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  • Deputada Cláudia de Jesus propõe isenção de ICMS para energia solar em Rondônia

    Deputada Cláudia de Jesus propõe isenção de ICMS para energia solar em Rondônia

    Indicação sugere isenção do imposto sobre energia elétrica compensada por minigeração solar no estado

    A ampliação do uso da energia solar em Rondônia motivou uma indicação da deputada estadual Cláudia de Jesus (PT), que defende a isenção do ICMS sobre a energia elétrica compensada por sistemas fotovoltaicos de micro e minigeração distribuída. A proposta foi encaminhada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) e à Secretaria de Estado de Finanças (Sefin).

    A indicação orienta que o Estado adote medidas legislativas e administrativas em conformidade com o Convênio ICMS nº 16/2015, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), e com a Lei Federal nº 14.300/2022, que instituiu o Marco Legal da Micro e Minigeração Distribuída.

    O anteprojeto anexo prevê que a isenção do imposto alcance consumidores residenciais, comerciais, industriais e rurais, além de cooperativas, associações e entidades públicas, desde que sejam atendidos os critérios técnicos e legais vigentes.

    Segundo a parlamentar, a iniciativa busca estimular o uso de energia limpa e renovável, promover o desenvolvimento sustentável e garantir segurança jurídica, observando os princípios da responsabilidade fiscal. “Estamos falando de uma política que une incentivo ambiental e eficiência econômica, respeitando a legalidade e os estudos necessários para sua viabilidade”, afirmou Cláudia de Jesus.

    FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR –  ALE/RO DECOM

  • Conselho Federal de Enfermagem autoriza enfermeiros a prescrever antibióticos a pacientes

    Conselho Federal de Enfermagem autoriza enfermeiros a prescrever antibióticos a pacientes

    Resolução publicada no Diário Oficial da União atualiza lista e inclui amoxicilina, ampicilina, azitromicina e eritromicina

    O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) publicou nesta quinta-feira (22) uma resolução que autoriza a prescrição de antibióticos por enfermeiros. O documento foi publicado no Diário Oficial da União (DOU).

    Na resolução, o Cofen apresentou uma lista atualizada de medicamentos que podem ser prescritos pelos profissionais da enfermagem. Dentre eles, quatro antibióticos: amoxicilina, ampicilina, azitromicina e eritromicina. Além dos medicamentos presentes na lista, o Cofen destaca que o rol de remédios pode ser ampliado, observando as políticas públicas de saúde e as necessidades epidemiológicas locais.

    “A ampliação pelos serviços de saúde deverá estar fundamentada em evidências científicas e formalmente incorporada a protocolos ou rotinas institucionais aprovadas”, informou.

    Segundo o conselho, “a prescrição medicamentosa deve obedecer rigorosamente aos protocolos institucionais, contemplando o nome do medicamento, sua concentração, forma de apresentação e posologia indicada para o tratamento”, completou.

    No ano passado, o assunto foi muito discutido e virou debate entre o Conselho Federal de Medicina (CFM), o Cofen e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Isso porque houve uma atualização pela Anvisa no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), que passou a incluir o registro profissional de enfermeiros.

    O sistema monitora as movimentações de entrada (compras e transferências) e saída (vendas, transformações, transferências e perdas) de medicamentos comercializados em farmácias e drogarias privadas do país.

    Com essa atualização, a Anvisa reconhecia o registro de enfermagem na prescrição apenas para monitoramento. A autorização para que enfermeiros pudessem prescrever medicamentos como antibióticos dependia de uma resolução do Cofen, como essa publicada nesta quinta-feira.

    Na época, o CFM se posicionou contra a atualização, chegando a solicitar à Anvisa a revogação imediata do ato que autorizava a inclusão do enfermeiro como prescritor de antibióticos. Segundo o conselho, a decisão era vista como um “risco à saúde da população”. Para o CFM, a prescrição de medicamentos é uma “competência privativa do médico”.

    Com a publicação da resolução do Cofen nesta quarta, o SBT News entrou em contato com o Conselho Federal de Medicina, que ainda não se manifestou até a publicação desta reportagem.

