Categoria: Policia

  • Porto Velho registra quatro homicídios em menos de quatro dias; casos são investigados

    Porto Velho registra quatro homicídios em menos de quatro dias; casos são investigados

    Pelo menos quatro homicídios foram registrados em Porto Velho entre a última sexta-feira (10) e a madrugada desta segunda-feira (13). Os crimes aconteceram em diferentes regiões da capital e são investigados pela Polícia Civil.

    O caso mais recente aconteceu na madrugada desta segunda-feira (13), no residencial Orgulho do Madeira, na zona Leste. A vítima foi identificada como Maicon Ivo dos Santos Lima, de 44 anos.
    Segundo a Polícia Militar, moradores ouviram disparos de arma de fogo e acionaram a equipe. Quando os policiais chegaram ao local, encontraram Maicon caído na calçada, já sem vida.
    De acordo com informações apuradas pela Rede Amazônica, um suspeito desceu de um carro e atirou várias vezes contra a vítima, que estava na rua. A perícia recolheu cápsulas de munição calibre 9 milímetros e apreendeu o celular de Maicon, que deve auxiliar nas investigações.

    Homem é morto a tiros enquanto andava de bicicleta
    No sábado (11), Anderson Praia da Costa foi morto a tiros na zona Sul de Porto Velho. Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar encontrou a vítima caída às margens da via, sobre uma bicicleta.
    O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou a morte no local. A perícia apontou que Anderson foi atingido por quatro disparos de arma de fogo. Cápsulas de munição calibre 9 milímetros também foram recolhidas.
    Testemunhas disseram à polícia que os suspeitos estavam em um carro branco e fugiram após o crime.
    Ainda conforme o boletim, moradores relataram que Anderson seria, supostamente, integrante de uma facção criminosa. A informação não foi confirmada pela polícia.

    Corpo é encontrado em lago de balneário
    No domingo (12), o corpo de Mateus Lima da Silva, de 20 anos, foi encontrado boiando em um lago de um balneário no setor chacareiro do bairro Jardim Santana. A Polícia Civil investiga o caso como homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
    Segundo a investigação, antes de o corpo ser localizado, a mãe do jovem procurou a polícia e informou que o filho teria sido assassinado e jogado na água.
    A apuração inicial aponta que Mateus estava acompanhado de outro homem, aceitou um convite para sair e depois foi morto. As circunstâncias do crime ainda são investigadas.
    Adolescente desaparecido foi encontrado morto
    Na sexta-feira (10), o adolescente Vitor Emanuel Lima do Nascimento, de 15 anos, foi encontrado morto no residencial Morar Melhor, também na zona Leste da capital. Segundo o boletim de ocorrência, o jovem foi ao local para entregar uma geladeira acompanhado de outra pessoa, quando foi abordado por homens armados.
    A Polícia Civil apura a suspeita de que os criminosos afirmaram que Vitor seria morto por supostamente integrar uma facção criminosa. A investigação também analisa a informação de que ele teria sido torturado antes do assassinato.
    A família registrou o desaparecimento do adolescente depois que ele não voltou para casa na quarta-feira (8).

    Fonte: g1 RO

  • Operação que afastou 11 servidores da ALE-RO pode ter sido vazada um dia antes; PF investiga

    Operação que afastou 11 servidores da ALE-RO pode ter sido vazada um dia antes; PF investiga

    A Polícia Federal vai investigar um possível vazamento de informações da Operação Reduto, que apura um esquema de fraude em licitações, desvio de recursos públicos e “rachadinha” em Rondônia, um dia antes do cumprimento dos mandados. A informação foi confirmada pelo Ministério Público de Rondônia (MP-RO) nesta sexta-feira (10).

    A Operação Reduto foi realizada na quarta-feira (9) e cumpriu 19 mandados de busca e apreensão: nove em Ariquemes (RO), oito em Porto Velho (RO) e dois em Manaus (AM).

    Em Ariquemes, os alvos foram servidores da prefeitura. Já em Porto Velho, a ação teve como alvo a Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero), onde policiais federais apreenderam documentos, mídias e outros materiais que serão analisados durante as investigações. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados pela polícia.

    Segundo a Polícia Federal, as investigações começaram em 2024, após relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontarem movimentações financeiras suspeitas envolvendo uma empresa de Manaus que mantinha contratos públicos em Rondônia.
    Com o avanço das apurações, a PF identificou movimentações superiores a R$ 9 milhões consideradas incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos investigados.

