Autor: Garcia

  • Morador leva susto ao encontrar grupo de sucuris gigantes entrelaçadas em RO; veja vídeo

    Morador leva susto ao encontrar grupo de sucuris gigantes entrelaçadas em RO; veja vídeo

    Um morador de Nova Mamoré (RO) registrou um grupo de sucuris entrelaçadas às margens de um pequeno rio que corta o pasto de uma propriedade privada. Segundo um biólogo ouvido pelo g1, as cobras estavam em um ritual de acasalamento.
    O vídeo foi gravado por Lucas Gabriel, que contou ter se assustado ao encontrar tantos animais reunidos no mesmo lugar.
    “Eu levei um susto, né, porque eu nunca tinha visto uma cobra dessa. Nenhuma assim, sozinha, e quando eu vi foi esse monte de cobra aí”, afirmou Lucas.
    De acordo com o biólogo Flávio Terassini, as imagens mostram uma fêmea cercada por cerca de cinco a sete machos durante o período de reprodução. Nesse ritual, a fêmea libera feromônios para atrair os machos.
    “Após a cópula que pode durar até 72 horas a fêmea vai ficar prenha e durante alguns meses ela vai ter a sua gestação podendo parir de forma vivipara até 80 filhotes.”

    A sucuri é considerada a cobra mais pesada do mundo. Apesar de não ser peçonhenta, ela mata as presas por constrição, enrolando o corpo ao redor do animal até sufocá-lo.
    “No vídeo, podemos ver a sucuri que é a serpente mais pesada do planeta podem chegar facilmente a seis metros de comprimento e pesar mais de 200 quilos. É uma das maiores serpentes do planeta Terra e muito abundante aqui na Amazônia Brasileira”, explicou Terassini.
    O biólogo alerta que, durante o acasalamento, as serpentes podem ficar mais agressivas e atacar caso se sintam ameaçadas. Por isso, a orientação é manter distância e não interferir no comportamento dos animais.
     Confira o video

    Fonte: g1 RO

  • MPF investiga por que Rondônia não aderiu pacto contra violência à mulher; estado foi 2º em feminicídios em 2025

    MPF investiga por que Rondônia não aderiu pacto contra violência à mulher; estado foi 2º em feminicídios em 2025

    O Ministério Público Federal (MPF) abriu uma investigação para apurar por que Rondônia ainda não aderiu a uma parceria com o governo federal para combater a violência contra a mulher. O estado está entre os oito do país que ainda não fazem parte do pacto nacional.

    Ao instaurar o procedimento, o procurador Raphael Luis Pereira Bevilaqua destacou os altos índices de violência contra mulheres no estado. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que Rondônia teve a maior taxa de feminicídios do país em 2022 e ocupou o segundo lugar no ranking nacional em 2025, atrás apenas do Acre.
    Como primeiras medidas, o MPF solicitou informações ao Ministério das Mulheres para saber se ainda existem negociações para a entrada do estado no acordo, se o governo estadual apresentou justificativas para não aderir e quais órgãos participam das tratativas.

    O MPF também pediu esclarecimentos à Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) e ao Ministério Público de Rondônia (MPRO).
    À Sesdec, o órgão questionou os motivos da não adesão ao pacto e quais secretarias estaduais estão envolvidas nas discussões. Ao MP-RO, pediu informações sobre possíveis debates ou ações relacionadas ao tema.
    A parceria prevê a integração da Central Ligue 180 com as redes estaduais de proteção às mulheres, com o objetivo de melhorar o encaminhamento e o acompanhamento de denúncias de violência de gênero. A iniciativa envolve órgãos das áreas de segurança pública, saúde e assistência social.
    Segundo o processo, a adesão ao acordo não representa novos gastos para os estados. A proposta é unificar informações e melhorar o atendimento às vítimas, além de auxiliar na criação de políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher.

    Fonte: g1 RO

  • Órgãos federais pedem R$ 330 milhões e acusam hidrelétricas de prejudicar a pesca em RO

    Órgãos federais pedem R$ 330 milhões e acusam hidrelétricas de prejudicar a pesca em RO

    O Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Defensoria Pública da União (DPU) entraram com duas ações na Justiça para pedir medidas de proteção à Bacia do Rio Madeira, em Rondônia. Os órgãos também cobram mais de R$ 330 milhões em indenizações e querem que o governo federal crie um comitê para ampliar a participação da população nas decisões sobre o uso das águas do rio.
    As ações têm como alvo as usinas hidrelétricas Santo Antônio e Jirau. Segundo o MPF, a instalação e a operação dos empreendimentos provocaram uma forte redução no estoque de peixes da região e afetaram a atividade pesqueira das comunidades ribeirinhas.

    De acordo com a ação, o bloqueio das rotas de migração dos peixes reduziu em até 95% a quantidade de espécies de alto valor comercial, como a dourada e o filhote, em algumas comunidades ribeirinhas. Para o MPF, a situação afetou diretamente a renda e o modo de vida dos pescadores.