    FONTE: SBT NEWS

  • Prazo para adesão ao Mais Médicos Especialistas termina no domingo

    Prazo para adesão ao Mais Médicos Especialistas termina no domingo

    Municípios, estados e o Distrito Federal podem participar

    Os estados, municípios e o Distrito Federal (DF) têm até domingo (25) para solicitar ajustes ou aderir ao projeto Mais Médicos Especialistas. O objetivo é aumentar a oferta desses profissionais no Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente em regiões prioritárias do país, por meio de cursos de aprimoramento.

    A ação integra o programa Agora Tem Especialistas, que busca ampliar a qualificação de médicos especialistas enquanto eles exercem suas atividades regulares de trabalho no SUS.

    Segundo o Ministério da Saúde, o processo de adesão ou ajuste deve ser realizado pelo gestor exclusivamente pelo sistema eletrônico oficial do projeto.

    “Ao acessar o sistema, o gestor deve, inicialmente, identificar corretamente o seu perfil, selecionando uma das opções disponíveis. A alternativa “Recurso” é destinada aos gestores já elegíveis, conforme lista previamente publicada, enquanto a opção “Adesão” contempla novos municípios, estados ou o Distrito Federal que não foram incluídos na priorização da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) de 2025”, informa o ministério.

    Pelas regras do projeto, os municípios, os estados e o DF devem informar as vagas disponíveis, de acordo com a capacidade dos seus serviços de saúde. O edital também permite a solicitação de novas vagas por serviços que tenham condições de receber médicos em aprimoramento, ampliando a participação dos territórios e levando a atenção especializada para mais regiões do país.

    A pasta informou que a análise das solicitações ocorrerá no período de 26 a 28 de janeiro, e o resultado final será publicado no dia 29 de janeiro. A adesão será formalizada por meio da assinatura do Termo de Adesão e Compromisso, feita conjuntamente pelo ente federativo e pelo gestor do serviço de saúde indicado.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

  • Empresária de Porto Velho Luciana Colares questiona valores cobrados nos pedágios na  BR-364

    Empresária de Porto Velho Luciana Colares questiona valores cobrados nos pedágios na BR-364

     


    A empresária Luciana Colares manifestou-se de forma veemente contra os valores de pedágio recentemente implementados na BR-364, classificando-os como uma verdadeira “vergonha” e um “ato de roubo institucionalizado”, uma vez que, segundo ela, esses valores oneram de maneira desproporcional os usuários da rodovia, sobretudo os caminhoneiros e transportadores de cargas,e impactam diretamente o custo de vida da população.

    Desde 12 de janeiro de 2026, a cobrança de pedágio eletrônico no trecho concedido da BR-364 entre Porto Velho e Vilhena passou a vigorar por meio de um sistema de livre passagem (free flow), administrado pela concessionária Nova 364. As tarifas variam consideravelmente ao longo dos sete pórticos instalados, com preços para carros de passeio oscilando de R$ 5,40 a R$ 37,00, dependendo do trecho percorrido, após reajuste de 9,55% autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

    Para Luciana, esses valores são ilegitimamente altos, sobretudo quando confrontados com as condições objetivas da rodovia e os serviços efetivamente percebidos pelos usuários. Ela argumenta que a cobrança compulsória de tarifas elevadas, sem uma melhora substancial da infraestrutura e sem oferta de serviços complementares correspondentes, representa um ônus injusto para quem depende da BR-364 tanto para atividades profissionais quanto para deslocamentos cotidianos.

    A empresária ressalta que os custos do pedágio acabam sendo replicados ao longo da cadeia de consumo, refletindo-se nos preços de produtos essenciais como hortifrutigranjeiros, vestuário e medicamentos. Esse repasse, segundo ela, eleva o custo de transporte e logística e tem impacto direto no consumidor final, que já enfrenta desafios econômicos crescentes. Relatórios setoriais sugerem que, apenas no transporte de soja, por exemplo, os pedágios da BR-364 podem elevar custos em até R$ 4,00 por saca, significando um acréscimo relevante no preço final da mercadoria.

    No nosso comercio, não repassamos , esse preços do pedágio aos nossos produtos, preservamos nossos clientes, mas tem outros comerciantes que já repassaram o preço dos pedágios, cobrando em seus produtos. Disse Luciana Colares.

