Categoria: Policia

  • PF faz operação contra quadrilha suspeita de movimentar toneladas de cocaína em RO e outros quatro estados

    PF faz operação contra quadrilha suspeita de movimentar toneladas de cocaína em RO e outros quatro estados

    A Polícia Federal iniciou, nesta terça-feira (23), uma operação para desmontar uma organização criminosa suspeita de tráfico de drogas entre estados. Ao todo, foram cumpridos 94 mandados, entre prisões e buscas, em cinco estados.

    Segundo a PF, foram cumpridos 47 mandados judiciais: 20 de prisão preventiva e 27 de busca e apreensão. As ordens foram expedidas pela Justiça de Porto Velho (RO) e cumpridas em cidades de Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Minas Gerais e São Paulo.
    Os investigados podem responder por tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem passar de 40 anos de prisão. Os nomes não foram divulgados.

    De acordo com a PF, o grupo atuava na logística, transporte, armazenamento e distribuição de drogas, com atuação em vários estados. Também há indícios de ligação com outra organização criminosa, além da possível participação de um servidor público.
    A investigação começou em janeiro de 2025, depois da prisão em flagrante de um homem que transportava cerca de 797 quilos de cocaína em um caminhão frigorífico. A análise de celulares apreendidos ajudou a avançar no caso.

    Durante a apuração, foram registradas várias apreensões de drogas em diferentes estados, chegando a quase duas toneladas ao todo. A PF também identificou movimentações financeiras suspeitas, com uso de terceiros e possíveis indícios de lavagem de dinheiro.
    Durante a operação, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie, equipamentos eletrônicos, armas e munições. Todo o material será analisado e pode ajudar a identificar outros envolvidos. As investigações seguem em andamento.

    Fonte: g1 RO

  • JI-PARANÁ: ABORDAGEM DE ROTINA DA PMRO RESULTA EM CUMPRIMENTO DE MANDADO DE PRISÃO

    Uma ação de rotina realizada pela Polícia Militar na manhã desta terça-feira, 22, resultou no cumprimento de um mandado de prisão em aberto no bairro Jorge Teixeira, em Ji-Paraná.

    Por volta das 9h, uma guarnição de Rádio Patrulha realizava patrulhamento ostensivo pela região quando efetuou a abordagem de um indivíduo. Durante os procedimentos padrão de identificação e consulta aos sistemas de segurança pública, os policiais constataram a existência de uma ordem judicial de prisão em desfavor do abordado.

    Após a confirmação do mandado expedido pela 2ª Vara Criminal de Ji-Paraná, com pena restante de sete anos pelo crime de roubo, o homem foi conduzido para a realização do exame de corpo de delito e, posteriormente, apresentado ao Presídio Central, onde ficou à disposição da Justiça.

    A ação evidencia a importância das abordagens realizadas pela Polícia Militar durante o patrulhamento preventivo. Além de contribuir para a prevenção de crimes e aumentar a sensação de segurança da população, as fiscalizações permitem a identificação de pessoas com pendências judiciais, possibilitando o cumprimento de mandados de prisão e a retirada de foragidos das ruas.

    Texto: Seção de Comunicação Social – P5 do 2º BPM

    Fonte: Polícia Militar de Rondônia

    Foto: Ilustrativa

  • Policiais penais participam de cursos de combate veicular e tecnologias não letais em Nova Mamoré e Guajará-Mirim

     

    Os cursos de Combate Veicular e Técnicas e Tecnologias Não Letais (TTNL) fortaleceram a atuação dos policiais penais em situações de risco e alta complexidade

     

    O aprimoramento, como condição especial na atuação dos policiais penais marcou a realização dos cursos de Combate Veicular e de Técnicas e Tecnologias Não Letais (TTNL) – Agentes Químicos, promovidos pelo governo de Rondônia, junto à Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), por meio da Escola Estadual de Serviços Penais (Esep), entre os dias 15 e 19 de junho. As capacitações ocorreram na Regional I, contemplando os municípios de Nova Mamoré e Guajará-Mirim com o objetivo de aprimorar conhecimentos técnicos, protocolos de segurança e estratégias de atuação em situações de alto risco.

    Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a iniciativa tem o objetivo de  ampliar a qualificação dos profissionais do sistema penitenciário, proporcionando mais competências técnicas para o enfrentamento de ocorrências que envolvam confrontos armados, deslocamentos operacionais e o uso diferenciado da força. A ação integra a política permanente de capacitação desenvolvida pela Sejus, voltada ao aperfeiçoamento da segurança pública e à valorização dos servidores que atuam na linha de frente do sistema prisional.

    TÉCNICAS PARA ATUAÇÃO EM CENÁRIOS DE RISCO

    Durante o Curso de Combate Veicular, os participantes receberam instruções voltadas à atuação segura em cenários de conflito armado envolvendo veículos, incluindo protocolos operacionais, técnicas de tiro, movimentação tática, contra-emboscada e reação imediata. A formação também enfatizou a importância da consciência situacional e da adoção de procedimentos que contribuam para a sobrevivência e eficácia dos policiais em situações reais.

    Segundo a diretora da Esep, Vanessa Krause a capacitação representa um avanço importante para a formação continuada dos policiais penais. “O objetivo é oferecer treinamentos alinhados às demandas atuais da atividade policial penal. Durante os cursos são  habilidades técnicas e operacionais essenciais são aprimoradas para que os servidores atuem com mais segurança, preparo e eficiência em diferentes contextos profissionais.”

    USO DIFERENCIADO DA FORÇA

    O Curso de Técnicas e Tecnologias Não Letais (TTNL) – Agentes Químicos abordou aspectos legais, doutrinários e operacionais relacionados ao uso diferenciado da força, além da aplicação adequada de instrumentos de menor potencial ofensivo. A capacitação reforçou também a importância do respeito aos direitos humanos e da utilização proporcional dos recursos disponíveis pelos agentes responsáveis pela aplicação da lei.

    Para o secretário da Sejus, Marcus Rito, a qualificação dos servidores é uma ferramenta estratégica para reforçar a atuação institucional. “Esses cursos ampliam conhecimentos, evidenciam a atuação profissional e garantem que os servidores estejam preparados para agir com técnica, responsabilidade e segurança em qualquer situação,” ressaltou.

    CAPACITAÇÃO ESPECIALIZADA

    As atividades foram conduzidas pelos policiais penais Diego Salles, Diego Duarte e Halan da Silva. A programação contemplou aulas teóricas e práticas, proporcionando aos participantes experiências voltadas ao aperfeiçoamento operacional e à aplicação dos conhecimentos adquiridos em situações reais de serviço.

    Fonte: Governo do Estado de Rondônia.

  • Operação Saturação reforça segurança e fiscalização em unidades prisionais de Porto Velho

    Com objetivo de reforçar a segurança no sistema prisional o governo de Rondônia realizou, entre os dias 4 e 14 de junho, a Operação Saturação em unidades prisionais de Porto Velho, com revistas gerais e ações de fiscalização que mobilizaram cerca de 60 policiais penais. A iniciativa ampliou o controle interno das unidades e reforçou o acompanhamento dos submetidos à monitoração eletrônica, contribuindo para a prevenção de ilícitos e o fortalecimento da ordem pública.

    A ação integra as estratégias permanentes de segurança desenvolvidas pela Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), com foco na manutenção da disciplina e fortalecimento das medidas de controle nas unidades prisionais. Durante a operação, foram realizadas inspeções estruturais e fiscalizações voltadas ao cumprimento das determinações judiciais por monitorados eletronicamente.

    PLANEJAMENTO E ATUAÇÃO INTEGRADA

    As ações foram coordenadas pela Sejus e executadas pelo Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (Gape), Gerência Especializada em Operações Penais (Geop) e Unidade de Monitoramento Eletrônico do Sistema Prisional (Umesp).

