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  • Deputado Cássio Gois destina recursos e fortalece agricultura e esporte em Cacoal

    Deputado Cássio Gois destina recursos e fortalece agricultura e esporte em Cacoal

    Deputado já viabilizou mais de R$ 15 milhões para o município e entregou tratorito à associação rural, além de anunciar apoio ao time Internacional.

    O deputado estadual Cássio Gois tem ampliado os investimentos no município de Cacoal, com ações voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar e ao incentivo ao esporte amador. Segundo informações divulgadas pela equipe do parlamentar, já são mais de R$ 15 milhões destinados à cidade, contemplando a entrega de máquinas, tratores, implementos agrícolas, recuperação de estradas vicinais e projetos para abertura de tanques de irrigação.

    Em mais uma agenda no município, o deputado realizou a entrega de um tratorito, avaliado em R$ 30 mil, à Associação Pioneira da Linha 06, localizada nas proximidades do campo dos Pavani. O equipamento deverá atender às demandas da comunidade rural, auxiliando nas atividades agrícolas desenvolvidas na região.

    O investimento também alcança o esporte local. O tradicional Time Internacional, que há mais de 40 anos participa de competições e movimenta o futebol na comunidade, está entre os beneficiados com a chegada do implemento. Durante a visita, Cássio Gois assumiu ainda o compromisso de destinar 20 jogos de camisas para a equipe Futebol Internacional, reforçando o apoio ao esporte amador.

    Cássio Gois destina recursos e fortalece agricultura e esporte em Cacoal

    O parlamentar destacou que o mandato busca conciliar ações no campo e iniciativas voltadas à integração social. Ele agradeceu a presença de autoridades locais, entre elas o prefeito Adailton Fúria, o vice-prefeito Tony Pablo e lideranças comunitárias, ressaltando que os investimentos são fruto de parceria com o Governo de Rondônia.

    De acordo com o deputado, os recursos contam com apoio do governador Marcos Rocha, a quem atribuiu a colaboração para viabilizar ações voltadas à agricultura familiar e ao desenvolvimento municipal.

    O prefeito Adailton Fúria afirmou que os investimentos fortalecem a produção rural e contribuem para o crescimento da cidade. Já o presidente da equipe Internacional, Sindiclei, agradeceu o apoio recebido, destacando a importância do incentivo para a comunidade esportiva local.

    FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR –  ALE/RO DECOM

  • Vereadores aprovam redução de CDs, jetons, corte de contratos, cortes de cargos e até redução de verba indenizatória

    Vereadores aprovam redução de CDs, jetons, corte de contratos, cortes de cargos e até redução de verba indenizatória

    Câmara de Porto Velho aprova pacote de medidas administrativas e cortes de gastos em duas sessões extraordinárias

    Em duas sessões extraordinárias realizadas recentemente, a Câmara Municipal de Porto Velho aprovou um conjunto de medidas administrativas e legais voltadas à redução de despesas e reorganização interna do Legislativo municipal. As decisões fazem parte de um pacote de ajustes que busca equilibrar as contas da Casa e otimizar o funcionamento da estrutura administrativa.

    As propostas foram discutidas e votadas pelos vereadores durante as sessões extraordinárias e incluem cortes em benefícios, redução de contratos e mudanças no funcionamento administrativo.

    Medidas administrativas aprovadas

    Entre as principais decisões aprovadas pelos parlamentares estão ações diretas para redução de custos operacionais da Câmara Municipal de Porto Velho.

    As medidas incluem:

    • Devolução de servidores cedidos que estavam lotados no Legislativo, retornando aos órgãos de origem com ônus para a Câmara.
    • Suspensão de todos os contratos considerados não essenciais.
    • Redução de 50% nos contratos classificados como essenciais, como forma de diminuir despesas administrativas.
    • Restrição no horário de funcionamento, que passa a ser das 8h às 14h.
    • Segundo os vereadores, as decisões buscam manter apenas os serviços indispensáveis ao funcionamento do Legislativo municipal.

