade quando Valter parou a caminhonete e foi até um curral para soltar alguns cavalos. Nesse momento, um homem com o rosto coberto apareceu e começou a atirar. A mulher disse que pulou do veículo, mas acabou atingida na coxa. Em seguida, fugiu para uma área de pastagem, onde permaneceu durante toda a noite.

    O autor dos disparos não foi identificado. O caso é investigado pela Polícia Civil como homicídio.

    Fonte: g1 RO

  • Vítima de violência doméstica em RO consegue medida protetiva em menos de uma hora; saiba como solicitar

    Vítima de violência doméstica em RO consegue medida protetiva em menos de uma hora; saiba como solicitar

    O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) divulgou, na sexta-feira (5), o caso de uma mulher vítima de violência física e psicológica por parte do companheiro que conseguiu uma medida protetiva em menos de uma hora, através de uma ferramenta on-line. A mulher teve a identidade preservada.

    Segundo o TJ-RO, a vítima procurou ajuda no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da cidade de Nova Mamoré (RO) e lá mesmo uma das funcionárias ajudou ela a solicitar a medida.O pedido foi registrado às 9h18 e às 10h16, menos de uma hora depois, foi deferido pelo juízo de Nova Mamoré.

    Saiba como solicitar
    A medida protetiva pode ser solicitada através do site do TJ-RO ou por meio do aplicativo, disponível para Android e IOS.

    A solicitante deve preencher um formulário com informações dela e do agressor. Também é possível informar sobre a violência sofrida, dados da medida e anexar arquivos no pedido. Ao final, deve enviar uma foto no formato de “selfie” como forma de comprovação.
    A solicitação da medida protetiva deve ser avaliada por um juiz no prazo de até 48 horas. No ento, segundo o TJ-RO, os pedidos on-line têm sido muito mais ágeis.

  • Produtores de soja são acusados de intoxicar indígenas com agrotóxicos em Rondônia

    Produtores de soja são acusados de intoxicar indígenas com agrotóxicos em Rondônia

    Dois produtores de soja e o dono de uma propriedade rural são acusados de causar intoxicação por agrotóxicos a indígenas da etnia Puruborá, em Rondônia. Adultos e crianças que vivem na aldeia Aperoí apresentaram graves lesões na pele, além de dores de cabeça e náuseas. Uma família precisou abandonar a própria casa, cercada por plantações, após a exposição contínua aos venenos.

    Para cobrar a responsabilização pelos danos causados, o Ministério Público Federal (MPF) ingressou com uma ação civil pedindo indenizações que somam R$ 3,6 milhões. Os alvos são Wanderson Batista de Moraes (proprietário da área) e os produtores Raijan Cezar Mascarello e Vitor Hugo Talini Mascarello (arrendatários da terra).
    Os réus são acusados de contaminar o rio Manoel Correia, fonte de abastecimento e de alimento para as famílias indígenas que residem no território tradicional, provocando mortandade de peixes.

    MPF
    A denúncia aponta que os produtores abriram valas de drenagem artificiais dentro da lavoura, sem licença ou autorização dos órgãos ambientais, em desacordo com as regras de Áreas de Preservação Permanente (APP), o que fez com que águas contaminadas chegassem diretamente ao leito do rio.
    Além disso, o documento aponta danos ao Sítio Arqueológico Puruborá. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) esteve no local e encontrou diversos fragmentos de cerâmicas ancestrais que foram danificados pelo uso de tratores no solo.

    Cenário de pressão
    Tudo isso acontece em meio a um cenário de conflito. O povo Puruborá passa por um processo de demarcação de terras marcado por graves tensões e pela resistência de proprietários rurais da região. Durante os trabalhos conduzidos pela Funai, episódios de violência foram registrados. Segundo o MPF, disparos de revólver atingiram uma residência indígena.

    A situação se agravou ainda mais em outubro de 2025, quando uma maloca sagrada foi destruída em um incêndio criminoso. Os ataques são investigados pela Polícia Federal.
    “Esse incêndio não destruiu apenas uma estrutura física. Foi uma tentativa de apagar nossa história e nossa força como povo”, afirmou uma liderança Puruborá à época.

    Indígenas Puruborá sofrem ataque no interior de RO
    Investigação
    O caso passou a ser acompanhado pelo MPF em 2023, quando os indígenas enviaram registros fotográficos de peixes mortos e de uma aeronave que sobrevoava a área vizinha à aldeia para realizar pulverização aérea. Desde então, os réus foram notificados várias vezes em razão das irregularidades constatadas.

    MPF
    A área, nomeada de Sítio Boa Esperança, tem cerca de 50 hectares e fica na BR 429, em Seringueiras (RO).
    A primeira visita foi feita pela Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), em conjunto com o Batalhão de Polícia Ambiental. Na ocasião, os produtores foram autuados pela construção de valas de drenagem irregulares e destruição da vegetação nativa.
    Na sequência, a Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) também esteve na área e concluiu que a pulverização de agrotóxicos não respeitou a distância mínima exigida em relação às áreas de preservação permanente, o que resultou em nova autuação.