    Segundo o gerente de Operações Penais da Sejus, Reginaldo Barbosa Lima, a Operação Saturação é uma ferramenta estratégica que permite uma atuação intensiva e coordenada das equipes. “Além de identificar possíveis vulnerabilidades, conseguimos reforçar os protocolos de segurança e ampliar o controle sobre situações que possam comprometer a ordem e a disciplina no ambiente prisional”, pontuou.

    O secretário da Sejus, Marcus Rito, destacou que o trabalho integrado das equipes fortalece o controle das unidades e contribui diretamente para a preservação da ordem, da segurança dos servidores e das pessoas privadas de liberdade.

    Cronograma da Operação Saturação:

    04/06 – Penitenciária Estadual Jorge Thiago Aguiar Afonso
    05/06 – Penitenciária Estadual Edvan Mariano Rosendo
    06/06 – Penitenciária de Médio Porte (Pandinha)
    07/06 – Centro de Detenção Provisória de Porto Velho
    08/06 – Penitenciária Estadual Aruana e Colônia Agrícola Penal Ênio dos Santos Pinheiro
    09/06 – Penitenciária Estadual Milton Soares de Carvalho
    10/06 – Centro de Ressocialização Vale do Guaporé
    11/06 – Penitenciária Estadual Jorge Thiago Aguiar Afonso
    12/06 – Fiscalização da Unidade de Monitoramento Eletrônico do Sistema Prisional
    13/06 – Fiscalização da Unidade de Monitoramento Eletrônico do Sistema Prisional
    14/06 – Fiscalização da Unidade de Monitoramento Eletrônico do Sistema Prisional

    Fonte: Governo do Estado de Rondônia.

  • BOPE apreende armas, drogas sintéticas e munições durante operação em Porto Velho

    A Polícia Militar de Rondônia, por meio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), realizou na noite de segunda-feira (22), a apreensão de armas de fogo, drogas sintéticas, munições e acessórios utilizados por criminosos em Porto Velho. A ocorrência foi registrada por volta das 23h30, durante a Operação Maximus, em um imóvel conhecido como antiga boate “Papo de Esquina”, na rua Algodoeiro.

    Segundo a Polícia Militar, as diligências foram desencadeadas após a prisão de R.M.C. e R.D.S., investigados por envolvimento com o tráfico de drogas. Durante as apurações, os policiais identificaram indícios de que uma quantidade maior de entorpecentes e materiais ilícitos estaria escondida no mesmo complexo de imóveis utilizado pelo grupo.

    No local, os militares encontraram C.O.S., apontado como responsável pela guarda dos materiais ilícitos. Durante as buscas, foram localizados compartimentos subterrâneos utilizados para ocultar drogas, armas e acessórios.

    Os policiais apreenderam cerca de 584 gramas de comprimidos de ecstasy e 89 gramas de maconha, além de uma pistola Taurus PT100 calibre .40 com 11 munições, uma pistola Taurus TS9 calibre 9 mm com numeração raspada e 17 munições, e uma carabina Rossi calibre 9 mm acompanhada de 14 munições intactas.

    Também foram recolhidas uma balança de precisão e três miras de aumento para armamentos longos. Conforme a PM, a forma de armazenamento dos materiais demonstra elevado grau de organização criminosa, indicando que o local funcionava como depósito clandestino para drogas e armamentos.

     

    Diante dos fatos, C.O.S. recebeu voz de prisão e foi encaminhado à autoridade policial, juntamente com todo o material apreendido. A ação retirou de circulação significativa quantidade de drogas, armas e munições, reforçando o combate ao tráfico e à criminalidade armada na capital.

    Jornalista Lenilson Guedes

  • Professora é presa por engano em escola de Rondônia após erro em processo de Goiás: ‘Humilhação’

    Um erro em processo judicial de Goiás fez a pedagoga Suelen da Cruz Nunes, de 36 anos, ser presa por engano dentro da escola onde trabalha, em Vilhena (RO), na última semana. O nome dela foi incluído indevidamente no banco de mandados de prisão como devedora de pensão alimentícia.