    Medidas legais e redução de benefícios

    Além das medidas administrativas, os parlamentares também aprovaram mudanças em benefícios e gratificações, além de cortes em cargos e despesas internas.

    Entre os pontos aprovados estão:

    • Comissões especiais técnicas com pagamento de jetons reduzidos em 50%.
    • Redução do auxílio-alimentação, que passa de R$ 500 para R$ 100.
    • Redução salarial, passando de R$ 10 mil para R$ 8 mil em determinadas funções administrativas.
    • Corte de 20% nos cargos comissionados da administração da Câmara.
    • Manutenção da estrutura dos gabinetes parlamentares, que não sofreu alteração.
    • Redução da verba indenizatória, que passa de R$ 60 mil para R$ 47 mil.

    Objetivo das medidas

    De acordo com os parlamentares, o pacote aprovado nas sessões extraordinárias busca adequar as despesas da Câmara à realidade financeira atual, promovendo  economia e maior controle sobre os gastos públicos.

    Economia

    A expectativa é que as mudanças gerem impacto direto na redução de despesas do Legislativo municipal, mantendo apenas os serviços essenciais e preservando o funcionamento das atividades parlamentares.

    Especialistas em gestão pública avaliam que medidas como redução de contratos, revisão de benefícios e reorganização administrativa são estratégias utilizadas por órgãos públicos quando há necessidade de ajuste fiscal e racionalização de recursos.

    As decisões agora passam a valer após os trâmites administrativos internos da Câmara Municipal de Porto Velho, com implementação gradual das mudanças aprovadas pelos vereadores.

    FONTE: O OBSERVADOR.COM

  • Funcionários fantasmas ajudaram a lavar bilhões de Vorcaro

    Funcionários fantasmas ajudaram a lavar bilhões de Vorcaro

    No topo da estrutura, estava Daniel Vorcaro, apontado pela investigação como o principal articulador do sistema

    Quando a Polícia Federal (PF) começou a seguir o rastro do dinheiro no caso do Banco Master, encontrou um mecanismo que usava empresas intermediárias, contratos simulados e pessoas registradas formalmente como prestadoras de serviço, mas que, na prática, funcionavam como peças de um sistema de lavagem de dinheiro.

    Segundo a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que embasou a terceira fase da Operação Compliance Zero, parte dessa engrenagem operava com estruturas que davam aparência de legalidade ao dinheiro sujo.

    Empresas com CNPJ regular eram usadas para firmar contratos de consultoria ou prestação de serviços que, no papel, pareciam operações comerciais comuns.

    Na prática, porém, esses vínculos serviam para justificar transferências financeiras destinadas a servidores públicos, integrantes de um grupo de vigilância privada e outros operadores do esquema.

    No topo da estrutura, estava Daniel Vorcaro – apontado pela investigação como o principal articulador do sistema.

    O caminho do dinheiro

    O dinheiro partia da empresa Super Participações e Empreendimentos S.A., ligada ao grupo econômico do banco. Em seguida, ia para companhias intermediárias, entre elas a Varajo Consultoria Empresarial Sociedade Unipessoal Ltda., controlada por Leonardo Augusto Furtado Palhares.

    Para os investigadores, a Varajo funcionava como uma “conta de passagem”. Os recursos entravam como pagamento por supostos serviços de consultoria e depois eram repassados a terceiros, novamente com justificativas contratuais.

    O objetivo era criar camadas entre a origem do dinheiro e o destinatário final, dificultando o rastreamento pelas autoridades.

    A mesma estrutura teria sido usada para pagar integrantes de um grupo conhecido nas investigações como “A Turma”, coordenado por Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, apelidado de “Sicário”.