    Além disso, a empresária denuncia que os serviços prestados pela concessionária são precários e insuficientes diante do valor cobrado, com muitos usuários relatando que a rodovia ainda apresenta trechos que necessitam de manutenção, sinalização adequada e segurança reforçada. Ela conclama autoridades e órgãos reguladores a reavaliarem urgentemente a política tarifária e o nível dos serviços oferecidos, sob pena de prejudicar ainda mais a competitividade da produção regional e o bem-estar dos cidadãos que dependem diariamente da BR-364.

    FONTE: FOLHA RONDONIENSE

  • Aumento dos professores deve causar impacto de até R$ 8 bilhões

    Aumento dos professores deve causar impacto de até R$ 8 bilhões

    A Confederação Nacional dos Municípios manifestou ‘inconformidade’ com a Medida Provisória assinada nesta quarta-feira (21) que estabelece aumento de 5,4% na remuneração de profissionais da rede básica de ensino público de todo país

    A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) estima que o reajuste do piso dos professores cause impacto de até R$ 8 bilhões aos cofres municipais. Por meio de nota, a entidade “manifestou inconformidade” com a Medida Provisória (MP) assinada nesta quarta-feira (21) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que determina aumento de 5,4% na remuneração de profissionais da rede básica de ensino público de todo país.

    A entidade argumentou que a medida tem fins “oportunistas e eleitoreiros”. “É inaceitável que, após anos de silêncio diante de reajustes elevados e ilegais, agora, quando o índice sinaliza 0,37%, o governo federal se mobiliza para editar uma MP sob argumento de ‘injustiça’ no cálculo, essa incoerência fere a lógica da gestão pública responsável e evidência o uso político de um instrumento que deveria ser técnico e estável”, declarou a CNM.

    Segundo a confederação, devido as “condições fiscais e orçamentárias” de cada local, a correção do piso salarial “deve ser negociado” entre os municípios e os seus professores. A CNM ainda reiterou a “posição histórica” para que as discussões de reajuste dos salários tenham como base a inflação do ano anterior, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

    FONTE: JOVEM PAN NEWS

  • Deputada Ieda Chaves destaca Programa Mulher Protegida com apoio integral a vítimas de violência em Rondônia

    Deputada Ieda Chaves destaca Programa Mulher Protegida com apoio integral a vítimas de violência em Rondônia

    Política pública estadual oferece suporte financeiro temporário, acompanhamento psicossocial e capacitação profissional para mulheres com medida protetiva

     Medidas voltadas à proteção e à reconstrução da autonomia de mulheres em situação de violência doméstica vêm sendo executadas em Rondônia por meio do Programa Mulher Protegida, uma política pública estadual estruturada para oferecer segurança, acolhimento institucional e condições concretas de recomeço. A iniciativa foi destacada pela deputada estadual Ieda Chaves como instrumento essencial de enfrentamento à violência de gênero no estado. 

    Entre as ações previstas, está a concessão de auxílio financeiro pelo período de 12 meses, destinado a mulheres que possuem medida protetiva vigente. O programa também assegura acompanhamento psicossocial contínuo e acesso a cursos de capacitação profissional, com o objetivo de favorecer a autonomia econômica e a reinserção social das beneficiárias.

    O atendimento às mulheres ocorre de forma descentralizada. Em Porto Velho, o acesso é realizado na Central do Programa Mulher Protegida, localizada no Tudo Aqui, na região central da capital. Nos demais municípios, o serviço é ofertado por meio dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) e, na ausência destes, pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS).

    Para ingresso no programa, é exigida a apresentação de documento de identidade, CPF, medida protetiva em vigor, número do NIS vinculado ao Cadastro Único e comprovante de residência. As informações são utilizadas para validação do atendimento e inclusão nos benefícios previstos pela política pública estadual.

    A divulgação do programa tem sido apontada como fator relevante para ampliar o alcance da iniciativa, considerando que o acesso à informação pode ser decisivo para mulheres que buscam romper ciclos de violência e garantir proteção institucional. 