    De acordo com a investigação, o grupo atuava em duas frentes. A primeira era responsável por fraudar licitações e direcionar contratos públicos no município de Ariquemes.
    A segunda frente investigada envolvia o desvio de recursos públicos por meio de contas de servidores comissionados da Assembleia Legislativa de Rondônia, em uma prática classificada pela Polícia Federal como “rachadinha”.
    Além das prisões e dos afastamentos, a Justiça determinou o bloqueio de bens, ativos financeiros e criptoativos dos investigados até o limite total de R$ 9 milhões. Durante a operação, também foi apreendido dinheiro em espécie em Manaus.
    Segundo a PF, as medidas cumpridas nesta fase da operação têm o objetivo de reunir novos elementos e aprofundar as investigações.
    Em nota, a Prefeitura de Ariquemes informou que está colaborando com as autoridades e entregando os documentos e informações solicitados durante a investigação. A administração afirmou que, até o momento, não há nenhuma conclusão de irregularidade envolvendo a prefeitura e que os serviços públicos seguem funcionando normalmente.

    A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) informou que acompanha a operação e está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos. A Casa afirmou que segue os princípios de transparência e legalidade, e que os processos de contratação possuem mecanismos de controle e fiscalização.

    Fonte: g1 RO

  • PF faz operação para investigar extração ilegal de madeira e minérios em terras indígenas de Rondônia

    PF faz operação para investigar extração ilegal de madeira e minérios em terras indígenas de Rondônia

    A Polícia Federal (PF) realizou, na terça-feira (7), uma operação para investigar um esquema de extração ilegal de madeira e minérios nas terras indígenas Roosevelt e Parque Aripuanã, na região de Espigão d’Oeste (RO).

    Durante a ação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal, com apoio da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).
    Segundo a investigação, um grupo criminoso é suspeito de explorar recursos naturais em áreas da União. A apuração aponta que dois investigados teriam facilitado a entrada de exploradores nas terras indígenas em troca de pagamento.

    De acordo com a PF, a operação tem como objetivo reunir documentos, aparelhos eletrônicos e registros financeiros que possam auxiliar na identificação de outros envolvidos e esclarecer a atuação do grupo.
    Os investigados poderão responder por extração ilegal de recursos florestais em terras públicas, usurpação de bem da União, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

    Fonte: g1 RO

  • PF investiga grupo que escondia drogas em aparelhos de ar-condicionado após apreensão no AM

    PF investiga grupo que escondia drogas em aparelhos de ar-condicionado após apreensão no AM

    A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (7), a Operação Sordida Ventis para desarticular uma organização criminosa investigada por tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e associação para o tráfico. O grupo atuava no Amazonas e em Rondônia, com ramificações na região Sudeste do país.
    As investigações começaram após uma apreensão feita durante uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Humaitá, no sul do Amazonas. O veículo transportava aparelhos de ar-condicionado importados e foi abordado após apresentar inconsistências na documentação fiscal da carga.
    Ao todo, a Polícia Federal cumpre três mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva em Manaus. As ordens foram expedidas pela 4ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Amazonas.
    Os aparelhos foram levados para análise da Receita Federal, em Porto Velho. Durante a inspeção, os agentes encontraram cerca de 63,4 quilos de drogas escondidos em compartimentos adaptados dentro dos equipamentos, além de frascos de óleo de canabidiol.

    Segundo a Polícia Federal, as investigações identificaram outro transporte usado pelo grupo criminoso. Em uma segunda abordagem, os agentes encontraram drogas e fuzis de origem estrangeira escondidos em uma carga apresentada como mudança residencial.

    De acordo com a Polícia Federal, os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.
    A operação recebeu o nome de Sordida Ventis, em referência ao modo como a organização ocultava os entorpecentes no interior de aparelhos de ar-condicionado para tentar burlar a fiscalização.

    Fonte: g1 RO

  • Suspeitos de exibir armas, dinheiro e drogas nas redes sociais são alvos de operação em RO

    Suspeitos de exibir armas, dinheiro e drogas nas redes sociais são alvos de operação em RO

    A 11ª fase da Operação Audácia começou nesta terça-feira (7) com o objetivo de cumprir 89 ordens de busca e apreensão e 35 de prisão contra suspeitos de participar de uma organização criminosa. A ação acontece ao mesmo tempo em cidades de Rondônia, Acre, Amazonas e Paraná.