    Os valores saíam da Super Participações, passavam por empresas ligadas a Mourão, como a King Participações Imobiliárias Ltda., e chegavam aos integrantes do grupo. Segundo a investigação, Mourão recebia cerca de R$ 75 mil mensais, com bônus conforme o desempenho.

    Pagamentos

    Os pagamentos eram operacionalizados por Fabiano Campos Zettel, apontado como operador financeiro do esquema, e por Ana Claudia Queiroz de Paiva, funcionária responsável por executar transferências a mando de Vorcaro.

    A decisão judicial descreve que os repasses eram realizados “principalmente, mas não de forma exclusiva”, por meio da Super Participações.

    A engrenagem também alcançava servidores de alto escalão do Banco Central do Brasil. Segundo a decisão do STF, Paulo Sérgio Neves de Souza, chefe-adjunto do Departamento de Supervisão Bancária (Desup), e Belline Santana, chefe do mesmo departamento, teriam atuado como consultores informais do Banco Master.

    Para remunerá-los sem levantar suspeitas, o grupo teria estruturado contratos simulados de consultoria por meio da Varajo.

    O dinheiro era transferido como se fosse pagamento por serviços profissionais. Na prática, segundo a investigação, tratava-se de compensação por informações e orientações prestadas ao banco.

    As mensagens interceptadas pela PF ajudam a ilustrar a dinâmica dessa relação. Em uma delas, registrada nos autos, aparece a frase: “Belline cobrando. Paga?”. Para os investigadores, o diálogo evidencia a cobrança por pagamentos vinculados à suposta consultoria.

    Ocultação patrimonial

    Além dos pagamentos recorrentes, a investigação revelou operação de ocultação patrimonial de grande escala.

    Em janeiro de 2026, a PF identificou que R$ 2.245.235.850,24 estavam depositados em uma conta em nome de Henrique Moura Vorcaropai do banqueiro, na CBSF DTVM, conhecida como Reag. Segundo a decisão judicial, a empresa é apontada como especializada em operações de lavagem de dinheiro.

    Para os investigadores, utilizar o nome de um familiar acrescentava mais uma camada de ocultação, dificultando a vinculação direta dos recursos ao controlador do banco.

    Carteiras de crédito

    Outra frente do esquema envolvia transferências bilionárias entre o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB).

    Entre julho de 2024 e outubro de 2025, o BRB transferiu R$ 16,7 bilhões ao grupo Master por meio da compra de carteiras de crédito que, segundo a investigação, eram insubsistentes ou superavaliadas.

    Inicialmente, essas carteiras foram atribuídas a duas associações de servidores públicos da Bahia, a Asteba e a Asseba.

    As autoridades, porém, identificaram que não havia movimentação financeira compatível com os valores declarados. Posteriormente, a titularidade dos créditos foi transferida para uma empresa chamada Tirreno, descrita nos autos como um CNPJ recém-criado sem histórico operacional.

    Para a Polícia Federal, o conjunto dessas operações revelava que contratos aparentemente legítimos eram usados como fachada para transferências ilegais.

    Organização criminosa

    A investigação descreve que empresas intermediárias e vínculos formais de prestação de serviço funcionavam como instrumentos para dar aparência legal a pagamentos que, na prática, sustentavam corrupção, lavagem de dinheiro e estruturas paralelas de vigilância.

    Ao analisar o material reunido pela PF, o ministro André Mendonça concluiu que havia indícios de organização criminosa com “altíssima capacidade de reorganização” e com mecanismos sofisticados para ocultar recursos e influenciar agentes públicos.

    Com base nessas conclusões, o STF decretou a prisão preventiva de Daniel Bueno Vorcaro, Fabiano Campos Zettel, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão e Marilson Roseno da Silva.

    Já os servidores do Banco Central investigados foram afastados de suas funções e proibidos de acessar sistemas ou manter contato com outros alvos da apuração.

    Para o relator, permitir que os investigados permanecessem em liberdade poderia comprometer as apurações e manter em funcionamento uma estrutura que, segundo os autos, produziu prejuízos bilionários ao sistema financeiro.

