Autor: Garcia

  • Mega-Sena sorteia prêmio acumulado em R$ 8 milhões nesta terça-feira

    As seis dezenas do concurso 3.004 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

    O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 8 milhões.

    O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

    As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas lotéricas em todo o país ou pela internet, no site Loterias Caixa.

    O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

    Fonte: Agência Brasil

  • Uniões homoafetivas completam 15 anos de reconhecimento pelo STF

    Uniões homoafetivas completam 15 anos de reconhecimento pelo STF

    No dia 5 de maio de 2011, há exatos 15 anos, uma decisão unânime dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu uniões homoafetivas como núcleos familiares com os mesmos direitos de casais heterossexuais.

    A decisão não só abriu portas para garantir benefícios de uma união estável – como herança, garantias fiscais, previdenciárias e de saúde –, como também marcou o início de uma década e meia de conquistas e avanços sociais.

    O presidente do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI+, Claudio Nascimento, foi um dos primeiros converter a união estável em casamento pela justiça do Rio de Janeiro, em 2011.

    Ele relembra as dificuldades que enfrentou após o falecimento de seu companheiro nos anos 1990, vítima da de HIV:

    “Quando alguém falecia, [a família] vinha como urubu na carniça, em cima do que foi construído de patrimônio pelos dois companheiros ou companheiras. Isso foi um processo bastante doloroso para toda a comunidade LGBT nas décadas de 1980, 1990 e anos 2000 e, durante esse período, batalhamos demais para que esse direito fosse alcançado.”

    Antes da decisão, não havia uma jurisprudência consolidada sobre o reconhecimento da união homoafetiva, e os casos dependiam da interpretação de cada juiz.

    Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010 cerca de 58 mil casais homoafetivos viviam em união estável. Já no último Censo, realizado em 2022, esse número saltou para 480 mil.

    Garantias legais
    O casal Luiz Carlos de Freitas e Nelson de Castro estão juntos há 28 anos (imagem em destaque). Eles contam que a decisão de formalizar a união em 2011 foi algo mais simbólico do que propriamente prático.

    Luiz Carlos, ativista e um dos fundadores do Grupo Arco-Íris, conta que a ausência de garantias legais para casais homoafetivos fez com que ele e o marido buscassem outras alternativas.

    “Tivemos de adotar medidas preventivas de proteção patrimonial, como seguro de vida, registro de bens em nome de ambos, testamento e outras providências orientadas por advogados. Com o reconhecimento legal, passamos a ter maior segurança jurídica e a certeza de que os riscos de litígios familiares, motivados pela não aceitação da nossa relação, tornaram-se muito menores”.

    No dia a dia, ele reafirma a relação com naturalidade nos espaços sociais que frequenta entre vizinhos, colegas de trabalho, amigos e familiares. Luiz Carlos sente que a recepção mudou nos últimos 15 anos para um cenário de maior respeito, legitimidade e normalização.

    “Buscamos contribuir por meio de ações pontuais, como participação em debates, palestras e iniciativas comunitárias. São intervenções localizadas, mas que, cumulativamente, participam da reconfiguração do imaginário social.”

    Luiz Carlos reforça que a luta por igualdade plena não acabou, e que vários desafios relacionados à discriminação, violência e assimetrias no acesso a direitos permanecem.

    Avanços sociais
    Para Claudio Nascimento, a comunidade LGBTQIA+ ficou deixada “à própria sorte” depois da decisão do STF, sem muitos esclarecimentos sobre direitos e como eles poderiam ser aplicados.

    À época, uma preocupação dos grupos ativistas foi justamente informar e também estimular a busca pela formalização das uniões estáveis.

    “A gente entendia que era importante educar a comunidade para os seus direitos e a sociedade, também, como um todo. Então, era necessário estar ocupando diversas frentes de ação para divulgar e garantir que [a lei] fosse cumprida”.

    Com essa intenção, foram feitas campanhas na frente de cartórios, além de diversos casamentos coletivos. Algumas se tornaram as maiores cerimônias de casamento civil homoafetivo e transafetivo da história brasileira.

    Em 2015, na cidade do Rio de Janeiro, uma cerimônia reuniu 350 casais e mais de 6 mil convidados.