    O que diz uma das empresas
    Em nota, a AXIA Energia afirmou que a UHE Santo Antônio executa suas ações socioambientais conforme o Projeto Básico Ambiental (PBA), sob acompanhamento dos órgãos competentes. A empresa informou ainda que já investiu mais de R$ 2,6 bilhões em programas voltados ao monitoramento ambiental, conservação da biodiversidade e desenvolvimento social. Sobre a ação, a companhia declarou que irá apresentar seus esclarecimentos e exercer seu direito de defesa nos autos do processo.

    Na segunda ação, o MPF, o MPT e a DPU pedem que a União e a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) instalem o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Madeira e a Agência de Águas responsável pela gestão do rio. Segundo os órgãos, o governo federal está há mais de 15 anos sem criar essas estruturas, o que impede que pescadores, indígenas e ribeirinhos participem das decisões sobre o uso dos recursos hídricos.
    Como medida urgente, as instituições também pedem à Justiça a suspensão de novos licenciamentos ambientais para grandes empreendimentos na Bacia do Rio Madeira, como a usina binacional e a hidrovia do Madeira, até que sejam realizados estudos independentes sobre os impactos acumulados no rio.
    Caso o Comitê de Bacia não seja criado no prazo de um ano, os órgãos pedem que a ANA, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia (Sedam) fiquem impedidos de emitir ou renovar licenças e autorizações para grandes empreendimentos na região.

    O MPT também argumenta que os impactos atingem diretamente os trabalhadores das comunidades tradicionais. Segundo o órgão, a redução da pesca comprometeu a principal atividade econômica de milhares de famílias, levando parte delas a buscar outras formas de sustento, como o garimpo ilegal.
    Pedidos de indenização
    Nas ações, o MPF, o MPT e a DPU pedem que as concessionárias paguem, no mínimo, R$ 250 milhões para reparar os danos ambientais causados ao Rio Madeira. O valor também poderá ser cobrado da União e do Ibama de forma subsidiária.

    Além disso, os órgãos pedem que a Santo Antônio Energia seja condenada a pagar R$ 50 milhões por danos morais coletivos e que a Jirau Energia pague R$ 30 milhões pelo mesmo motivo. Segundo a ação, os recursos devem ser destinados a projetos de recuperação ambiental e de apoio às comunidades ribeirinhas.
    As instituições também solicitam que as empresas adotem medidas para recuperar o estoque de peixes do Rio Madeira, reduzir os impactos ambientais e fortalecer a pesca artesanal e outras atividades tradicionais das comunidades afetadas. O pedido inclui a participação de pescadores e representantes das comunidades na definição dessas ações.

     

    Fonte: g1 RO

  • Limpeza no Bairro Centenário em Rolim de Moura começa na sexta-feira, 10

    Limpeza no Bairro Centenário em Rolim de Moura começa na sexta-feira, 10

     

    A Prefeitura de Rolim de Moura, realizará nesta sexta-feira, 10 de julho, uma ação de combate ao mosquito Aedes aegypti no Bairro Centenário.

    A iniciativa faz parte das ações preventivas para reduzir os riscos de proliferação do vetor e proteger a saúde da população, eliminando criadouros do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

    A administração municipal orienta os moradores a colaborarem com a ação, colocando entulhos e materiais inservíveis em frente às residências para que possam ser recolhidos pelas equipes responsáveis. Objetos que acumulam água, como pneus, garrafas, latas e recipientes sem uso, devem ser descartados corretamente.

    A Prefeitura reforça que o combate à dengue depende da participação de toda a comunidade, destacando que pequenas atitudes no dia a dia são fundamentais para eliminar focos do mosquito e prevenir novos casos da doença.

    A população também é convidada a acompanhar os canais oficiais da Prefeitura para obter informações sobre as próximas etapas da campanha e outras ações de prevenção à dengue no município.

    Fonte: Redação Jornal Folha da Mata

  • PF faz operação para investigar extração ilegal de madeira e minérios em terras indígenas de Rondônia

    PF faz operação para investigar extração ilegal de madeira e minérios em terras indígenas de Rondônia

    A Polícia Federal (PF) realizou, na terça-feira (7), uma operação para investigar um esquema de extração ilegal de madeira e minérios nas terras indígenas Roosevelt e Parque Aripuanã, na região de Espigão d’Oeste (RO).

    Durante a ação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal, com apoio da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).
    Segundo a investigação, um grupo criminoso é suspeito de explorar recursos naturais em áreas da União. A apuração aponta que dois investigados teriam facilitado a entrada de exploradores nas terras indígenas em troca de pagamento.

    De acordo com a PF, a operação tem como objetivo reunir documentos, aparelhos eletrônicos e registros financeiros que possam auxiliar na identificação de outros envolvidos e esclarecer a atuação do grupo.
    Os investigados poderão responder por extração ilegal de recursos florestais em terras públicas, usurpação de bem da União, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

    Fonte: g1 RO