    FONTE: METROPOLES

  • “Combate ao feminicídio precisa ser permanente”, afirma Cláudia de Jesus

    “Combate ao feminicídio precisa ser permanente”, afirma Cláudia de Jesus

    A deputada estadual Cláudia de Jesus (PT) defendeu, durante pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa de Rondônia, na última terça-feira (3), a criação de uma campanha publicitária permanente de enfrentamento ao feminicídio no estado. A proposta busca ampliar a conscientização da sociedade sobre a violência contra as mulheres e fortalecer as ações de prevenção.

    Durante o discurso, a parlamentar destacou que o enfrentamento ao feminicídio precisa ser contínuo e não pode ficar restrito a datas específicas do calendário. Segundo ela, é fundamental que campanhas educativas e informativas sejam realizadas de forma permanente para mobilizar a sociedade e ampliar o acesso à informação sobre os direitos das mulheres e os canais de denúncia.

    “A violência contra as mulheres não pode ser naturalizada nem esquecida entre uma data e outra. Precisamos de uma campanha permanente que informe, conscientize e mobilize a sociedade todos os dias. A luta pela vida das mulheres precisa ser constante, visível e prioridade para o poder público”, afirmou Cláudia de Jesus.

    Principais iniciativas e posições de Cláudia de Jesus sobre feminicídio

    Proteção a Órfãos: Propôs o Projeto de Lei 501/2024) para criar a Política Estadual de Proteção e Atenção Integral para crianças e adolescentes órfãos do feminicídio na Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero).

    Transparência na Punição: Solicitou ao governo estadual informações sobre a implementação da Lei 5910/2024, que exige a divulgação online da lista de pessoas condenadas por violência contra a mulher em Rondônia.

    Combate ao Feminicídio: Propôs a criação do Dia Estadual de Combate ao Feminicídio para conscientização e educação contra a violência.

    Apoio ao “Pacote Antifeminicídio”: Elogiou a Lei Federal 14.994/2024, que aumentou a pena para feminicídio para até 40 anos, chamando de avanço na punição.

    Procuradoria da Mulher: Empossada como Procuradora Adjunta na Procuradoria Especial da Mulher na Alero, atua na defesa de políticas públicas de proteção e acolhimento. Adesão ao Pacto Nacional: Indicou a adesão de Rondônia ao Pacto Nacional de enfrentamento à violência contra mulheres e meninas.

    FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR –  ALE/RO DECOM

  • Deputado Luizinho Goebel indica reforma geral da Escola Emburana em Presidente Médici

    Deputado Luizinho Goebel indica reforma geral da Escola Emburana em Presidente Médici

    A Escola Emburana atende alunos da região e desempenha papel na formação educacional e social de crianças e adolescentes do município.

     O deputado estadual Luizinho Goebel apresentou a Indicação nº 15647/26 ao Poder Executivo, solicitando, por meio da Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (Seduc), a realização de reforma geral da Escola Emburana, localizada no município de Presidente Médice.

    A proposta foi formalizada no Plenário das Deliberações no dia 3 de fevereiro de 2026, conforme previsto no Regimento Interno da Assembleia Legislativa de Rondônia.

    De acordo com o documento, a solicitação tem como finalidade garantir condições adequadas de ensino, segurança e bem-estar à comunidade escolar.

    A Escola Emburana atende alunos da região e desempenha papel na formação educacional e social de crianças e adolescentes do município.

    Na justificativa, o parlamentar aponta que a unidade apresenta desgastes estruturais decorrentes do tempo de uso, com necessidade de intervenções em diferentes setores.

    O texto destaca que a reforma geral é considerada necessária para assegurar um ambiente compatível com as normas de segurança e qualidade exigidas para a educação pública.

    A indicação foi protocolada para análise do Poder Executivo estadual, responsável por avaliar a viabilidade da execução da reforma por meio da Seduc.

    FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR –  ALE/RO DECOM

  • Documentos revelam gastos de mais de R$ 100 milhões em festas privadas de Vorcaro pelo mundo

    Documentos revelam gastos de mais de R$ 100 milhões em festas privadas de Vorcaro pelo mundo

    E-mails de uma agência de luxo mostram produção de festas internacionais e contratação de atrações badaladas nos últimos anos

    E-mails e planilhas financeiras de uma agência internacional especializada em viagens e eventos de luxo mostram que o banqueiro Daniel Vorcaro desembolsou pelo menos US$ 22 milhões — cerca de R$ 111 milhões — na produção de festas privadas em diferentes países. Os registros indicam que os maiores gastos ocorreram entre 2024 e 2025, período em que foram organizados eventos com artistas, DJs e grandes estruturas de produção na Europa, no Marrocos, nos Estados Unidos e no Brasil.

    Um dos eventos mais caros listados ocorreu na Croácia, em agosto de 2024, com uma sequência de festas privadas ao longo de vários dias. Apenas os custos de produção ultrapassaram cerca de R$ 16,5 milhões, enquanto a contratação de artistas e atrações somou aproximadamente R$ 8,5 milhões O evento também incluiu a privatização de restaurantes para almoços e jantares exclusivos.

    Os registros mostram ainda a contratação de DJs e artistas internacionais para diferentes festas. Entre os nomes citados estão os brasileiros Alok e Mochakk. Para se apresentar em um evento realizado em Belo Horizonte em 5 de agosto de 2023, Alok recebeu cerca de R$ 1,83 milhão, considerando cachê, impostos e taxas da agência responsável pela contratação. Já em uma festa realizada em Angra dos Reis, entre os dias 28 e 29 de julho de 2024, foram pagos cerca de R$ 723 mil pela apresentação do DJ Mochakk. No mesmo evento, o duo sul-africano Goldfish recebeu aproximadamente R$ 380 mil para tocar.

    Em novembro de 2024, foram realizados eventos em Taghazout e Marrakech, no Marrocos, com custos de produção que ultrapassaram R$ 5 milhões.

    Os e-mails, aos quais o SBT News teve acesso, mencionam ainda eventos no verão europeu de 2024, incluindo festas nas Ilhas Baleares, na Espanha, que superaram R$ 6,5 milhões, além de produções na Córsega e na Sardenha, em junho do mesmo ano, que somaram cerca de R$ 7 milhões.

    No Brasil, os documentos registram uma série de eventos organizados durante o Carnaval de 2025, no Rio de Janeiro, entre os dias 2 e 9 de março. A programação incluiu feijoadas, churrascos, festas em hotéis e apresentações musicais, com custo aproximado de R$ 11,5 milhões.

    Além das festas, os e-mails mostram que a mesma agência organizava viagens de alto padrão para Vorcaro e convidados. Um dos exemplos é a locação do chalet Grand Chariot, em Courchevel, na França, por nove noites em março de 2025, ao custo de cerca de R$ 4,2 milhões.

    O banqueiro ainda teria gastado, segundo as planilhas, R$ 22 milhões em viagens de luxo, entre 2022 e 2025, apenas com voos particulares, hotéis cinco estrelas e serviços de concierge.

    FONTE: SBT NEWS

  • Ministro do STF Dias Toffoli recebeu R$ 18 milhões de fonte suspeita

    Ministro do STF Dias Toffoli recebeu R$ 18 milhões de fonte suspeita

    A Declaração foi feita pelo Senador Alessandro Vieira no Programa ‘Roda Viva’

    A situação de Dias Toffoli ficou mais complicada depois da entrevista de ontem do senador Alessandro Vieira ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura. Relator da CPI do Crime Organizado, ele disse que os irmãos e o primo do ministro foram convocados em razão das investigações da PF no fundo Reag:

    “Segundo denúncias do Ministério Público Federal, esse fundo lavava dinheiro para o PCC – Primeiro Comando da Capital, e parte do dinheiro desse fundo chegou às contas dos parentes de Toffoli”.

