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  • MPF investiga por que Rondônia não aderiu pacto contra violência à mulher; estado foi 2º em feminicídios em 2025

    MPF investiga por que Rondônia não aderiu pacto contra violência à mulher; estado foi 2º em feminicídios em 2025

    O Ministério Público Federal (MPF) abriu uma investigação para apurar por que Rondônia ainda não aderiu a uma parceria com o governo federal para combater a violência contra a mulher. O estado está entre os oito do país que ainda não fazem parte do pacto nacional.

    Ao instaurar o procedimento, o procurador Raphael Luis Pereira Bevilaqua destacou os altos índices de violência contra mulheres no estado. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que Rondônia teve a maior taxa de feminicídios do país em 2022 e ocupou o segundo lugar no ranking nacional em 2025, atrás apenas do Acre.
    Como primeiras medidas, o MPF solicitou informações ao Ministério das Mulheres para saber se ainda existem negociações para a entrada do estado no acordo, se o governo estadual apresentou justificativas para não aderir e quais órgãos participam das tratativas.

    O MPF também pediu esclarecimentos à Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) e ao Ministério Público de Rondônia (MPRO).
    À Sesdec, o órgão questionou os motivos da não adesão ao pacto e quais secretarias estaduais estão envolvidas nas discussões. Ao MP-RO, pediu informações sobre possíveis debates ou ações relacionadas ao tema.
    A parceria prevê a integração da Central Ligue 180 com as redes estaduais de proteção às mulheres, com o objetivo de melhorar o encaminhamento e o acompanhamento de denúncias de violência de gênero. A iniciativa envolve órgãos das áreas de segurança pública, saúde e assistência social.
    Segundo o processo, a adesão ao acordo não representa novos gastos para os estados. A proposta é unificar informações e melhorar o atendimento às vítimas, além de auxiliar na criação de políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher.

    Fonte: g1 RO

  • Órgãos federais pedem R$ 330 milhões e acusam hidrelétricas de prejudicar a pesca em RO

    Órgãos federais pedem R$ 330 milhões e acusam hidrelétricas de prejudicar a pesca em RO

    O Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Defensoria Pública da União (DPU) entraram com duas ações na Justiça para pedir medidas de proteção à Bacia do Rio Madeira, em Rondônia. Os órgãos também cobram mais de R$ 330 milhões em indenizações e querem que o governo federal crie um comitê para ampliar a participação da população nas decisões sobre o uso das águas do rio.
    As ações têm como alvo as usinas hidrelétricas Santo Antônio e Jirau. Segundo o MPF, a instalação e a operação dos empreendimentos provocaram uma forte redução no estoque de peixes da região e afetaram a atividade pesqueira das comunidades ribeirinhas.

    De acordo com a ação, o bloqueio das rotas de migração dos peixes reduziu em até 95% a quantidade de espécies de alto valor comercial, como a dourada e o filhote, em algumas comunidades ribeirinhas. Para o MPF, a situação afetou diretamente a renda e o modo de vida dos pescadores.

    O que diz uma das empresas
    Em nota, a AXIA Energia afirmou que a UHE Santo Antônio executa suas ações socioambientais conforme o Projeto Básico Ambiental (PBA), sob acompanhamento dos órgãos competentes. A empresa informou ainda que já investiu mais de R$ 2,6 bilhões em programas voltados ao monitoramento ambiental, conservação da biodiversidade e desenvolvimento social. Sobre a ação, a companhia declarou que irá apresentar seus esclarecimentos e exercer seu direito de defesa nos autos do processo.

    Na segunda ação, o MPF, o MPT e a DPU pedem que a União e a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) instalem o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Madeira e a Agência de Águas responsável pela gestão do rio. Segundo os órgãos, o governo federal está há mais de 15 anos sem criar essas estruturas, o que impede que pescadores, indígenas e ribeirinhos participem das decisões sobre o uso dos recursos hídricos.
    Como medida urgente, as instituições também pedem à Justiça a suspensão de novos licenciamentos ambientais para grandes empreendimentos na Bacia do Rio Madeira, como a usina binacional e a hidrovia do Madeira, até que sejam realizados estudos independentes sobre os impactos acumulados no rio.
    Caso o Comitê de Bacia não seja criado no prazo de um ano, os órgãos pedem que a ANA, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia (Sedam) fiquem impedidos de emitir ou renovar licenças e autorizações para grandes empreendimentos na região.

    O MPT também argumenta que os impactos atingem diretamente os trabalhadores das comunidades tradicionais. Segundo o órgão, a redução da pesca comprometeu a principal atividade econômica de milhares de famílias, levando parte delas a buscar outras formas de sustento, como o garimpo ilegal.
    Pedidos de indenização
    Nas ações, o MPF, o MPT e a DPU pedem que as concessionárias paguem, no mínimo, R$ 250 milhões para reparar os danos ambientais causados ao Rio Madeira. O valor também poderá ser cobrado da União e do Ibama de forma subsidiária.

