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  • Deputado Luizinho Goebel destina R$ 265 mil para compra de caminhonete em Parecis

    Deputado Luizinho Goebel destina R$ 265 mil para compra de caminhonete em Parecis

    Recurso é via emenda parlamentar.

    O deputado estadual Luizinho Goebel (PL) anunciou a liberação de R$ 265 mil para o município de Parecis, recurso que já está na conta da prefeitura e será utilizado na aquisição de uma caminhonete zero quilômetro.
     

    O investimento tem como objetivo reforçar a estrutura da Secretaria Municipal de Obras, contribuindo para melhorar o atendimento à população e ampliar a capacidade de execução dos serviços públicos.
     

    De acordo com o parlamentar, o recurso atende a uma solicitação do secretário municipal de Obras, conhecido como Becão. “Já está na conta da prefeitura. São R$ 265 mil para a compra de uma caminhonete zero quilômetro, que vai melhorar ainda mais o apoio e o atendimento da Secretaria de Obras”, destacou o deputado.
     

    Luizinho Goebel também ressaltou que a entrega faz parte de um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento da estrutura do município. Segundo ele, recentemente já havia sido destinada uma caminhonete seminova à prefeitura. “Há poucos dias entregamos uma caminhonete seminova e agora vai mais uma zero quilômetro. É compromisso feito, prego batido e ponta virada”, afirmou.
     

    O parlamentar reforçou ainda o compromisso com o município e destacou a parceria com a gestão local. A expectativa é que o novo veículo contribua diretamente para agilizar os serviços da Secretaria de Obras, beneficiando a população de Parecis.

    FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR –  ALE/RO DECOM

  • CLÁUDIA DE JESUS: Deputada protocola projeto para progressão de servidores da SESAU cedidos

    CLÁUDIA DE JESUS: Deputada protocola projeto para progressão de servidores da SESAU cedidos

    A deputada estadual Claudia de Jesus protocolou um Projeto de Lei Ordinária na Assembleia Legislativa de Rondônia que altera a Lei nº 5.243, de 28 de dezembro de 2021, com o objetivo de garantir o direito à progressão horizontal aos servidores públicos da Secretaria de Estado da Saúde cedidos a outros órgãos ou entidades. A proposta busca corrigir uma distorção na legislação atual e assegurar que esses profissionais não sejam prejudicados em sua evolução funcional.

    Pela nova redação, o servidor cedido continuará tendo direito à progressão horizontal em igualdade de condições com os demais servidores em exercício no órgão de origem, desde que a cessão esteja prevista como de efetivo exercício. O projeto também estabelece que a cessão funcional não interrompe nem suspende o período aquisitivo necessário para a progressão, garantindo segurança jurídica e valorização profissional.

    Outro ponto importante da proposta é a definição de critérios para avaliação de desempenho do servidor cedido. O texto prevê que será considerada a avaliação realizada pelo órgão onde o servidor está atuando ou, caso isso não seja possível, a média das três últimas avaliações feitas no órgão de origem.

    Para Claudia de Jesus, a iniciativa representa um avanço na valorização do serviço público. “Estamos garantindo justiça e reconhecimento aos servidores que continuam contribuindo com o Estado, mesmo quando estão cedidos a outros órgãos. É uma medida que fortalece o funcionalismo e assegura direitos”, destacou.

    O projeto agora segue para tramitação nas comissões da Assembleia Legislativa.

    FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR –  ALE/RO DECOM

  • Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, se entrega à polícia

    Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, se entrega à polícia

    Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel e ré pelo homicídio do filho, ocorrido em 2021, se entregou à polícia do Rio de Janeiro nesta segunda-feira (20). A informação foi confirmada

    Henry Borel Medeiros morreu na madrugada de 8 de março de 2021 no Rio. De acordo com perícias, a criança morreu em decorrência de hemorragia interna e laceração hepática. Embora a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, o ex-vereador Dr. Jairinho, tenham alegado que ele caiu da cama, peritos descartaram essa hipótese, e o Ministério Público sustenta que Henry foi vítima de agressões de Jairinho, e que Monique foi omissa.