    Embora tenha enfatizado que Toffoli não é acusado de crime algum, há, segundo ele, um fato relevante a ser apurado:

    “Há uma suposta negociação imobiliária nebulosa, porque o ministro se posicionou como um sócio oculto da empresa Maridt e depois reconheceu, para interlocutores, que recebeu algo como R$ 18 milhões vindos dessa fonte”.

    O caso da mulher de Alexandre de Moraes não tem nada a apurar:

    “O procurador-geral da República já se manifestou no sentido de que não há necessidade de investigação; ele não achou nada de diferente ou suspeito no contrato de R$ 129 milhões da esposa do ministro Alexandre com o Banco Master”.

    Nunca antes, na história, um ministro do STF foi alvo de uma acusação tão grave quanto essa. É óbvio que vão chover pedidos de impeachment.

    A situação de Toffoli é: se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come.

    Alex Solnik

    Alex Solnik, jornalista, é autor de “O dia em que conheci Brilhante Ustra” (Geração Editorial)

    FONTE: BRASIL 247

  • Deputado Alex Redano anuncia destinação de R$ 7 milhões para recuperação de ruas em Ariquemes

    Deputado Alex Redano anuncia destinação de R$ 7 milhões para recuperação de ruas em Ariquemes

    Recurso já foi repassado à prefeitura para execução de obras de infraestrutura urbana.

    A Prefeitura de Ariquemes recebeu R$ 7 milhões destinados à recuperação de ruas do município. O recurso foi viabilizado por meio de articulação do deputado estadual Alex Redano (Republicanos) junto ao governo de Rondônia.

    Segundo o parlamentar, o investimento busca melhorar as condições de trafegabilidade em diferentes bairros da cidade. “Sabemos das dificuldades enfrentadas em várias regiões do município e trabalhamos junto ao governo do estado para garantir esse investimento, que contribuirá para melhorar a mobilidade e a segurança da população”, afirmou Alex Redano.

    A prefeita Carla Redano destacou que o recurso será aplicado na recuperação das vias que apresentam maior necessidade de intervenção. “São R$ 7 milhões que permitirão avançar na recuperação das ruas mais críticas da cidade. Agradecemos ao deputado Alex Redano pela articulação e ao Executivo estadual pelo atendimento dessa demanda”, afirmou.

    O diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes de Rondônia (DER), Éder Fernandes, ressaltou a parceria entre o governo estadual e os municípios na execução de ações de infraestrutura.

    “Por meio do DER, o governo do estado tem apoiado iniciativas que fortalecem a infraestrutura urbana. Em Ariquemes, esse recurso contribuirá para melhorar as condições das vias e garantir mais segurança no trânsito”, destacou.

    Parlamentar destacou a importância do recurso para melhoria da infraestrutura e mobilidade urbana (Foto: Mateus Andrade) 

    O investimento integra ações voltadas à melhoria da infraestrutura urbana e ao fortalecimento da mobilidade em Ariquemes. 

    FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR –  ALE/RO DECOM

  • Grupo de Vorcaro invadiu PF, MPF, Interpol e FBI, aponta investigação

    Grupo de Vorcaro invadiu PF, MPF, Interpol e FBI, aponta investigação

    Polícia Federal apura acessos ilegais a sistemas sigilosos de órgãos nacionais e internacionais ligados à segurança e à investigação criminal

    Uma investigação da Polícia Federal aponta que um grupo ligado ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, teria acessado de forma indevida sistemas restritos utilizados por órgãos de investigação e segurança. A informação foi divulgada em reportagem publicada nesta quarta-feira (4) pelo Portal G1, com base em dados obtidos no âmbito das apurações conduzidas pela PF.

