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  • Segundo caso suspeito de meningite em Rolim de Moura é descartado e professora recebe alta

    O segundo caso suspeito de meningite investigado em Rolim de Moura (RO) foi descartado nesta terça-feira (19) pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa). A paciente, uma professora de 33 anos, que estava internada, recebeu alta na manhã de segunda-feira (18).

    O caso estava relacionado à morte do adolescente Eduardo Nascimento, de 14 anos, ocorrida no início deste mês em um hospital de Ji-Paraná (RO). Exames confirmaram que o jovem tinha meningite bacteriana.

    Eduardo era aluno da professora. Os dois tiveram contato próximo e chegaram a ser internados para investigação da doença.

    A professora, que leciona na Escola Carlos Drummond de Andrade, em Rolim de Moura, estava internada no Hospital Regional de Cacoal (Heuro) devido à relação epidemiológica entre os casos. Segundo a Semusa, ela apresentou melhora no quadro clínico e recebeu alta após avaliação médica.

    Texto: Fernanda Bonilha
    Fonte: Rolnews

  • Professora de jovem que morreu com suspeita de meningite é o segundo caso investigado em RO

    O segundo caso suspeito de meningite em Rolim de Moura segue em investigação. A paciente é professora do adolescente, de 14 anos, que morreu na última segunda-feira (11), em um hospital de Ji-Paraná (RO), também com suspeita da doença.

    De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Cacoal, há relação epidemiológica entre os dois casos, já que ambos tiveram contato próximo.

    A professora, que atua na Escola Carlos Drummond de Andrade, em Rolim de Moura, está internada no Hospital Regional de Cacoal (Heuro). Segundo a secretaria, o quadro de saúde dela é estável, e o caso será concluído após a confirmação do diagnóstico.

    A secretaria informou ainda que há suspeita inicial de meningite bacteriana. No entanto, o tipo da doença ainda não foi confirmado, pois os resultados dos exames seguem pendentes. A previsão era que o laudo do exame saísse nesta quarta-feira (13), mas até o momento o resultado ainda não foi liberado.

    Meningite: o que é e o que fazer para se proteger
    As meninges são as membranas que envolvem todo o sistema nervoso central. A meningite ocorre quando há alguma inflamação desse revestimento, causado por micro-organismos, alergias a medicamentos, câncer e outros agentes.

    A meningite tem uma alta taxa de mortalidade e sequelas, como surdez, perda dos movimentos e danos ao sistema nervoso. As crianças são a faixa etária mais atingida, e os pacientes devem ter um acompanhamento por pelo menos 6 meses depois da doença.

    Meningite meningocócica

    A meningite pode ser causada por várias bactérias, mas as principais são: meningococo e pneumococo.

    A meningite meningocócica em específico é causada pelos meningococos Neisseria meningitidis e pode afetar pessoas de qualquer idade.

    O que causa a doença?
    A doença pode ser causada por bactérias, vírus, fungos e parasitas, segundo o Ministério da Saúde.

    Segundo a pasta, as meningites virais e bacterianas são as mais importantes para a saúde pública, devido a magnitude de sua ocorrência e o potencial de produzir surtos.

    O ministério ressalta ainda que a ocorrência das meningites bacterianas é mais comum no outono-inverno e das virais na primavera-verão. O sexo masculino também é o mais acometido pela doença.

    Quais são as formas de prevenção?
    Existem imunizantes no sistema público de saúde que protegem contra a doença. As vacinas disponíveis no calendário de vacinação do Programa Nacional de Imunização são:

    Vacina meningocócica (Conjugada): protege contra a doença meningocócica causada pelo sorogrupo C.
    Vacina pneumocócica 10-valente (conjugada): protege contra as doenças invasivas causadas pelo Streptococcus pneumoniae, incluindo meningite.
    Pentavalente: protege contra as doenças invasivas causadas pelo Haemophilus influenzae sorotipo B, como meningite, e também contra a difteria, tétano, coqueluche e hepatite B.

    Como é o tratamento da meningite?
    O tratamento depende do agente causador da infecção.

    A meningite viral não tem tratamento específico e, como outras viroses, resolve-se por conta própria. Os medicamentos só podem tratar os sintomas, como dor e febre, explica o Ministério da Saúde.

    Já as meningites bacterianas são mais graves e devem ser tratadas imediatamente, em ambiente hospitalar, com administração de antibióticos.

    Fonte: g1
    Foto: Wikimedia

  • Nota da SEMUSA sobre casos suspeitos de meningite

    A Secretaria Municipal de Saúde de Rolim de Moura informa que, até o momento, há dois casos suspeitos de meningite em investigação.

    Ressaltamos que ainda não há confirmação dos casos, pois aguardamos os resultados dos exames laboratoriais para definição diagnóstica.

    Como medida preventiva e de segurança, foi orientado que todas as pessoas que tiveram contato com os casos suspeitos procurem a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para avaliação e, se necessário, realização de profilaxia medicamentosa.

    Destacamos que essa conduta é estritamente preventiva, com o objetivo de reduzir qualquer risco de transmissão.

    Reforçamos a importância de manter o cartão de vacinação atualizado, conforme o calendário vacinal vigente, como medida essencial de proteção individual e coletiva contra doenças imunopreveníveis, incluindo a meningite.

    A Secretaria Municipal de Saúde segue monitorando a situação, e novas informações serão divulgadas oportunamente.

    Fonte: Assessoria