    Avanço mundial
    O reconhecimento no Brasil seguiu um avanço mundial em relação aos direitos de pessoas LGBTQIA+.

    Em 2009, apenas sete países permitiam o casamento entre pessoas do mesmo sexo (Bélgica, Holanda, Noruega, Espanha, Suécia, Canadá e África do Sul) e oito a união civil, com todos ou praticamente todos os direitos do casamento (Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Islândia, Suíça, Reino Unido, Nova Zelândia e Colômbia).

    Já em 2026, o casamento passou a ser legalizado em 38 países, sendo 11 só no continente Americano. Outros 11 países permitem alguma forma de reconhecimento legal da união, alternativa ao casamento.

    Decisão histórica
    Em 2013, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) editou a Resolução 175/2013, impedindo que cartórios de todo o país se recusassem a converter uniões estáveis homoafetivas em casamentos, ou a celebrar o casamento em primeira mão, sem a necessidade de uma união estável prévia.

    A decisão se tornou patrimônio documental da humanidade no Registro Nacional do Brasil, pelo Programa Memória do Mundo da Unesco.

    Outra vitória importante para garantir direitos e proteção contra violência, foi a criminalização da LGBTfobia, que entrou em vigor em 2019 e equipara a homofobia e a transfobia ao crime de racismo.

    Desafios
    Dados do IBGE indicam que, em 2022, 58% dos casais LGBTQIA+ eram formados por mulheres; e 42%, por homens. A união consensual é a mais comum, totalizando 77,6% dos casais. Seguida pelo casamento no civil (13,5%), civil e religioso (7,7%) e apenas religioso (1,2%).

    União estável e casamento têm o mesmo valor jurídico em termos de direito sucessório. Uma diferença é que a união estável não altera o estado civil, a pessoa continua solteira, divorciada ou viúva, por exemplo.

    De acordo com a advogada Marília Goes Guerini, que atua nas áreas de união estável e dupla maternidade com foco em casais LGBTQI+, a ausência de uma lei pode trazer insegurança jurídica.

    “Eu acredito que essa é a nossa principal diferença, entre ter uma lei que proteja de fato um direito constituído e ter uma decisão judicial, como é o caso da decisão de 2011 do STF e depois a resolução do CNJ, que é um órgão do poder judiciário e não tem força de lei”, aponta.

    O advogado Paulo Iotti é especialista em Direito da Diversidade Sexual e de Gênero.

    “A lei te dá mais segurança jurídica, porque é mais difícil mudar a lei do que mudar a decisão judicial, que fica aos sabores da atual composição do STF.”

    Um dos principais articuladores jurídicos para criminalizar a LGBTfobia, Lotti pontua que a ala conservadora dentro do Supremo pode representar um risco a esses direitos. Ele relembra que, em 2023, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei para proibir casamentos homoafetivos.

    “Enquanto tivermos maioria no STF, temos direitos garantidos. Isso pode mudar se as quatro nova indicações – essa que está em aberto e outras três, de 2029 e 2030 – indicarem juristas reacionários ao STF.”

    Marília Goes Guerini defende que uma das pautas mais urgentes para a comunidade LGBT é a regulamentação de uma legislação específica, uma alteração no Código Civil que inclua o casamento e regulamentação da parentalidade.

    “Eu acho que o mais importante de tudo para nós é, de fato, a regulamentação, é a visibilidade, é que o Legislativo olhe para a nossa comunidade como olha para as dores de qualquer outra comunidade, para qualquer outra minoria”, concluiu.

    Fonte: Agência Brasil

  • CONHECIDO COMO “PORTUGA DO CV” É PRESO COM DROGAS E RESISTE A PRISÃO

    Porto Velho (RO) – Na noite de ontem, durante patrulhamento no Bairro Socialista, uma guarnição do 5º BPM recebeu denúncias anônimas sobre um indivíduo conhecido como “Portuga do CV”, que estaria comercializando drogas no beco Milagres, no bairro Rosalina de Carvalho.

    Ao chegar ao local, o suspeito tentou fugir pulando cercas e se escondendo entre residências, mas foi alcançado. Durante a abordagem, reagiu de forma violenta contra os policiais, sendo necessário o uso de instrumento de menor potencial ofensivo e força moderada para contê-lo.