    Os investigadores identificaram que integrantes do grupo teriam conseguido consultar e extrair informações de bases sigilosas da Polícia Federal (PF), do Ministério Público Federal (MPF) e também de organismos internacionais como o FBI e a Interpol. Os acessos, de acordo com a investigação, teriam ocorrido por meio do uso irregular de credenciais funcionais pertencentes a terceiros.

    Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, é investigado por suspeitas de envolvimento em fraudes bilionárias associadas à instituição financeira. Ele voltou a ser preso nesta quarta-feira (4) por determinação do ministro André Mendonça, que passou a relatar as investigações no Supremo Tribunal Federal (STF) após a saída do ministro Dias Toffoli do caso.

    O banqueiro já havia sido detido em novembro do ano passado, mas foi colocado em liberdade poucos dias depois mediante o uso de tornozeleira eletrônica.

    Mais prisões

    Além de Vorcaro, outras três pessoas foram presas no âmbito da investigação. Entre elas está Luiz Phillipi Mourão, conhecido pelo apelido de “Sicário”. Segundo a Polícia Federal, ele seria responsável por coordenar uma estrutura descrita pelos investigadores como uma milícia privada chamada “A Turma”.

    De acordo com os investigadores, o grupo teria sido utilizado para monitorar ilegalmente adversários, autoridades públicas e jornalistas. Mourão é apontado como responsável por realizar consultas e extrair informações sensíveis de bases de dados restritas utilizadas por órgãos de segurança pública e investigação criminal.

    As apurações indicam que os acessos eram realizados por meio da utilização de credenciais funcionais pertencentes a terceiros, estratégia que permitia acessar dados protegidos por sigilo institucional sem levantar suspeitas imediatas nos sistemas.

    Os outros dois presos foram Marilson Roseno da Silva, integrante do grupo “A Turma”. Conforme a investigação, ele usou sua experiência e contatos para obter informações sigilosas e realizar vigilância clandestina. O outro detido foi Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro e apontado como operador finaceiro de seus esquemas fraudulentos.

    Acesso a sistemas sigilosos

    Com esse método, o grupo investigado teria conseguido acessar sistemas internos da própria Polícia Federal e do Ministério Público Federal, além de plataformas utilizadas por organismos internacionais de cooperação policial.

    Entre os sistemas citados na investigação estão bases associadas ao FBI, agência federal de investigação dos Estados Unidos, e à Interpol, organização internacional que coordena a cooperação policial entre diferentes países.

    A Polícia Federal continua analisando o alcance dos acessos realizados e o volume de informações que podem ter sido consultadas ou extraídas de forma irregular. O caso segue sob análise do Supremo Tribunal Federal, no âmbito das investigações relacionadas às atividades atribuídas ao grupo ligado ao controlador do Banco Master.

    FONTE: BRASIL 247

  • Segurança do Banqueiro Daniel Vorcaro do Banco Master se suicida na cela da PF em Minas Gerais

    Segurança do Banqueiro Daniel Vorcaro do Banco Master se suicida na cela da PF em Minas Gerais

    Investigado da Operação Compliance Zero morreu após tentativa de suicídio enquanto estava detido na sede da Polícia Federal em Belo Horizonte

    Um dos investigados na Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal (PF), morreu na noite desta quarta-feira (4) em Belo Horizonte. Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, estava sob custódia na Superintendência Regional da PF em Minas Gerais quando atentou contra a própria vida e acabou não resistindo.

    A informação foi divulgada pela coluna da jornalista Mirelle Pinheiro, do Metrópoles, que relatou que Mourão sofreu morte encefálica após o episódio ocorrido dentro da unidade policial.

    Segundo a Polícia Federal, o investigado foi socorrido por agentes que estavam no local no momento da ocorrência. Ele recebeu procedimentos de reanimação ainda nas dependências da corporação e, em seguida, foi encaminhado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para atendimento hospitalar. Apesar das tentativas de salvamento, não sobreviveu.