    Além disso, os órgãos pedem que a Santo Antônio Energia seja condenada a pagar R$ 50 milhões por danos morais coletivos e que a Jirau Energia pague R$ 30 milhões pelo mesmo motivo. Segundo a ação, os recursos devem ser destinados a projetos de recuperação ambiental e de apoio às comunidades ribeirinhas.
    As instituições também solicitam que as empresas adotem medidas para recuperar o estoque de peixes do Rio Madeira, reduzir os impactos ambientais e fortalecer a pesca artesanal e outras atividades tradicionais das comunidades afetadas. O pedido inclui a participação de pescadores e representantes das comunidades na definição dessas ações.

     

    Fonte: g1 RO

  • Limpeza no Bairro Centenário em Rolim de Moura começa na sexta-feira, 10

    Limpeza no Bairro Centenário em Rolim de Moura começa na sexta-feira, 10

     

    A Prefeitura de Rolim de Moura, realizará nesta sexta-feira, 10 de julho, uma ação de combate ao mosquito Aedes aegypti no Bairro Centenário.

    A iniciativa faz parte das ações preventivas para reduzir os riscos de proliferação do vetor e proteger a saúde da população, eliminando criadouros do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

    A administração municipal orienta os moradores a colaborarem com a ação, colocando entulhos e materiais inservíveis em frente às residências para que possam ser recolhidos pelas equipes responsáveis. Objetos que acumulam água, como pneus, garrafas, latas e recipientes sem uso, devem ser descartados corretamente.

    A Prefeitura reforça que o combate à dengue depende da participação de toda a comunidade, destacando que pequenas atitudes no dia a dia são fundamentais para eliminar focos do mosquito e prevenir novos casos da doença.

    A população também é convidada a acompanhar os canais oficiais da Prefeitura para obter informações sobre as próximas etapas da campanha e outras ações de prevenção à dengue no município.

    Fonte: Redação Jornal Folha da Mata

  • PF faz operação para investigar extração ilegal de madeira e minérios em terras indígenas de Rondônia

    PF faz operação para investigar extração ilegal de madeira e minérios em terras indígenas de Rondônia

    A Polícia Federal (PF) realizou, na terça-feira (7), uma operação para investigar um esquema de extração ilegal de madeira e minérios nas terras indígenas Roosevelt e Parque Aripuanã, na região de Espigão d’Oeste (RO).

    Durante a ação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal, com apoio da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).
    Segundo a investigação, um grupo criminoso é suspeito de explorar recursos naturais em áreas da União. A apuração aponta que dois investigados teriam facilitado a entrada de exploradores nas terras indígenas em troca de pagamento.

    De acordo com a PF, a operação tem como objetivo reunir documentos, aparelhos eletrônicos e registros financeiros que possam auxiliar na identificação de outros envolvidos e esclarecer a atuação do grupo.
    Os investigados poderão responder por extração ilegal de recursos florestais em terras públicas, usurpação de bem da União, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

    Fonte: g1 RO

  • Arraial Flor do Maracujá será realizado em agosto, em Porto Velho; confira as datas

    Arraial Flor do Maracujá será realizado em agosto, em Porto Velho; confira as datas

    A 42ª edição do Arraial Flor do Maracujá será realizada entre os dias 21 e 30 de agosto, em Porto Velho. A data foi definida durante uma reunião entre a Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel) e a União Junina Portovelhense (Unajup), realizada na terça-feira (7).
    A expectativa é que o evento reúna quadrilhas juninas, bois-bumbás e grupos folclóricos de várias regiões de Rondônia, além de atrair milhares de visitantes durante os dez dias de programação.

    Considerado um dos principais eventos culturais do estado, o Arraial Flor do Maracujá valoriza as tradições populares e fortalece o movimento junino em Rondônia.
    Além das apresentações culturais, o evento também movimenta a economia local, gerando oportunidades para comerciantes, artesãos, empreendedores e trabalhadores da economia criativa.
    A programação completa, a estrutura do evento e as demais atrações devem ser divulgadas nas próximas semanas.

    Arraial Flor do Maracujá
    O tradicional arraial “Flor do Maracujá” é reconhecido como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do estado de Rondônia. A origem do nome é uma homenagem à primeira quadrilha registrada em Porto Velho: Quadrilha Flor do Maracujá.
    O evento reúne apresentações de quadrilhas juninas, bois-bumbás e grupos folclóricos de várias regiões do estado. Além dos espetáculos, o arraial também movimenta a economia local com barracas de comidas típicas e shows de música regional.

    Fonte: g1 RO