Categoria: Educação

  • Inep divulga resultado de recursos para isenção do Enem 2026

    Candidatos já podem consultar a Página do Participante; período de inscrições para o exame segue aberto até o dia 5 de junho.

    O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou, nesta segunda-feira (25), o resultado final dos recursos contra o indeferimento da isenção da taxa de inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. Na mesma data, foram liberados os resultados das justificativas de ausência para quem não compareceu às provas da edição de 2025. A consulta deve ser feita individualmente na Página do Participante, mediante login na plataforma Gov.br.

    O Inep reforça que não realizará o envio de correspondências físicas para informar os aprovados ou reprovados nos pedidos. Mesmo aqueles que tiveram a isenção confirmada devem acessar o sistema obrigatoriamente para concluir a inscrição e garantir a participação no exame. Para os candidatos que tiveram os recursos negados em definitivo, será necessário efetuar o pagamento da taxa de inscrição, fixada em 85 reais.

    Regras para pagamento e provas

    O prazo para o pagamento da taxa estende-se até o dia 10 de junho, sendo aceitas as modalidades de Pix, cartão de crédito, débito ou boleto bancário. A inscrição do candidato só será oficialmente confirmada após o processamento do pagamento pelo Banco do Brasil. Vale lembrar que o cronograma do Enem 2026 prevê a aplicação das provas nos dias 8 e 15 de novembro, ambos aos domingos.

    Para os estudantes que não obtiveram sucesso na isenção ou na justificativa de ausência, o edital do certame estabelece as diretrizes para a inscrição paga. O período de registro de participantes, iniciado nesta segunda-feira, termina no dia 5 de junho. O Inep orienta que todos os interessados fiquem atentos aos prazos e às orientações contidas no edital oficial para evitar a exclusão do processo seletivo.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

  • Cuidados com uso de imagens e dados de estudantes no ambiente digital são orientados pela Seduc

    A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) reforça às unidades da Rede Estadual de Ensino a importância do cumprimento da Lei nº 15.211/2025, conhecida como Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital) ou “Lei Felca”. A nova legislação estabelece regras para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual e exige mais cuidado das escolas, professores, servidores e familiares no compartilhamento de conteúdos envolvendo estudantes.

    A legislação atualiza o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diante da realidade cada vez mais digital das instituições de ensino, onde atividades escolares  são frequentemente divulgadas em redes sociais, aplicativos de mensagens e plataformas online. Com a nova lei, registros de feiras, projetos, apresentações culturais, eventos esportivos e solenidades continuam permitidos, desde que respeitem os critérios legais e utilizem, preferencialmente, imagens coletivas, planos abertos e conteúdos que evitem a identificação excessiva dos estudantes.

    O governador de Rondônia, Marcos Rocha, evidenciou que o avanço das plataformas digitais ampliou a presença das escolas no ambiente virtual e reforçou a necessidade de maior responsabilidade no uso de conteúdos envolvendo estudantes. “As escolas estão cada vez mais conectadas, utilizando redes sociais, aplicativos de mensagens e transmissões online para aproximar a comunidade escolar. Com a nova legislação, esse processo passa a exigir ainda mais responsabilidade com a proteção da imagem, da privacidade e da segurança de crianças e adolescentes.”

    A gerente de Saúde Escolar da Seduc, Mara Carvalho, destacou que o ECA Digital fortalece a proteção de crianças e adolescentes diante dos riscos presentes no ambiente virtual. “O ECA Digital surge como um importante aliado no enfrentamento de situações como exposição excessiva, violência virtual, cyberbullying, desafios perigosos e conteúdos inadequados na internet. A legislação reforça que essa responsabilidade não é apenas da família ou da escola, mas também das empresas de tecnologia, que precisam garantir ambientes digitais mais seguros para cada faixa etária. Além disso, a educação digital deve caminhar junto com a promoção da saúde mental e socioemocional, preparando crianças e adolescentes para utilizarem os ambientes digitais de forma mais consciente, segura e responsável.”

    RESPONSABILIZAÇÃO

    A lei estabelece que práticas consideradas comuns até então podem gerar responsabilização administrativa, civil e até penal. Entre elas estão a publicação de fotos de estudantes em perfis pessoais de professores, gravações de aulas para redes sociais, divulgação de documentos escolares, repostagem de conteúdos produzidos por alunos e transmissões ao vivo sem autorização adequada. Além disso, a exposição de boletins, laudos médicos, documentos escolares, dados pessoais e informações familiares passa a ser considerada uma grave violação à privacidade, podendo resultar em sanções previstas na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

    Apesar das restrições, a lei não impede a divulgação de atividades pedagógicas e ações escolares. Outro ponto reforçado pela legislação é a necessidade de educação digital dentro das escolas. A orientação é que as instituições promovam ações de conscientização sobre segurança online, prevenção ao cyberbullying, uso responsável da internet e proteção de dados pessoais.

    O titular da Seduc, Massud Badra, ressaltou que a legislação exige uma mudança de postura dentro das unidades de ensino. “A orientação é para que todos os profissionais da educação adotem práticas ainda mais responsáveis no ambiente digital. A publicação de imagens de alunos em perfis pessoais e qualquer exposição inadequada de estudantes precisam ser evitadas.”

    Fonte
    Texto: Sabrina Raphaela sob supervisão de Ananda Carvalho
    Fotos: Sabrina Raphaela
    Secom – Governo de Rondônia

  • Inscrições para Sisu+ 2026 começam em 15 de junho

    Para participar, o candidato deverá ter realizado ao menos uma das três últimas edições do Enem – 2023, 2024 e 2025

    O Ministério da Educação anunciou na última quinta-feira (21) o calendário oficial do Sisu+ 2026, nova modalidade criada para ampliar o acesso ao ensino superior público com base nas notas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). De acordo com o edital, o período de inscrições será realizado entre os dias 15 e 19 de junho de 2026, exclusivamente pelo Portal de Acesso Único. O resultado da chamada regular está previsto para 24 de junho, mesma data em que será aberto o prazo para adesão à lista de espera.

    Os candidatos que não forem aprovados na chamada regular poderão manifestar interesse na lista de espera entre os dias 24 e 26 de junho. Já as matrículas dos selecionados terão início em 25 de junho, seguindo os cronogramas estabelecidos por cada instituição de ensino participante. 

    No processo de inscrição, classificação e seleção, será considerada a edição do exame que proporcionar a melhor média ponderada ao estudante, conforme o curso escolhido e os critérios estabelecidos. Para participar, o candidato deverá ter realizado pelo menos uma edição do Enem nos últimos três anos e ter concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026. 

    Durante a inscrição, os candidatos poderão selecionar até duas opções de curso, indicando turno, local de oferta e instituição, além de definir a ordem de preferência entre as escolhas.

    Dados da etapa regular do Sisu 2026 apontam melhora nas taxas de ocupação em diversas instituições participantes, inclusive em cursos que tradicionalmente apresentam maior dificuldade de preenchimento. A expectativa é de que esse cenário seja ainda mais fortalecido com o Sisu+, permitindo que vagas eventualmente ociosas sejam novamente disponibilizadas aos estudantes.

    FONTE: SBT NEWS