    Após a contenção, foi identificado pelas iniciais E.E.P.S.. Com ele, foram encontrados uma porção grande e seis invólucros de substância análoga ao crack, uma balança de precisão e dinheiro em espécie, caracterizando tráfico de drogas, além do crime de resistência.

    O conduzido recebeu atendimento médico na UPA Leste devido a escoriações e, posteriormente, foi apresentado na DEFLAG para as providências cabíveis.

    Fonte: Jesinara – Polícia Militar de Rondônia

  • Policial militar de folga impede feminicídio após intensa troca de tiros em Porto Velho

    Na madrugada do último dia 3 de maio de 2026, uma ação rápida e decisiva de um policial militar de folga evitou o que poderia ter sido mais um caso de feminicídio em Porto Velho. O caso ocorreu por volta das 3h, na rua Benedito Inocêncio, nas proximidades da avenida Guaporé, no bairro Três Marias.

    De acordo com informações repassadas pelo Centro Integrado de Operações Policiais (CIOP), equipes do Setor 13 do 5º Batalhão da Polícia Militar foram acionadas após relatos de uma intensa troca de tiros na região. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram um veículo Chevrolet Onix abandonado sobre a calçada, com diversas marcas de disparos de arma de fogo — incluindo perfurações no capô, para-brisa, teto e vidros estilhaçados.

    Durante a ocorrência, o cabo da Polícia Militar Castro Aguiar, lotado no 5º BPM, relatou que estava em sua residência quando ouviu entre oito e dez disparos. Ao sair para verificar a situação e acionar o serviço de emergência, deparou-se com sua vizinha, que informou que seu veículo havia sido atingido por tiros em frente à casa.

    Enquanto conversavam, o suspeito — identificado como ex-companheiro da vítima — chegou ao local em um automóvel e, armado com uma pistola calibre 9mm, iniciou uma sequência de disparos contra a mulher e também contra o policial. Diante da agressão iminente, o cabo Castro Aguiar agiu com rapidez: abrigou-se junto à vítima atrás de um veículo e revidou os disparos utilizando sua arma institucional.

    Mesmo sob intenso confronto, o policial conseguiu conter o avanço do agressor e impedir que a vítima fosse atingida. Em meio à troca de tiros, o suspeito tentou fugir, colidiu o carro contra o meio-fio, desceu novamente e continuou atirando, antes de finalmente abandonar o veículo e fugir do local. Segundo testemunhas, ele ainda teria rendido um motociclista de aplicativo para escapar.

    A vítima relatou que estava separada do autor há cerca de quatro meses, embora mantivessem contato recente. Ela afirmou não saber o que motivou o ataque.

    A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Técnico-Científica, que encontrou cápsulas de munição, um carregador de pistola e vestígios de sangue no interior do veículo abandonado, além de documentos pessoais do suspeito.

    O cabo Castro Aguiar informou ter efetuado 18 disparos durante a ação, conduzida em legítima defesa, conforme previsto no artigo 25 do Código Penal. Sua intervenção foi fundamental para preservar a vida da vítima e conter a ação violenta.

    O suspeito segue foragido, e o caso é tratado, em tese, como tentativa de homicídio qualificado. A Polícia Militar segue em diligências para localizá-lo.

    A atuação do policial militar, mesmo fora de serviço, demonstra preparo, coragem e compromisso com a proteção da sociedade, sendo decisiva para evitar uma tragédia anunciada.

    Fonte: Jornalista Lenilson Guedes – Dcoms PMRO

  • Deputado Fernando Máximo reforça envio de recursos para saúde e agricultura em Buritis

    Parlamentar destaca repasses já realizados e novas emendas previstas, além de parceria com o senador Marcos Rogério

    O deputado federal Fernando Máximo (PL) reforçou, por meio de publicação em suas redes sociais, o envio de recursos para o município de Buritis, com foco no fortalecimento da saúde pública, do setor produtivo rural e de ações sociais. 

    Durante a agenda no município, o parlamentar esteve ao lado do prefeito Valtair Fritz, a quem agradeceu pela parceria institucional e pela condução das demandas locais.

    De acordo com Máximo, parte dos valores já foi disponibilizada à prefeitura para investimento na saúde municipal, enquanto novos repasses devem ser efetivados nos próximos dias, ampliando a capacidade de atendimento à população.