    “Eu não estava acreditando naquela situação. Me senti muito humilhada. Saber que eu fui levada do meu trabalho. Todo mundo ficou olhando, questionando: ‘O que aconteceu? A professora está sendo presa?’”, comenta.
    O mandado de prisão foi expedido pela 1ª Vara de Família e Sucessões de Aparecida de Goiânia (GO), cidade onde Suelen nunca esteve. A advogada Wilma Fernandes informou que o número do CPF da professora foi informado incorretamente no processo, gerando a prisão indevida.

    O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) alega que o erro ocorreu na petição inicial do processo. Segundo o órgão, assim que a falha foi percebida, foi registrada nos autos e as medidas necessárias para a correção cadastral foram adotadas (veja a nota na íntegra ao final da reportagem).
    De acordo com o relato da professora, quando os policiais chegaram, ela estava em aula. Foi retirada da sala e questionada sobre o seu nome, data de nascimento e outros dados. Todos bateram com as informações que constavam no mandado de prisão.

    Suelen é professora em duas escolas municipais de Vilhena (RO), divorciada e tem uma filha de oito anos, autista nível 2 de suporte, que mora com ela desde o divórcio. O pai da menina vive no Mato Grosso, tem contato com a criança e paga a pensão regularmente.
    O verdadeiro alvo do mandado é uma moradora de Aparecida de Goiânia que tem o nome e sobrenome semelhante ao de Suelen, mas com a grafia diferente.
    Apesar de explicar que não tinha como ser a pessoa que os policiais procuravam, a pedagoga foi levada à delegacia e, na sequência, para o presídio feminino.

    “Nunca imaginei estar numa cela de prisão. Eu sempre trabalhei, sempre fui honesta. Trabalho em duas escolas para ter alguma coisa para dar para minha filha”, lamenta.
    Suelen relatou que ficou em uma cela muito pequena, dividindo o espaço com outra detenta, sem colchão, sem acesso à água e com fome, já que chegou após o horário do almoço.
    “Lá na cela é um sentimento de impotência. Eu me sentia um nada”, relembra a professora.
    A pedagoga ficou presa por cerca de 12 horas, até que sua advogada conseguiu o alvará de soltura. Os policiais chegaram à escola por volta das 11h da manhã de terça-feira (16), e a pedagoga só foi liberada perto das 23h. Segundo Wilma, foi preciso muita insistência e pressão junto às autoridades para garantir a liberação.

    “Após inúmeras tentativas e muitos atendimentos via chatbox, consegui falar diretamente com o assessor do juiz que expediu o mandado de prisão. Conseguimos provar que a pessoa presa não era a real devedora. Após provar esses fatos, o juiz, já após o horário de expediente, emitiu o alvará de soltura”, explica a advogada.
    Suelen e a advogada afirmam que pretendem entrar com ação judicial por danos morais.
    “Pelos prejuízos, danos causados, pelo abalo emocional e psicológico sofrido, não somente pela Suelen, mas tbm por toda a família e os amigos que sofreram junto com a situação”, relata Wilma.
    Em nota, a Defensoria Pública do Estado de Goiás informou que sua atuação se baseou no termo de declarações assinado pela pessoa atendida, documento que contém os dados pessoais utilizados para validação. A instituição afirmou ainda que, ao ser comunicada sobre o ocorrido, adotou todas as providências necessárias para resolver a situação.

    O Tribunal de Justiça do Estado de Goiás informa que o processo tramita em segredo de justiça, razão pela qual não é possível divulgar detalhes das partes, dos atos processuais ou do conteúdo dos autos.
    No entanto, de acordo com as informações apuradas junto à unidade judiciária responsável, a expedição do mandado decorreu de uma inconsistência cadastral constante da petição apresentada no processo, com indicação equivocada de CPF. Tão logo a situação foi identificada, o equívoco foi informado nos autos e as providências necessárias para a correção cadastral foram adotadas.
    O TJGO esclarece que os atos judiciais são praticados com base nas informações constantes dos processos e que, em casos sob segredo de justiça, eventuais correções e providências devem observar os limites legais de sigilo e a tramitação regular dos autos.