    FONTE: RONDONIA DINAMICA

  • Inscrições para 274,8 mil vagas do Sisu terminam nesta sexta-feira

    Inscrições para 274,8 mil vagas do Sisu terminam nesta sexta-feira

    Podem concorrer participantes das últimas três edições do Enem

    Os interessados em participar do processo seletivo de 2026 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) podem se inscrever até esta sexta-feira, 23 de janeiro. 

    Uma das novidades desta edição é que quem participou de pelo menos uma das três últimas edições do Enem – 2023, 2024 e 2025 – pode se inscrever para concorrer a vagas oferecidas pelas instituições que aderiram ao processo seletivo. É obrigatório, ainda, já ter concluído o ensino médio. 

    O Sisu 2026 oferecerá 274,8 mil vagas em 7.388 cursos de 136 instituições públicas de ensino superior – a maior oferta da história, de acordo com o Ministério da Educação (MEC). 

    Como participar do Sisu

    A inscrição para o Sisu é gratuita. O candidato deverá realizá-la exclusivamente pela internet, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

    O participante poderá se inscrever em até dois curso e indicar sua preferência como primeira e segunda opção.

    Ao se inscrever, é preciso preencher, obrigatoriamente, um cadastro socioeconômico. Aquele candidato que deseja concorrer às modalidades de reserva de vagas, previstas na Lei de Cotas e nas ações afirmativas próprias das instituições, deve fazer a opção no momento da inscrição.

    Como é feita a seleção

    A seleção do candidato será com base na nota do Enem de 2023 a 2025 que resulte na melhor média ponderada, de acordo com a opção de curso. O participante não pode ter tirado nota zero na redação.

    Aos candidatos que participaram de mais de uma das últimas edições do Enem, o sistema de inscrição do Sisu selecionará automaticamente a edição que oferece a melhor média ponderada para cada opção de curso escolhida. 

    As notas de treineiros (estudantes que não terminaram o ensino médio e fazem o exame apenas para autoavaliação) não serão consideradas.

    O resultado da única chamada regular será divulgado em 29 de janeiro, conforme prevê o edital

    Vagas 

    Na edição com número recorde de vagas, o MEC destaca que o Sisu 2026 incluiu novos campi no processo seletivo e a ampliou os cursos de tecnologia, inteligência artificial e licenciaturas. 

    Considerado apenas as vagas reservadas, no contexto da Lei de Cotas e demais ações afirmativas próprias das instituições de ensino, são mais de 148,9 mil vagas para pretos, pardos, indígenas, quilombolas, estudantes egressos de escolas públicas ou comunitárias, além de pessoas com deficiência. Este quantitativo corresponde a 54,3% de todas as vagas disponibilizadas.

    Sobre os cursos, mais de 73 mil são para cursos de licenciaturas presenciais de 18 áreas. Os estudantes que optarem por esses cursos poderão se inscrever no programa Pé-de-Meia Licenciaturas e terão direito ao incentivo financeiro mensal no valor de R$ 1.050, durante todo o curso.

    A universidade com o maior número de vagas no Sisu é a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com 9.120 vagas. Em seguida, estão a Universidade Federal Fluminense (UFF), com 8.931; e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), 8.005.

    A lista dos cursos com mais vagas é liderada por pedagogia, com 10.145 oportunidades. Na segunda posição, está o curso de administração (9.462) e, na sequência, matemática (9.332 vagas).

    Ferramenta

    Para apoiar os estudantes no processo de escolha do curso, o portal do Sisu disponibiliza a consulta às vagas de cursos por instituição, município, turno, grau acadêmico e modalidade de concorrência. A plataforma possibilita acompanhar as informações como número de vagas e notas de corte parciais, durante o período de inscrições do Sisu.

    Sisu

    O programa federal tem como objetivo de ampliar o acesso dos estudantes do ensino médio a instituições públicas de educação superior, por meio do Enem. O Sisu reúne as vagas ofertadas por instituições públicas de educação superior do Brasil que aderiram ao processo seletivo. A maioria das instituições participantes é da rede federal de educação superior, com destaque para universidades e institutos federais.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

  • Deputada Cláudia de Jesus pede mudanças no concurso da Seduc para garantir justiça e inclusão

    Deputada Cláudia de Jesus pede mudanças no concurso da Seduc para garantir justiça e inclusão

    Indicações tratam da prova de títulos, inclusão de candidatos indígenas e fortalecimento das bibliotecas.