    Na área da agricultura, o deputado destacou a destinação de emendas para apoiar associações de produtores rurais, com aquisição de implementos e maquinários. Ele também mencionou a atuação conjunta com o senador Marcos Rogério (PL), que contribui com recursos para o fortalecimento do setor no município.

    Segundo o parlamentar, parte dessas emendas deverá ser liberada no segundo semestre, conforme o cronograma de execução orçamentária, garantindo continuidade aos investimentos planejados.

    Além disso, Máximo citou o envio de recursos para a APAE de Buritis, dentro de uma iniciativa que contempla instituições em diferentes municípios de Rondônia.

    Ao final, o deputado agradeceu o apoio de vereadores e lideranças locais, destacando o trabalho conjunto para viabilizar investimentos e atender às demandas da população.

    FONTE: RONDONIA DINAMICA

  • Governo cria programa “Antes que Aconteça” para ampliar proteção às mulheres vítimas de violência

    Nova lei amplia a rede de apoio com ações de acolhimento, capacitação e medidas para reduzir feminicídios e violência doméstica

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a Lei nº 15.398, que institui o Programa Antes que Aconteça, voltado à ampliação da rede nacional de prevenção e apoio a mulheres vítimas de violência. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e entrou em vigor nesta segunda-feira (4).

    A nova lei prevê ações integradas de acolhimento, capacitação de profissionais e iniciativas de conscientização, além da ampliação de serviços especializados de atendimento às vítimas.

    Entre os principais objetivos do programa, estão:

    • Reduzir os índices de feminicídio e de violência doméstica e familiar;
    • Fortalecer a rede de atendimento, enfrentamento e proteção às mulheres;
    • Promover a autonomia econômica e o empreendedorismo feminino;
    • Educar e conscientizar a sociedade sobre a igualdade entre homens e mulheres, com foco no ambiente escolar.

    Medidas de acolhimento

    O Programa Antes que Aconteça também prevê a criação de estruturas e serviços para ampliar a proteção às vítimas. Entre as ações estão:

    • Instalação das Salas Lilás – espaços humanizados em órgãos públicos e instituições de segurança, como delegacias, destinados ao acolhimento de mulheres e meninas em situação de violência.
    • Criação de abrigos temporários de curta duração para mulheres e seus dependentes em situação de risco iminente;
    • Oferta de serviços para viabilizar o acesso de mulheres a direitos fundamentais, em caso de impossibilidade de deslocamento por meios de transporte individual ou de uso coletivo.

    Prêmio Antes que Aconteça

    A lei também institui o Prêmio Antes que Aconteça, voltado ao reconhecimento de boas práticas de órgãos e instituições públicas e privadas no enfrentamento da violência contra a mulher, conforme regulamentação a ser definida pelo governo.

    O Programa Antes que Aconteça é resultado de atuação conjunta da Bancada Feminina do Congresso Nacional, do Ministério da Justiça e Segurança Pública e dos Conselhos Nacionais de Justiça e do Ministério Público.

    FONTE: SBT NEWS

  • Governo anuncia mudanças no consignado do INSS e de servidores

    Alterações em benefícios fazem parte do programa de renegociação de dívidas lançado por Lula nesta segunda-feira (4)

    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou nesta segunda-feira (4) uma série de mudanças no crédito consignado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e de servidores públicos, como parte do Novo Desenrola Brasil, o programa de renegociação de dívidas lançado pelo governo Lula nesta mesma data.

    No caso do INSS, o governo diminuiu o limite de consignação total de 45% para 40% da renda. A margem exclusiva para cartão consignado e de benefícios – de 5% para cada – acabou. Na nova margem, de 40%, a participação do cartão consignado e de benefícios é de 5% para cada.

    A mudança no consignado do servidor foi semelhante: fim dos 10% de margem exclusiva para cartão consignado e redução do limite de consignação de 45% para 40%. Destes, o cartão consignado pode ocupar no máximo 10%.