    A professora se apresentou na 34ª Delegacia de Polícia (Bangu), três dias após o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar que ela voltasse à cadeia, na sexta (17).

    No sábado (18), o ministro ainda rejeitou o recurso apresentados pela defesa de Monique e manteve a ordem de prisão preventiva.

    Novo julgamento em maio
    Em março, o julgamento de Monique e de seu ex, Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, padrasto da criança, foi suspenso após a defesa dele abandonar o Tribunal do Júri.

    A juíza Elizabeth Machado Louro remarcou o julgamento para 25 de maio e determinou a soltura de Monique. A magistrada considerou a manobra da defesa de Jairinho “uma interrupção indevida do recurso processual, em franco desrespeito à orientação advinda do STF”.

    O menino de 4 anos morreu com sinais de agressão em um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio.

    Jairinho, que era vereador do Rio de Janeiro à época, e Monique foram presos desde abril de 2021, mês seguinte à morte de Henry. Ela chegou a sair da cadeia após uma decisão da Justiça em 2022, mas voltou a ser encarcerada após decisão do Supremo Tribunal Federal, em 2023.

  • Golpe da lancha no Facebook faz morador de Rolim de Moura perder R$ 30 mil após criminoso se passar por amigo

    Golpe da lancha no Facebook faz morador de Rolim de Moura perder R$ 30 mil após criminoso se passar por amigo

    Um morador de Rolim de Moura, de 38 anos, foi vítima de estelionato após cair em um golpe envolvendo a falsa venda de uma lancha anunciada na plataforma Facebook Marketplace. O prejuízo foi de R$ 30 mil, transferidos via PIX ao suposto vendedor.

    De acordo com o registro da ocorrência, a vítima relatou que encontrou um anúncio de venda de uma lancha e entrou em contato com o anunciante. O suspeito informou que a embarcação estaria localizada no município de Ariquemes (RO).

    Como não estava na cidade, o comprador decidiu pedir ajuda a um amigo que reside na localidade, identificado como Alan, encaminhando o contato do vendedor para que ele pudesse verificar pessoalmente as condições do bem.

    Golpista se passou por amigo da vítima

    Segundo o relato, após o envio do contato, o comunicante passou a receber mensagens e áudios de um número diferente, que se apresentava como sendo o amigo. A pessoa utilizava uma voz semelhante e afirmava que a lancha estava em boas condições, recomendando que o pagamento fosse realizado.

    Convencida pela situação e acreditando na veracidade das informações, a vítima realizou uma transferência via PIX no valor de R$ 30.000,00 para a conta indicada pelo suposto vendedor.

    No entanto, cerca de 30 a 40 minutos após a transação, o verdadeiro amigo entrou em contato informando que seu aplicativo WhatsApp havia apresentado problemas, possivelmente por ter sido comprometido, e que não havia realizado qualquer vistoria da embarcação.

    Foi nesse momento que a vítima percebeu que havia sido enganada pelos criminosos.

    Polícia alerta sobre golpes envolvendo redes sociais

    Casos de estelionato envolvendo anúncios falsos em redes sociais e aplicativos de mensagens têm se tornado cada vez mais comuns. Criminosos utilizam perfis falsos, clonagem de contas e até áudios manipulados para ganhar a confiança das vítimas e induzir transferências bancárias.

    As autoridades orientam que compradores confirmem pessoalmente a existência do produto antes de realizar qualquer pagamento e desconfiem de situações que envolvam urgência ou mudança repentina de contatos.

    O caso foi registrado e deverá ser investigado pelas autoridades competentes.

    Fonte: Rolnews

  • Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 3

    Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 3

    A Caixa Econômica Federal paga nesta segunda-feira (20) a parcela de abril do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3.

    O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 678,22. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 18,9 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,8 bilhões.

    Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.