    Após as inspeções, a Idaron concluiu que o sítio é tecnicamente inviável para o plantio de soja. O relatório apontou que o terreno é extremamente sensível, funcionando como bacia de captação e abrigando diversas nascentes do Rio Manoel Correia. Além disso, o solo apresenta umidade excessiva. A agência recomendou que o uso da terra seja restrito a cultivos orgânicos ou de recomposição florestal, como sistemas agroflorestais de cacau e cupuaçu.

    Ao analisar o solo, os agentes encontraram herbicidas, entre eles o Fertfox, que possui como princípio ativo o fosfeto de alumínio. Ele libera fosfina, um gás altamente perigoso para humanos, animais e o meio ambiente. O levantamento técnico identificou que pelo menos 12% dos agrotóxicos utilizados possuíam grau elevado de toxicidade.

    As investigações comprovaram que as pulverizações terrestres não respeitaram a distância mínima de 90 metros de áreas de preservação e residências. O MPF classifica o uso de agrotóxicos nesse contexto como uma “arma química” utilizada para intimidar comunidades vulneráveis.

    O que dizem os réus?
    Durante oitiva com o MPF, Raijan Cezar Mascarello negou o uso de defensivos agrícolas por via aérea, afirmando que as aplicações feitas com avião foram apenas de adubo foliar e micronutrientes, com laudos enviados à Anac e à Idaron. Segundo seu depoimento, as aplicações de agrotóxicos foram realizadas por via terrestre, dentro dos parâmetros legais.

    Wanderson Batista, então proprietário do sítio, declarou ao g1 que apenas cedeu a área e qualquer atividade realizada no local é de responsabilidade dos produtores. Questionado sobre a inviabilidade técnica da terra para o cultivo de soja, afirmou desconhecer essa restrição e disse acreditar que os arrendatários possuíam autorização dos órgãos competentes para o plantio. Wanderson acrescentou também que já vendeu a propriedade.

    O g1 entrou em contato com a Idaron para questionar se houve autorização formal para o plantio de soja no sítio diante do laudo que apontou a inviabilidade da área para o cultivo de soja, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

    Tentativa de conciliação e a ação civil
    Antes de acionar a Justiça Federal, o MPF tentou um acordo com os produtores. Em 11 de fevereiro de 2025, foi realizada uma sessão extrajudicial para dar início às tratativas de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). As tratativas foram suspensas meses depois, quando o órgão recebeu denúncias, acompanhadas de fotos e áudios, sobre o estado de saúde da comunidade.

    O MPF aponta que mesmo depois das várias recomendações e reuniões, ocorreram novas pulverizações de agrotóxicos. Segundo o órgão, as ações dos réus foram escalonando com o objetivo de forçar a expulsão dos indígenas da região onde habitam.

    Na ação, o órgão pede a compensação e reparação dos danos causados. As indenizações, que totalizam R$ 3,6 milhões, se distribuem da seguinte forma:
    R$ 2 milhões por danos morais coletivos ao povo Puruborá;
    R$ 30 mil por danos morais individuais para os 40 moradores da Aldeia Aperoí, totalizando cerca de R$ 1,2 milhões;
    No mínimo R$ 100 mil para cada um dos quatro membros da família que foi obrigada a abandonar a sua residência em razão da pressão causada pelo plantio inadequado de soja.

    A ação também sugere a obrigação de recompor 80% da reserva legal da propriedade degradadas com construção de valas e desmatamento.
    O g1 entrou em contato com a Funai e o Ministério dos Povos Indígenas, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

    Fonte: g1 RO

     

  • Homem é morto a golpes de espada em Vilhena, RO

    Um homem de nacionalidade colombiana, identificado como Gabriel José Arrieta Jimenez, de 36 anos, foi morto a golpes de espada na noite desta quinta-feira (4), no Centro de Vilhena (RO). O suspeito do crime, um jovem de 22 anos, foi preso e alegou ter agido em legítima defesa.

    De acordo com a polícia, o suspeito relatou que os dois iniciaram uma discussão relacionada a pagamentos, que evoluiu para uma luta corporal. Segundo a versão apresentada, durante o confronto a vítima tentou atacá-lo com um facão, mas ele conseguiu evitar os golpes.

    Ainda conforme a ocorrência, o jovem afirmou que reagiu e desferiu dois golpes contra Gabriel com uma espada, fazendo com que ele caísse no chão. Em seguida, continuou a golpeá-lo, principalmente na região da cabeça. A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

    O suspeito também relatou aos policiais que trabalha como cobrador de dívidas e que a vítima era seu patrão, conhecido por atuar na prática de agiotagem e supervisionar os cobradores.
    O homem foi preso em flagrante e encaminhado à Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp), onde o caso foi registrado como homicídio. A motivação do crime está sendo investigada.