    A ideia, segundo Durigan, é reduzir a margem consignável gradualmente. Em ambos os casos, a margem, de 40%, vai cair 2 pontos porcentuais ao ano até atingir um limite de 30%.

    prazo do consignado do INSS foi aumentado de 96 para 108 meses, e houve o fim da vedação à carência e permissão para que ela seja de até 90 dias. No caso do consignado do servidor, o prazo foi aumentado de 96 para 120 meses, com autorização de carência de até 120 dias.

    Durigan participa de solenidade de assinatura da Medida Provisória (MP) que institui o Novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas lançado pelo governo, no Palácio do Planalto.

    Prazo para renegociar dívidas

    Dario Durigan também revelou nesta segunda que a mobilização de 90 dias para a renegociação de dívidas da população começa começa na terça-feira (5). Segundo ele, o desconto médio das dívidas do Desenrola Famílias será de 65%, com juros de até 1,99% ao mês.

    “Nós começamos amanhã uma mobilização de 90 dias para que a gente faça a renegociação de dívida das brasileiras e dos brasileiros. Isso tudo permite que, do ponto de vista pessoal, nessa mácula, essa angústia com o nome sujo seja retirada e ao mesmo tempo o crédito possa voltar a existir para essas pessoas, mas um crédito melhor”, afirmou o ministro da Fazenda.

    Quatro linhas de negociação

    Durigan apresentou que haverá quatro linhas de renegociação: o Desenrola Famílias, o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), as empresas e as dívidas rurais para agricultura familiar.

    O Novo Desenrola é para pessoas com renda de até cinco salários mínimos, e a renegociação para famílias atende a dívidas contratadas até 31/01/2026, com atraso entre 90 dias e dois anos.

    Com a renegociação, as dívidas com desconto poderão ser pagas em até quatro anos. A ideia, segundo o ministro, era melhorar a qualidade das dívidas dos brasileiros porque, da forma como estavam, os débitos eram impagáveis.

    Dívida do cartão de crédito e do cheque especial

    Durigan afirmou que o desconto mínimo da dívida do cartão de crédito e do cheque especial é de 40% e vai crescendo de acordo com o tamanho do passivo, podendo chegar a 90%.

    “No cartão de crédito, no cheque especial, o desconto mínimo é de 40%, quando o atraso da dívida é de 90 dias a 120, e é um desconto que chega a 90% quando eu tenho uma dívida de maturidade de 1 a 2 anos”, completou o ministro.

    Bets

    Além disso, quem aderir ao Novo Desenrola terá o CPF bloqueado para bets por 12 meses.

    A ideia, segundo o ministro, é que alguém que precisa de ajuda do governo para pagar suas dívidas não pode gastar com apostas online.

    FONTE: JOVEM PAN NEWS

  • Governo Federal anuncia novo Desenrola Brasil para renda até R$ 8,1 mil

    Presidente Lula lança novo Desenrola Brasil para renegociação de dívidas de até R$ 8,1 mil, voltado a trabalhadores de baixa renda e famílias endividadas

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas voltado para pessoas com renda de até cinco salários mínimos, o equivalente a cerca de R$ 8,1 mil. A iniciativa busca aliviar o orçamento de famílias endividadas e ampliar o acesso a condições especiais de pagamento.

    Desenrola Brasil permite a renegociação de débitos como cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, com descontos que podem chegar a até 90%, dependendo da negociação com instituições financeiras. O programa é uma reformulação de uma política anterior já voltada ao combate ao endividamento.

    Segundo o governo, o novo Desenrola Brasil também prevê condições facilitadas de crédito, com juros limitados e prazos estendidos para pagamento. A adesão deve ser feita diretamente pelos canais oficiais de bancos e operadoras financeiras, em uma mobilização nacional com prazo inicial de 90 dias.

    Além das dívidas tradicionais, o programa também inclui renegociação de débitos estudantis e de pequenos empreendedores, ampliando o alcance da política pública. O objetivo é reduzir a inadimplência e estimular a reorganização financeira das famílias brasileiras.

    Desenrola Brasil ainda traz regras específicas para quem aderir ao programa, incluindo restrições temporárias em plataformas de apostas online, conhecidas como bets, como forma de controle do endividamento associado ao setor.