    No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

    Pagamento unificado
    Os beneficiários de 173 cidades de 11 estados receberam o pagamento na quinta-feira (16), independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 121 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca, e cinco municípios mineiros atingidos por enchentes. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Amazonas (3), Bahia (17), Pará (1), Paraná (1), Piauí (3), Rio de Janeiro (8), Roraima (6), São Paulo (2) e Sergipe (6).

    Essas localidades foram afetadas por chuvas, estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

    Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

    Regra de proteção
    Cerca de 2,34 milhões de famílias estão na regra de proteção em abril. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até R$ 706.

    Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.

    Fonte: Agência Brasil

  • Escala 6×1: propostas no Congresso avançam para pôr fim à jornada; veja qual está mais perto de passar

    Escala 6×1: propostas no Congresso avançam para pôr fim à jornada; veja qual está mais perto de passar

    O fim da escala 6×1 — seis dias de trabalho para um de descanso — saiu do campo das discussões pontuais e passou a ocupar o centro da agenda trabalhista do país.

    O tema ganhou força no Congresso Nacional e hoje avança por quatro frentes simultâneas, com propostas que seguem caminhos distintos.

    No pano de fundo, o debate coloca em lados opostos a pressão por mais tempo livre e as preocupações com os efeitos econômicos das mudanças. Na prática, nunca antes o fim da escala 6×1 foi discutido de forma tão ampla e conjunta no Brasil.

    Na Câmara dos Deputados, dois textos avançaram um passo importante na última quarta-feira (15). A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) emitiu parecer favorável à tramitação da PEC 8/2025, da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), e da proposta apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).

    A votação, no entanto, foi adiada após um pedido de vista da oposição, o que empurrou a decisão final da comissão para os próximos dias.

    Ao mesmo tempo, o governo federal decidiu seguir por outro caminho. Na terça-feira (14), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou ao Congresso um projeto de lei, com urgência constitucional, que também prevê o fim da escala 6×1.

    A estratégia do Planalto é testar a viabilidade política da mudança por meio de um trâmite mais rápido.

    No Senado Federal, a discussão está mais avançada. A PEC 148/2015, do senador Paulo Paim (PT-RS), foi aprovada pela CCJ da Casa em dezembro do ano passado e aguarda análise do plenário. Trata-se do texto mais adiantado do ponto de vista legislativo.

    O Congresso, portanto, analisa simultaneamente quatro propostas, cada uma com trajetória própria e diferentes níveis de avanço. Embora o objetivo central seja semelhante, os formatos, os prazos e os impactos previstos são distintos.

    O que cada texto propõe?
    A proposta mais avançada até o momento é a PEC 148/2015.

    “É a [PEC] mais antiga em tramitação sobre o tema e prevê a redução gradual da jornada até o limite de 36 horas semanais”, afirma Paulo Renato Paim, autor da proposta, ao g1.
    O texto prevê uma redução gradual da jornada de trabalho. No primeiro ano após a promulgação, a carga semanal cairia de 44 horas para 40 horas. A partir daí, haveria reduções anuais de uma hora até o limite de 36 horas semanais.

    A proposta formaliza a escala 5×2, com dois dias de descanso, e estabelece a proibição de redução salarial durante toda a transição.

    Aprovada na CCJ do Senado, a PEC segue agora para o plenário, onde será votada em dois turnos e precisará de 49 votos favoráveis em cada um. Se aprovada, o texto seguirá para a Câmara, onde também passará por dois turnos. Só então poderá ser promulgada.

    “O texto já está pronto para análise no plenário do Senado, embora ainda não haja data definida para votação”, diz Paim.Já na Câmara, a proposta mais abrangente é a PEC 8/2025, da deputada Erika Hilton.

    O texto propõe a adoção da escala 4×3, com jornada máxima de 36 horas semanais. A implementação ocorreria em até 360 dias. A medida se aproxima de experiências internacionais recentes, mas enfrenta maior resistência política.

    A PEC do deputado Reginaldo Lopes segue na mesma direção quanto à carga horária final, mas prevê uma transição mais longa. A redução poderia ocorrer ao longo de até 10 anos, com o objetivo de diminuir eventuais impactos sobre empresas, especialmente em setores mais intensivos em mão de obra.