    Fonte: g1 RO

  • BPFRON PARTICIPA DE INSTRUÇÃO SOBRE USO DIFERENCIADO DA FORÇA E EMPREGO DA TASER X2 NO CENTRO DE ENSINO DA PMRO

    Na manhã desta segunda-feira, 22 de junho de 2026, policiais militares do Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFRON) participaram do Programa de Treinamento de Arma Eletroeletrônica de Incapacidade Neuromuscular – TASER X2, realizado no Centro de Ensino da Polícia Militar de Rondônia.
    A capacitação foi ministrada pela equipe de instrução composta pelo Major PM Nascimento e auxiliares, com apoio da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (SESDEC), visando ao aperfeiçoamento técnico e operacional dos policiais militares quanto ao emprego dos Instrumentos de Menor Potencial Ofensivo (IMPO).
    Durante a instrução, os militares receberam conhecimentos teóricos e práticos acerca do Uso Diferenciado da Força (UDF), abordando aspectos legais, doutrinários, operacionais e táticos relacionados à utilização da arma eletroeletrônica de incapacitação neuromuscular TASER X2.

    No módulo específico da TASER X2, os participantes receberam instruções sobre o funcionamento do equipamento, regras de segurança, critérios técnicos de emprego, tomada de decisão, leitura comportamental do abordado, distâncias operacionais adequadas, alinhamento dos lasers, incapacitação neuromuscular e procedimentos de segurança durante o disparo.
    A instrução destacou ainda a importância da avaliação do ambiente operacional, identificação de riscos de quedas e traumas secundários, análise do comportamento do suspeito, bem como a adoção de técnicas de aproximação, contenção e algemação após o emprego do dispositivo.

    Ao final da capacitação, os participantes realizaram exercícios práticos voltados ao manejo operacional da TASER X2, permitindo a aplicação dos conhecimentos adquiridos em cenários simulados, reforçando a tomada de decisão e a atuação proporcional diante das diversas situações enfrentadas na atividade policial.
    A Polícia Militar de Rondônia segue investindo na qualificação permanente de seu efetivo, buscando o aperfeiçoamento técnico e a valorização profissional dos policiais militares, contribuindo para uma atuação cada vez mais segura, eficiente e alinhada aos princípios de preservação da vida e respeito aos direitos fundamentais.

    Fonte: Seção de Comunicação Social do BPFRON/PMRO

  • Polícia Militar de Rondônia aplica duro golpe ao tráfico e apreende mais de 328 kg de drogas em Cacoal

    A Polícia Militar de Rondônia apreendeu, nesta segunda-feira (22), cerca de 328 quilos de entorpecentes durante uma operação realizada no bairro Novo Horizonte, em Cacoal. A ação resultou na prisão de um casal suspeito de armazenar drogas para uma organização criminosa.

    Após denúncia, policiais do 4º BPM passaram a monitorar uma residência na Avenida Malaquita. Durante a vigilância, abordaram W. de S., que portava uma pequena porção de maconha e admitiu guardar drogas no imóvel em troca de R$ 8 mil.

    Nas buscas, os militares localizaram grande quantidade de entorpecentes distribuída em vários cômodos da casa, além de balança de precisão, embalagens e porções prontas para comercialização. Após conferência e pesagem, foram apreendidos 294 tabletes de maconha, totalizando aproximadamente 304,4 kg, e 23 tabletes de crack, com peso de cerca de 24,15 kg.

    Segundo a ocorrência, I. C., companheira do suspeito, também foi presa por haver indícios de conhecimento e participação na atividade ilícita. Durante os procedimentos, surgiram informações que apontam possível ligação da carga apreendida com integrantes de facção criminosa, fato que será investigado pela Polícia Civil.

     

    A ocorrência integra a Operação “Brasil Contra o Crime Organizado”, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A ação reforça o compromisso da Polícia Militar de Rondônia no combate ao tráfico de drogas e à criminalidade organizada.