    Segundo o Ministério Público de Rondônia (MPRO), a operação busca localizar pessoas procuradas pela Justiça, prender investigados e realizar prisões em flagrante caso sejam encontrados crimes como tráfico de drogas, receptação e posse ou porte ilegal de arma de fogo durante as buscas.
    As investigações apontam que alguns suspeitos usavam redes sociais para publicar fotos com armas, dinheiro e drogas, além de fazer menções à facção criminosa que, segundo o MP, teria ligação com o grupo investigado.

    As ações acontecem em Porto Velho, Ariquemes, Machadinho d’Oeste e Rolim de Moura, em Rondônia; Cruzeiro do Sul (AC); Humaitá (AM); e Catanduvas (PR).
    Mais de 300 agentes participam da operação, entre integrantes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), das polícias Militar, Civil, Federal e Penal, do Corpo de Bombeiros, da Polícia Técnico-Científica e de outros órgãos estaduais e federais.

    Fonte: g1 RO

  • Influencer é indiciada por tráfico em operação que investiga movimentação de 1,5 tonelada de drogas em RO

    Influencer é indiciada por tráfico em operação que investiga movimentação de 1,5 tonelada de drogas em RO

    A influenciadora digital Iza Paiva, de 26 anos, foi indiciada pela Polícia Civil de Rondônia por tráfico de drogas. O nome dela aparece entre os 43 investigados pela Operação Metaphorá – Fase II, que apura um esquema de tráfico de drogas com atuação em Rondônia e outros estados.

    Contexto: Iza já havia sido presa anteriormente por suspeita de mandar integrantes do Comando Vermelho torturarem dois homens que teriam invadido e furtado a casa dela. Segundo a Polícia Civil, ela também é investigada por suposta participação em uma organização criminosa que teria movimentado mais de 1,5 tonelada de drogas vindas da Bolívia e distribuídas para estados da região Centro-Oeste.
    De acordo com a Polícia Civil, o indiciamento de Iza por tráfico de drogas foi feito com base nas provas reunidas durante a investigação. A corporação informou que o procedimento foi concluído após meses de apuração.
    A operação foi conduzida pelo Departamento de Narcóticos (Denarc). Conforme a polícia, o grupo investigado era responsável pela compra, transporte, armazenamento e distribuição de drogas.

    Ao todo, 43 pessoas foram indiciadas. Deste total, 21 foram apontadas pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa; 12 por tráfico de drogas; nove por associação para o tráfico; e uma por financiamento do tráfico.

    Entre os investigados também estão suspeitos de integrar o Comando Vermelho, incluindo um homem apontado pela polícia como integrante da liderança da facção.
    Em nota, a defesa de Iza Paiva informou que recebeu com tranquilidade a conclusão do inquérito e afirmou que o indiciamento não significa condenação. O advogado disse que vai analisar os documentos da investigação e tomar as medidas necessárias para comprovar a inocência da influenciadora.

    Relembre o caso
    Em outubro de 2025, Iza Paiva foi presa por suspeita de mandar integrantes do Comando Vermelho torturarem dois homens que teriam invadido e furtado a casa dela, em Porto Velho. A jovem de 26 anos tem milhares de seguidores nas redes sociais.

    A Polícia Civil afirma que Iza faz parte do Comando Vermelho, mantendo “estreitos vínculos”. Ela estava fora do estado, quando sua casa foi furtada. Quando tomou conhecimento do caso, determinou que os suspeitos fossem localizados e punidos, além de reivindicar de volta os bens furtados.
    A influenciadora ficou presa preventivamente, mas a Justiça de Rondônia revogou a prisão e determinou que ela respondesse ao processo em liberdade, com medidas cautelares.
    Dias depois de deixar a prisão, ela foi alvo de uma operação do Denarc que investigava um esquema de tráfico interestadual de drogas. Na época, a Polícia Civil informou que a investigação era anterior ao caso da suposta tortura e não tinha relação com aquele processo.
    Durante a ação, os agentes cumpriram mandado de busca e apreensão na residência da investigada. De acordo com a polícia, foram apreendidos: um carro, o celular da jovem e uma agenda com anotações de interesse para a investigação.

    Fonte: g1 RO