    As PECs de Erika Hilton e Reginaldo Lopes permanecem na fase de admissibilidade, que avalia apenas se os textos respeitam a Constituição. A discussão de mérito ocorrerá em uma comissão especial, etapa seguinte do processo.
    Por fim, o projeto de lei do governo federal adota uma alternativa intermediária. O texto fixa a jornada em 40 horas semanais, com escala 5×2, e garante a manutenção dos salários.

    Como altera a CLT, o projeto exige apenas maioria simples para aprovação. Além disso, foi enviado com urgência constitucional, o que limita a até 45 dias o prazo máximo de tramitação em cada Casa Legislativa. O prazo pode ser estendido por mais 10 dias caso o texto seja alterado.

    Um dos destaques é a inclusão dos trabalhadores domésticos, grupo frequentemente excluído de reformas trabalhistas.

    “Do ponto de vista da tramitação do processo legislativo, a proposta que deve caminhar mais rapidamente é a enviada pela Presidência da República, porque ela não só reúne grande parte dos elementos das outras, como vem acompanhada de dois fatores: o regime de urgência (…) e a vontade política”, avalia o professor de Direito Constitucional da USP, Rubens Beçak.
    Por onde cada texto tramita — e por que isso importa
    As diferenças entre uma PEC e um projeto de lei ajudam a explicar a existência de várias frentes ao mesmo tempo.

    Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) altera a norma máxima do país. Por isso, precisa ser aprovada em dois turnos em cada Casa e contar com o apoio de três quintos dos parlamentares. Não depende de sanção presidencial. Se aprovada, é promulgada pelo Congresso.
    Já o Projeto de Lei (PL) altera normas infraconstitucionais, como a CLT. O processo é mais simples, exige menos votos e depende de sanção presidencial.
    Justamente por alterarem o texto da Constituição Federal, as PECs têm um rito mais rigoroso e precisam, obrigatoriamente, tramitar pelas duas Casas do Congresso Nacional, explica Marcos Jorge, mestre em Direito Público e coordenador jurídico do escritório Wilton Gomes Advogados.Nesse contexto, Marcos ressalta que, no caso específico da jornada de trabalho, o PL não seria o instrumento legislativo adequado, já que a carga horária atual está prevista na Constituição Federal. Assim, a alteração dessa regra só poderia ser feita por meio de uma PEC.

    Propostas avançam em meio a divergências
    O avanço das propostas ocorre em meio a um debate que também se intensificou fora do Congresso.

    Mesmo entre apoiadores do fim da escala 6×1, há quem defenda mudanças graduais, negociação coletiva e medidas de compensação, principalmente para micro e pequenas empresas.

    O deputado Luiz Gastão (PSD-CE) resume essa posição ao defender uma redução inicial mais moderada.

    “Se reduzirmos de forma paulatina de 44 para 40 horas semanais, já estaríamos extinguindo a escala 6 por 1”, afirmou.

    Para sindicatos e movimentos sociais, o fim da escala 6×1 é uma reivindicação antiga. A avaliação é de que jornadas extensas afetam a saúde física e mental, aumentam o risco de acidentes e reduzem o tempo de descanso, sobretudo entre mulheres e trabalhadores de baixa renda.

    O relator da CCJ da Câmara, Paulo Azi, também abordou esse ponto em seu parecer. Segundo ele, no regime 6×1, o único dia de descanso costuma ser consumido por tarefas domésticas e demandas acumuladas.

    Para Azi, a redução da jornada poderia contribuir para um maior equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

    “Elas [PECs e PL que propõem o fim da 6×1] estão em estágios diferentes, mas todas partem de um ponto de vista semelhante. O que é preciso entender é se vai prevalecer a vontade política, sobretudo em um ano eleitoral, em que o governo tem interesse na aprovação de medidas com alto potencial de apoio popular”, completa Beçak.