    O governo destaca que a iniciativa busca não apenas renegociar dívidas, mas também criar mecanismos de prevenção ao superendividamento, com impacto direto na economia doméstica e no consumo das famílias.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

  • Deputada Cláudia de Jesus garante R$ 80 mil para melhoramento genético bovino em Urupá

    Deputada Cláudia de Jesus garante R$ 80 mil para melhoramento genético bovino em Urupá

    Recurso será aplicado na compra de equipamentos de inseminação artificial e suporte técnico para produtores rurais.

    O Programa de Melhoramento Genético Bovino de Urupá recebeu um investimento de R$ 80 mil garantido pela deputada estadual Cláudia de Jesus. O recurso, proveniente de emenda parlamentar, já teve o pagamento confirmado e será utilizado para modernizar a pecuária local, com foco direto na agricultura familiar rondoniense.

    O montante viabilizado por Cláudia de Jesus permitirá a aquisição de aparelhos de ultrassom veterinário, botijões criogênicos para conservação de sêmen e outros materiais essenciais para inseminação. Além disso, o plano prevê a compra de uma motocicleta para facilitar o deslocamento das equipes técnicas até as propriedades rurais do município.

    A estimativa é que a iniciativa beneficie cerca de 150 pequenos produtores rurais da região. O objetivo central do projeto é elevar a qualidade genética do rebanho, resultando no aumento da produtividade de carne e leite, o que impacta positivamente na renda das famílias que vivem no campo.

    A execução das atividades ficará sob responsabilidade da prefeitura de Urupá, que realizará o acompanhamento por meio de vistorias técnicas e agendamentos. Cláudia de Jesus destacou que o fortalecimento da pecuária é um passo fundamental para o desenvolvimento econômico sustentável das comunidades rurais do estado de Rondônia.

    Com a chegada dos novos equipamentos, o atendimento técnico ganhará agilidade e precisão diagnóstica. O uso de tecnologia de ponta no melhoramento genético bovino coloca Urupá em um novo patamar de produção, garantindo que o pequeno produtor tenha acesso a ferramentas antes restritas a grandes propriedades.

    A deputada Cláudia de Jesus reforçou que seu mandato prioriza ações que gerem resultados práticos na ponta, especialmente para quem depende da terra. O programa busca consolidar Urupá como um polo de eficiência produtiva, integrando inovação tecnológica e assistência técnica contínua.

    FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR –  ALE/RO DECOM

  • Deputado Alex Redano destina R$ 1 milhão para fortalecer projetos sociais da ADRA em Rondônia

    Recurso será aplicado em atividades educativas e musicais para crianças e adolescentes dos Desbravadores.

    O deputado estadual Alex Redano (Republicanos) destinou uma emenda parlamentar de R$ 1 milhão para a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA). O investimento visa ampliar o alcance de ações sociais em Rondônia, focando especialmente no desenvolvimento integral de jovens vinculados aos clubes de Desbravadores.

    O montante será utilizado para financiar aulas de violão, capacitação de instrutores e a aquisição de kits completos de fanfarras. Segundo Alex Redano, o objetivo é utilizar a música e a disciplina coletiva como ferramentas de inclusão social, oferecendo novas perspectivas e oportunidades educacionais para a juventude rondoniense.

    A ADRA, organização com atuação internacional em assistência humanitária, será a responsável pela execução das atividades. O diretor regional da instituição, Daniel Lessa, afirmou que o recurso permitirá expandir projetos que já apresentam resultados concretos no estado, fortalecendo a formação de valores e o aprendizado cultural.

    Para o parlamentar, a escolha da ADRA deve-se ao histórico de seriedade e competência da entidade na gestão de projetos sociais. Alex Redano reiterou que seu mandato prioriza iniciativas que transformam a realidade de famílias vulneráveis por meio da educação e do apoio a instituições que prestam serviços relevantes à comunidade.

    A expectativa é que o projeto atenda centenas de jovens em diversos municípios rondonienses. A estruturação das fanfarras e os cursos técnicos profissionalizantes dentro dos clubes de Desbravadores visam não apenas o lazer, mas a construção de uma base sólida para o futuro dos participantes.

    Com a liberação deste recurso, o governo e o legislativo reforçam a rede de proteção social em Rondônia. O investimento em cultura e educação musical é visto como um pilar estratégico para reduzir índices de vulnerabilidade e promover a integração comunitária entre crianças e adolescentes rondonienses.

    FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR –  ALE/RO DECOM