    Fonte: g1 RO

  • Quase 2 mil litros de combustível contrabandeado são apreendidos na fronteira entre Brasil e Bolívia

    Cinco pessoas foram presas em flagrante pela Polícia Federal (PF) na quinta-feira (4) por contrabando em Guajará-Mirim (RO), fronteira entre Brasil e Bolívia. Quase dois mil litros de combustível foi apreendido.
    De acordo com a PF, a carga ilegal foi localizada através de um patrulhamento aéreo. Embarcações carregadas com galões estavam ancoradas às margens do Rio Mamoré em um ponto clandestino.
    O combustível não tinha documentação fiscal ou controle aduaneiro. Ele foi apreendido e encaminhado à Receita Federal.

    Fonte: g1 RO

  • OURO PRETO DO OESTE – SUSPEITOS FOGEM POR ÁREA DE MATA, ABANDONAM DROGAS E DINHEIRO DURANTE ABORDAGEM DA PM

    Uma ação da Polícia Militar realizada na noite da última quinta-feira, 4, resultou na apreensão de 1,4 quilo de entorpecentes, dinheiro em espécie, materiais utilizados para o tráfico de drogas e uma motocicleta em Ouro Preto do Oeste.

    Durante patrulhamento nas proximidades da Linha 4, policiais visualizaram uma motoneta estacionada às margens da estrada em local considerado suspeito. O veículo já havia sido observado anteriormente em um endereço alvo de informações relacionadas à possível comercialização de drogas, o que motivou averiguações na região.

    Ao realizarem buscas em uma área de mata próxima, os militares encontraram dois suspeitos agachados na entrada da vegetação. Ao perceberem a aproximação policial, ambos fugiram para o interior da mata. Apesar do acompanhamento realizado pela equipe, os indivíduos conseguiram escapar devido às condições do terreno, caracterizado por áreas alagadiças e vegetação densa.

    No local onde os suspeitos estavam, os policiais localizaram bolsas e uma pochete contendo grande quantidade de entorpecentes, balança de precisão, rolos de papel filme e aproximadamente 150 embalagens utilizadas para fracionamento de drogas. Também foram encontrados entorpecentes espalhados pelo trajeto percorrido durante a fuga.

    Ao todo, foram apreendidos cerca de 686 gramas de crack e 778 gramas de maconha. Além disso, os policiais encontraram R$ 1.473 em espécie, distribuídos em notas de diversos valores, bem como documentos pessoais e objetos que auxiliarão no prosseguimento das investigações.

    A chave da motocicleta localizada nas proximidades também foi encontrada entre os materiais abandonados. O veículo foi recolhido e encaminhado, juntamente com os entorpecentes e demais objetos apreendidos, para a Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP).

    Todo o material foi apresentado à autoridade policial para os procedimentos legais cabíveis. O caso segue sob investigação por suspeita de tráfico de drogas.

    Texto: Seção de Comunicação Social – P5 do 2º BPM
    Fonte e fotos: Polícia Militar de Rondônia

  • 9º BPM realiza abertura dos trabalhos operacionais no policiamento do Arraial Flor do Cacto

    9º BPM realiza abertura dos trabalhos operacionais no policiamento do Arraial Flor do Cacto

    A Polícia Militar do Estado de Rondônia, por meio do 9º Batalhão de Polícia Militar (9º BPM) – Guardião da Zona Sul, realizou a abertura oficial dos trabalhos operacionais destinados ao policiamento do tradicional Arraial Flor do Cacto, reforçando o compromisso da Corporação com a segurança pública, a preservação da ordem e a tranquilidade dos frequentadores durante as festividades.

    A solenidade de abertura contou com a presença do tenente-coronel PM Wesley, Comandante do 9º BPM, que realizou a preleção operacional com a tropa empregada no evento. Durante a atividade, foram repassadas diretrizes estratégicas e orientações voltadas à execução do policiamento ostensivo, enfatizando a importância do comprometimento, da disciplina, da postura profissional e da pronta resposta policial no atendimento à população.

    A operação conta ainda com a atuação integrada de outras Organizações Policiais Militares (OPMs), fortalecendo o aparato de segurança no local por meio do emprego coordenado do efetivo, ampliando a presença policial e proporcionando suporte estratégico às ações preventivas e ostensivas desenvolvidas ao longo do evento.

    Com planejamento operacional, alinhamento estratégico e integração entre as unidades, a Polícia Militar de Rondônia reafirma seu compromisso em garantir um ambiente seguro, organizado e tranquilo aos participantes do Arraial Flor do Cacto, promovendo segurança e bem-estar à comunidade.

    Polícia Militar do Estado de Rondônia
    9º BPM – Guardião da Zona Sul
    Servir e Proteger