    Impactos econômicos: PIB, emprego e informalidade
    Por outro lado, representantes do setor produtivo reforçam as preocupações com os impactos econômicos das propostas.

    Um estudo da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em parceria com a Tendências Consultoria, indica que a redução da jornada de 44 para 36 horas, sem aumento proporcional de produtividade, pode levar a uma queda de até 3,7% do PIB no primeiro ano.

    Em cinco anos, a retração acumulada poderia chegar a 4,9%. Mesmo em um cenário com ganho de produtividade de 2%, os resultados permaneceriam negativos.

    As simulações também apontam que cerca de 1,5 milhão de trabalhadores formais poderiam enfrentar risco de demissão ou migração para a informalidade.

    “O custo com pessoal representa um dos principais componentes da estrutura de custos das empresas”, afirma Guilherme Hakme, diretor da Fiep. “Elevações nesse tipo de custo podem afetar decisões operacionais, como redução do horário de funcionamento e demissões.”
    No comércio, um estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC) estima que a adaptação a jornadas menores pode elevar a folha salarial em cerca de 21%. Parte desse custo tende a ser repassada aos preços. Segundo o levantamento, cada aumento de 1% no custo do trabalho pode elevar a informalidade em 0,34%.

    No turismo, setor que depende da escala 6×1 para operar aos fins de semana, o impacto esperado recai sobre preços e demanda.

    No agronegócio, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta que ciclos naturais de produção nem sempre se adaptam a jornadas rígidas, especialmente em atividades sazonais e operações contínuas, como a pecuária leiteira.

    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a redução para 40 horas pode gerar aumento de custos de até R$ 267 bilhões para o setor industrial. Para uma jornada de 36 horas, o impacto seria maior.

    Para economistas, o ponto central da discussão é a produtividade. Segundo André Portela, da FGV, a redução da jornada de 44 para 36 horas, com manutenção dos salários, elevaria o custo da hora trabalhada em cerca de 22%.

    Diante desse cenário, empresas tendem a adotar diferentes estratégias, como repassar custos, investir em automação ou reorganizar equipes. Pequenas empresas, com menor capacidade de adaptação, aparecem como as mais expostas.

    A avaliação de especialistas é que mudanças desse porte exigem planejamento. Sem isso, há risco de efeitos como aumento da informalidade, acúmulo de empregos e maior instabilidade econômica, especialmente em caso de implementação rápida.

  • Policial militar de folga reage a ataque a tiros e evita possível homicídio em Porto Velho

    Policial militar de folga reage a ataque a tiros e evita possível homicídio em Porto Velho

    Uma tentativa de homicídio registrada na noite de sábado (18), no cruzamento das avenidas Calama e Jorge Teixeira, em Porto Velho, terminou com o suspeito preso após a intervenção de um policial militar que estava de folga. A ação rápida evitou um desfecho ainda mais grave.

    De acordo com informações da Polícia Militar, o Centro de Operações Policiais (CIOP) foi acionado por volta das 23horas após o próprio policial envolvido comunicar o ocorrido e solicitar apoio. Ao chegar ao local, a guarnição encontrou um homem caído na via pública, identificado como É. R. G., com várias perfurações provocadas por disparos de arma de fogo.

    O suspeito, identificado como E. Luiz L., já estava detido próximo à calçada pelo policial militar e apresentava ferimento no braço direito, também causado por disparo.

    Segundo testemunhas, incluindo um passageiro que estava na garupa da vítima, os dois homens possuem uma rixa antiga, com histórico de conflitos envolvendo armas de fogo. Na noite do crime, É. trabalhava como motorista de aplicativo e conduzia uma motocicleta quando parou no semáforo. Nesse momento, E. se aproximou em outra moto, sacou um revólver calibre .38 e efetuou diversos disparos contra a vítima.

    O policial militar, que estava parado no semáforo e presenciou toda a ação, interveio imediatamente. Ele se identificou e ordenou que o agressor cessasse os disparos, mas não foi atendido. Diante do risco iminente à vida da vítima e de outras pessoas, o policial efetuou um disparo com sua arma institucional, atingindo o braço do suspeito e interrompendo o ataque.

    Após ser baleado, o autor se rendeu e foi desarmado. Com ele, foi apreendido um revólver calibre .38 com cinco munições deflagradas e uma intacta, sem numeração aparente, o que indica possível adulteração.

    O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e prestou socorro às vítimas. Érico foi encaminhado ao Hospital João Paulo II com cinco perfurações, sendo duas na região torácica, e permanece internado. Já Edson recebeu atendimento médico, teve alta e, em seguida, foi preso em flagrante.

    Durante a ocorrência, o suspeito afirmou que só não matou a vítima devido à intervenção do policial. Ele também destruiu o próprio celular, possivelmente para evitar perícia.

    Fonte: Jornalista DCOMS Lenilson Guedes

  • Homem com condenação de 13 anos é preso pela Polícia Militar em Urupá (RO)

    Homem com condenação de 13 anos é preso pela Polícia Militar em Urupá (RO)

    Um homem com pena de 13 anos de prisão a cumprir foi detido pela Polícia Militar na manhã deste sábado (19), no município de Urupá, em Rondônia.

    De acordo com informações da PM, a equipe de serviço, se deslocou por volta das 11horas até um endereço localizado na avenida 7 de Setembro, no bairro Santíssima Trindade, para cumprir um mandado de prisão expedido pela Justiça.

    No local, os policiais conseguiram localizar o suspeito, identificado como F. J. O.. Durante a abordagem, ele foi informado sobre o teor do mandado judicial, que foi apresentado e lido no momento da ação, garantindo o direito à informação.

    A prisão foi realizada sem resistência e sem a necessidade de uso de força além do indispensável para a condução do detido. Após a detenção, o homem foi encaminhado para a realização de exame de corpo de delito, procedimento padrão para resguardar sua integridade física.

    Em seguida, ele foi conduzido ao presídio do município de Alvorada do Oeste, onde permanece à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.

    Segundo a Polícia Militar, a ação ocorreu dentro dos parâmetros legais e operacionais, contribuindo para o cumprimento da decisão judicial e a manutenção da ordem pública.

    Fonte: Jornalista PMRO Lenilson Guedes

    Foto de arquivo PMRO

  • FORÇA TÁTICA DO 9º BPM APREENDE GRANDE QUANTIDADE DE DROGAS E PRENDE SUSPEITO POR TRÁFICO EM PORTO VELHO

    FORÇA TÁTICA DO 9º BPM APREENDE GRANDE QUANTIDADE DE DROGAS E PRENDE SUSPEITO POR TRÁFICO EM PORTO VELHO

    A Polícia Militar de Rondônia, por meio da Força Tática do 9º Batalhão, realizou apreensão de entorpecentes na noite do dia 18 de abril de 2026, por volta das 19horas, durante patrulhamento no bairro Nova Floresta, na zona sul de Porto Velho.

    A ação ocorreu em um local já conhecido pelas guarnições policiais como ponto recorrente de comercialização de drogas. Durante o patrulhamento, os policiais visualizaram dois indivíduos em atitude suspeita, os quais, ao perceberem a aproximação da viatura, empreenderam fuga para o interior de um imóvel, tentando dificultar a intervenção policial.

    Diante da fundada suspeita, foi solicitado apoio de outra equipe de Força Tática, bem como do policiamento do Comando de Policiamento de Área (CPA), sendo realizado cerco tático nas imediações. Após recusa na abertura do imóvel, foi necessário o emprego de material químico não letal para compelir a saída dos suspeitos. Informações de populares indicaram que parte dos indivíduos conseguiu fugir pulando muros de residências vizinhas.

    Durante as diligências, um dos suspeitos foi localizado e detido em um imóvel adjacente, sendo identificado como C. S. M., Outros envolvidos conseguiram evadir-se.

    No interior do imóvel, que não apresentava características de residência, sendo utilizado exclusivamente para a prática ilícita, foram localizados e apreendidos:

    92 invólucros de substância análoga à cocaína
    428 invólucros de substância análoga ao crack
    02 balanças de precisão
    R$ 164,25 em espécie
    03 aparelhos celulares e 01 tablet
    Diversos materiais utilizados para embalo de drogas
    01 motocicleta Honda Pop 100, cor vermelha
    03 bicicletas
    01 capacete
    A expressiva quantidade de entorpecentes, somada à estrutura encontrada no local, evidencia a prática de tráfico ilícito de drogas.

    Durante entrevista informal, o conduzido apresentou informações compatíveis com a dinâmica do comércio ilegal, inclusive detalhando valores praticados na venda dos entorpecentes. Dados levantados indicam que o suspeito atuava como entregador de drogas, na modalidade conhecida como “delivery”.

    Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao indivíduo pelo crime de tráfico de drogas, sendo garantidos seus direitos constitucionais e conduzido à Central de Flagrantes para as providências cabíveis.

    A Polícia Militar destaca que a atuação das equipes ocorreu de forma técnica e proporcional, reforçando o compromisso da corporação com o combate ao tráfico de drogas e a preservação da ordem pública.

    Fonte: 9º Batalhão – O Guardião da Zona Sul

  • Polícia Militar apreende cerca de 70 quilos de drogas em Porto Velho, neste domingo, 19

    Polícia Militar apreende cerca de 70 quilos de drogas em Porto Velho, neste domingo, 19

    A Polícia Militar de Rondônia apreendeu cerca de 70 quilos de drogas na tarde deste domingo (19), em Porto Velho, após uma perseguição que terminou com um suspeito baleado e preso. A ocorrência foi registrada por volta das 14horas, durante patrulhamento de rotina do 5º Batalhão.

    De acordo com a PM, a guarnição do Comando de Policiamento de Área se deslocava para abastecer a viatura quando, ao entrar no pátio de um posto de combustível, os policiais avistaram um homem em atitude suspeita colocando um grande saco em um veículo modelo Fiat Mobi. No interior do carro, já havia outras sacolas semelhantes, o que levantou suspeitas.

    Ao tentar realizar a abordagem, o motorista arrancou bruscamente com o veículo, enquanto o homem que colocava o saco ficou no local. Foi iniciado acompanhamento tático, com ordens de parada ignoradas pelo condutor, que seguiu em alta velocidade pela BR-364, sentido Trevo do Roque, e depois acessou a avenida Mamoré, colocando em risco outros motoristas e pedestres.

    Durante o cerco policial, o suspeito perdeu o controle do carro em uma via não pavimentada nos fundos de um espaço de eventos e colidiu contra uma bueira. Em seguida, ele desceu do veículo armado com um revólver calibre .38 e fez menção de atirar contra os policiais, fugindo para uma área de mato e tentando efetuar disparos.

    Diante da ameaça, policiais que prestavam apoio reagiram utilizando arma de fogo para conter o suspeito, que foi atingido no tórax. Após ser baleado, ele jogou a arma no mato e se rendeu. O homem foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado ao Hospital João Paulo II.

    Na varredura do local, os policiais encontraram o revólver da marca Taurus com seis munições, algumas delas picotadas. Já no interior do veículo, foram localizados aproximadamente 68 tabletes de substância análoga à maconha, além de porções de crack, haxixe e cocaína, todas embaladas de forma típica para comercialização.

    Segundo a PM, o suspeito, identificado pelas iniciais R.S.L., possuía dois mandados de prisão em aberto, com validade até os anos de 2035 e 2041.

    Após receber atendimento médico, o homem foi liberado do hospital e encaminhado à Central de Flagrantes, onde permanece à disposição da Justiça. Ele deve responder, em tese, por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

    A Polícia Militar destacou que a ação rápida das equipes foi fundamental para retirar uma grande quantidade de entorpecentes de circulação, apreender a arma de fogo e cumprir mandados judiciais, contribuindo para a segurança da população.

    Fonte: Jornalista PMRO Lenilson Guedes