    A deputada estadual Cláudia de Jesus protocolou, nesta quinta-feira, uma série de indicações ao Governo de Rondônia solicitando alterações no edital do novo concurso da Seduc. O objetivo da parlamentar é assegurar que o certame seja mais inclusivo e valorize adequadamente a formação dos profissionais da educação. Entre as principais mudanças propostas estão ajustes na pontuação acadêmica e a criação de cotas étnico-culturais.

    A parlamentar argumenta que o concurso precisa de critérios mais amplos na prova de títulos. Atualmente, Cláudia de Jesus defende que pós-graduações em áreas específicas, como Matemática, História e Geografia, recebam a mesma pontuação que as especializações gerais em Educação. Para a deputada, o reconhecimento da formação técnica do docente é fundamental para elevar o nível do ensino na rede pública estadual.

    Inclusão de indígenas e novos cargos na rede estadual

    Outro ponto central das indicações para o concurso da Seduc é a reserva de vagas para candidatos indígenas. A proposta visa promover a equidade e o respeito à diversidade étnica de Rondônia, garantindo que as comunidades tradicionais tenham representatividade no quadro funcional da secretaria. “O concurso deve ser um instrumento de justiça social e inclusão para todos os povos do nosso estado”, afirmou a parlamentar durante a apresentação das medidas.

    Além disso, Cláudia de Jesus sugeriu a inclusão de vagas para o cargo de bibliotecário. A deputada ressalta que o fortalecimento das bibliotecas escolares é um passo essencial para melhorar os índices de leitura e aprendizado. Segundo a indicação, a presença de profissionais qualificados na gestão desses espaços é uma carência que o concurso da Seduc tem a oportunidade de suprir neste novo ciclo de contratações.

    Mudança na etapa da prova de títulos

    A deputada também propõe que o envio de documentos da prova de títulos no concurso da Seduc ocorra somente após as etapas eliminatórias. Como essa fase possui caráter apenas classificatório, a alteração evitaria burocracias desnecessárias para candidatos que não avançarem nas provas objetivas e discursivas.

    As indicações seguem agora para análise técnica da Secretaria de Estado da Educação e do Poder Executivo. Cláudia de Jesus reforçou que continuará acompanhando o desdobramento das propostas para garantir que o concurso da Seduc reflita as necessidades reais da comunidade escolar. A expectativa é que as retificações sejam publicadas antes do início das inscrições, tornando o certame um marco de transparência e valorização.

    FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR –  ALE/RO DECOM

  • Chefe da Otan diz que permanência da Groenlândia na Dinamarca não foi discutida com Trump

    Chefe da Otan diz que permanência da Groenlândia na Dinamarca não foi discutida com Trump

    Rutte declarou que o tema não fez parte da pauta do diálogo no qual foi definida a base de um possível acordo envolvendo a Groenlândia e a região do Ártico

    O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte, afirmou nesta quarta-feira (21) que a permanência da Groenlândia na Dinamarca não foi abordada durante conversa com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realizada mais cedo no mesmo dia.

    Em entrevista ao programa Special Report with Bret Baier, da Fox News, Rutte declarou que o tema não fez parte da pauta do diálogo no qual foi definida a base de um possível acordo envolvendo a Groenlândia e a região do Ártico.

    Horas antes, Trump havia surpreendido ao mencionar a possibilidade de usar tarifas de importação como instrumento de pressão para assumir o controle da Groenlândia. No entanto, no fim da tarde, ele recuou das ameaças e afirmou que o entendimento ainda está em construção e que novas rodadas de negociação serão realizadas.

    “Após uma reunião muito produtiva com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, definimos a estrutura de um futuro acordo referente à Groenlândia e, na verdade, a toda a região do Ártico. Essa solução, se concretizada, será excelente para os Estados Unidos da América e para todos os países da OTAN. Com base nesse entendimento, não imporei as tarifas que entrariam em vigor em 1º de fevereiro”, escreveu Trump.