    O caso ocorreu no mesmo dia em que novas medidas da operação foram cumpridas contra investigados ligados ao banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Mourão era apontado nas investigações como alguém ligado ao grupo e ficou conhecido entre investigadores pelo apelido “Sicário”.

    De acordo com a Polícia Federal, o episódio ocorrido dentro da superintendência foi comunicado ao gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela relatoria do caso na Corte. A corporação informou ainda que todos os registros em vídeo do ocorrido serão encaminhados ao tribunal para análise.

    A PF também abriu um procedimento interno para apurar as circunstâncias da morte. A investigação deve esclarecer como se deu a ocorrência dentro da unidade policial e quais foram os eventos que antecederam o episódio.

    Operação Compliance Zero

    A Operação Compliance Zero investiga suspeitas de irregularidades financeiras envolvendo o Banco Master e executivos ligados à instituição. A apuração envolve crimes como gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro.

    O empresário Daniel Bueno Vorcaro, controlador do banco, foi preso preventivamente pela Polícia Federal no âmbito da investigação. A operação também alcançou familiares e outros suspeitos ligados ao grupo empresarial investigado.

    Investigação sobre rede de vigilância

    Mourão foi preso nesta quarta-feira (4)  no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura a atuação de um grupo associado ao Banco Master. Segundo o jornal O Globo,as investigações, ele liderava uma estrutura informal conhecida como “A Turma”, utilizada para realizar vigilância, coleta de informações e monitoramento de pessoas consideradas adversárias ou críticas ao grupo investigado.

    A Polícia Federal aponta que Mourão receberia cerca de R$ 1 milhão por mês para executar esses serviços classificados pelos investigadores como ilícitos.

    O inquérito também indica que ele teria acessado bases restritas de órgãos públicos utilizando credenciais de terceiros. Entre os sistemas consultados estariam bancos de dados da própria Polícia Federal, do Ministério Público Federal e até plataformas internacionais de segurança.

    Suspeita de plano contra jornalista

    Na decisão que autorizou a prisão de Mourão, do banqueiro Daniel Vorcaro e de outros alvos da operação, o ministro André Mendonça afirmou que há indícios de que o empresário teria discutido com Mourão a possibilidade de simular um assalto ou criar uma situação semelhante para atingir o colunista Lauro Jardim.

    Segundo o magistrado, a intenção seria “prejudicar violentamente” o jornalista e, assim, “calar a voz da imprensa que ousasse emitir opinião contrária aos seus interesses privados”. Em nota, Vorcaro negou que tenha intimidado ou ameaçado jornalistas.

    Defesa e audiência de custódia

    Mais cedo, a defesa de Mourão afirmou ter sido surpreendida pela informação sobre a tentativa de suicídio. Um advogado foi enviado à sede da Polícia Federal em Belo Horizonte para acompanhar a situação. Mais cedo, durante depoimento à corporação, o investigado exerceu o direito constitucional de permanecer em silêncio. Ele ainda deveria passar por audiência de custódia nesta quarta-feira.

    Histórico de investigações

    Segundo o Globo,  Mourão respondia desde 2021 a uma ação do Ministério Público de Minas Gerais que apura suspeitas de lavagem de dinheiro, organização criminosa e crime contra a economia popular. De acordo com a investigação, ele e outros envolvidos teriam estruturado um esquema de pirâmide financeira para captar investidores em diversas regiões do país.

    Entre junho de 2018 e julho de 2021, o investigado teria movimentado cerca de R$ 28 milhões em contas bancárias vinculadas a empresas sob seu controle.

    As autoridades também apontam que, antes de integrar o suposto esquema de pirâmide, Mourão atuava como agiota. Uma análise feita pelo setor de inteligência da Polícia Militar de Minas Gerais em um celular apreendido do acusado indicou que ele exercia papel de liderança dentro da organização investigada.

    FONTE: BRASIL 247