    Em discurso em Davos, na Suíça, o presidente também descartou o uso de força militar na região e afirmou que Europa “não está na direção certa”, em relação a questão da Groenlândia.

    “Eu amo a Europa e quero ver a Europa ir bem, mas ela não está indo na direção certa. Acho que chegaremos a um acordo em que a Otan ficará muito feliz e nós ficaremos muito felizes. Mas precisamos dela para fins de segurança. Precisamos dela para a segurança nacional”, disse ele.

    A Groenlândia tem posição estratégica no Ártico, região que ganhou importância geopolítica nos últimos anos devido a rotas marítimas, exploração de recursos naturais e presença militar.

    O tema já provocou reações de autoridades dinamarquesas e europeias em ocasiões anteriores.

    FONTE: REUTERS

  • Governo quer que Enamed seja exame de proficiência para médicos

    Governo quer que Enamed seja exame de proficiência para médicos

    Medida precisa passar pelo congresso e valeria para edições futuras

    O governo federal vai propor ao Congresso Nacional que o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) se torne também um exame de proficiência, para determinar se o médico recém-formado está apto a exercer a medicina. 

    A proposta prevê que o registro profissional dos médicos dependa do desempenho nesta avaliação.

    De acordo com o ministro da Saúde Alexandre Padilha, o governo quer aproveitar que o Congresso já está discutindo a criação de um exame de proficiência médica para apresentar essa proposta como mais vantajosa:

    “Primeiro porque ele [o exame] vai ser feito no segundo, no quarto e no sexto ano (de faculdade), ou seja, ele avalia o progresso. E ele é feito pelo Ministério da Educação, que tem como interesse principal a formação médica, e não por outra entidade que possa ter qualquer outro interesse com relação a isso”, declarou o ministro em coletiva de imprensa no Rio de Janeiro.

    Padilha esclareceu que a proposta só pode entrar em vigor após uma mudança na legislação brasileira, portanto, valeria para edições futuras do Enamed e não para a edição de 2025, que teve o seu resultado divulgado esta semana. O ministro também rebateu as acusações de que o exame tenha mostrado uma realidade catastrófica da formação médica no Brasil.

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    “A grande maioria dos estudantes tiveram um resultado muito positivo e mesmo nas instituições que foram mal avaliadas, você tem alunos que tiveram um resultado muito positivo”, destacou o ministro.

    “Mais importante que o Enamed são as medidas para melhorar essas instituições (que não tiveram bom desempenho) e se elas não melhorarem, elas não vão poder fazer mais vestibular, não vão poder ampliar vagas e talvez não possam nem mais funcionar”, defendeu o ministro.

    De acordo com Padilha, o Enamed é apenas uma das iniciativas tomadas recentemente para aprimorar a formação médica, assim como a aprovação de novas diretrizes curriculares e a criação do Exame Nacional de Residência – Enare, prova unificada para cursos de residência de todo o país, que a partir deste ano passa a aceitar a nota do Enamed como forma de ingresso.

    Exame de proficiência

    A hipótese de utilizar o Enamed como exame de proficiência foi levantada pelo Conselho Federal de Medicina, mas o CFM estuda fazer isso ainda com os resultados de 2025, impedindo o registro dos formandos que tenham obtido nota insuficiente no exame. Para a entidade, o resultado do Enamed aponta um “problema estrutural gravíssimo” na formação médica do país, já que cerca de um terço dos cursos tiveram desempenho insuficiente, a maioria da rede privada ou municipal.

    Por outro lado, a Associação Brasileira de Médicos Pós-Graduados (Abramepo) defende que a utilização do Enamed já realizado como prova de proficiência pelo CFM seria “usurpação de funções” e “oportunismo midiático”.

    “A reprovação de 30% dos cursos de medicina e o baixo desempenho de milhares de formandos confirmam um cenário que a entidade vem denunciando: a precarização do ensino e a necessidade urgente de uma vigilância estatal mais rígida sobre a qualidade da formação médica no Brasil. O que não se pode admitir é que uma autarquia de classe atue como um “segundo filtro” acadêmico, extrapolando suas atribuições éticas para criar barreiras ao trabalho”, declarou a Abramepo em nota.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL