Autor: JORNAL FOLHA DA MATA

  • Batalhão de Polícia Ambiental flagra extração ilegal de madeira e apreende serraria clandestina em Candeias do Jamari

    Candeias do Jamari (RO) – A Polícia Militar do Estado de Rondônia, por meio do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), flagrou atividade de extração ilegal de madeira durante atendimento a denúncia na zona rural do município.

    No local, a equipe constatou a existência de uma serraria clandestina, com grande quantidade de madeira serrada e em tora, incluindo exemplares da espécie castanheira, além de diversos materiais utilizados na prática irregular.

    Durante a fiscalização, foram apreendidos equipamentos de serragem, bem como grande volume de madeira de diferentes essências, todos sem comprovação de origem legal, configurando, em tese, crime ambiental.

    A serraria foi desativada e os materiais vinculados à atividade ilícita foram apreendidos. O equipamento utilizado foi removido e destinado conforme os procedimentos legais. Nenhum responsável foi localizado no momento da ação.

    A ocorrência foi registrada e serão adotadas as medidas administrativas e penais cabíveis. A ação reforça o combate aos crimes ambientais e a atuação firme da Polícia Militar Ambiental na preservação dos recursos florestais em Rondônia.

    Fonte: Polícia Militar de Rondônia

  • POLÍCIA MILITAR RECUPERA VEÍCULO CLONADO E ALERTA POPULAÇÃO SOBRE GOLPE

    A Polícia Militar de Rondônia (PMRO), por meio de uma guarnição do 9º Batalhão, recuperou, por volta das 14 horas de hoje, 29, na rua da beira, após o trevo do Roque, um veículo com registro de roubo durante patrulhamento em Porto Velho. A ocorrência chamou atenção pelo alto nível de sofisticação empregado na clonagem. O condutor do veículo foi preso.

    O caso começou após operadores do Centro Integrado de Operações Policiais (CIOP) identificarem, por meio de cruzamento de dados, dois veículos com as mesmas características e placa circulando simultaneamente em estados diferentes — indício claro de fraude.
    Com base nas informações, a equipe foi acionada e localizou um dos veículos na BR-364. Durante a abordagem, os policiais constataram que a adulteração apresentava elevado padrão de qualidade, dificultando a identificação em uma análise superficial.

    Apesar disso, a capacitação técnica da guarnição permitiu detectar inconsistências nos elementos identificadores, como numeração do motor, etiquetas e pontos estruturais do chassi. Após verificação detalhada, foi confirmado que o veículo havia sido roubado no estado do Rio de Janeiro e apresentava sinais de remarcação.
    A ocorrência evidencia o avanço das práticas criminosas, mas também reforça a importância da integração entre os órgãos de segurança pública.

    A PMRO orienta a população a redobrar a atenção na compra de veículos, especialmente diante de ofertas abaixo do valor de mercado. A recomendação é buscar apoio de profissionais especializados, como despachantes, além de consultar sistemas oficiais e verificar cuidadosamente os sinais identificadores do automóvel.
    A corporação reafirma seu compromisso com a segurança pública e destaca que seguirá atuando de forma técnica e integrada no combate à criminalidade.

    Fonte: LENILSON DE SOUSA GUEDES – Polícia Militar de Rondônia

  • Reunião realizada entre a Associação Mapinguazul (Sul de Canutama/AM) e a Superintendência do INCRA/RO, com foco na pauta de regularização fundiária da região

    Como encaminhamento, foi agendada reunião com o Dr. Marcelo Trevizan, coordenador do Projeto “Mais Municípios”, do Ministério do Meio Ambiente, a ser realizada no dia 06/05, às 10h, no auditório do INCRA/RO.

    O convite foi estendido aos representantes políticos do município de Canutama/AM e de Rondônia.

    FONTE: ASSESSORIA 

  • Deputado Rafael Fera, de Rondônia, defende fim do “sigilo de 100 anos” e cobra transparência com dinheiro público

    O deputado federal Rafael Fera (RO) protocolou projeto de lei que coloca um ponto final nas brechas da Lei de Acesso à Informação (LAI) que permitem o uso indevido de sigilo em gastos públicos. A proposta foca na revisão do polêmico “sigilo de 100 anos”, frequentemente aplicado a informações de interesse da sociedade sob o pretexto de foro íntimo.

    O projeto do parlamentar altera a Lei nº 12.527/2011 para garantir que despesas relacionadas a cartões corporativos, viagens oficiais e gastos de representação não possam ser ocultadas da população. Atualmente, o artigo 31 da LAI tem sido interpretado de forma a permitir que dados sobre a execução orçamentária e financeira de autoridades sejam restringidos por até um século.

    “A publicidade tem que ser regra, o sigilo a exceção. O cidadão tem o direito sagrado de saber como cada centavo do seu imposto está sendo utilizado. Não podemos permitir que o sigilo seja usado como escudo para encobrir atos de autoridades”, afirma o deputado, referindo-se ao Projeto de Lei 371/2026.

    Além disso, a proposta estabelece que nenhuma informação relativa à execução orçamentária, financeira ou patrimonial poderá sofrer restrição, salvo em casos específicos e temporários de segurança nacional. O texto prevê exceções limitadas apenas para atividades essenciais de interesse do Estado, desde que devidamente fundamentadas com requisitos técnicos.

    Para Rafael Fera, a transparência total é o instrumento mais eficaz na prevenção da corrupção e no fortalecimento da confiança nas instituições.

    “A boa gestão pública depende da capacidade do cidadão de exercer o controle social. Ao abrirmos as contas e eliminarmos essas brechas, estamos protegendo o Estado Democrático de Direito e garantindo que o interesse público prevaleça sobre interesses individuais ou políticos”, conclui o deputado.

    O projeto agora segue para análise na Comissão de Administração e Serviço Público (CASP).

    Fonte: Tribuna Popular
    Foto: Artur Póvoa – Liderança do Podemos na Câmara – IMPRENSA PODEMOS

  • Deputado Luizinho Goebel recebe educadores de Primavera de Rondônia em Porto Velho

    O deputado ouviu atentamente cada ponto levantado, reforçando seu compromisso com a categoria.

     O deputado estadual Luizinho Goebel recebeu, em seu gabinete em Porto Velho, uma comitiva de professores e professoras do município de Primavera de Rondônia. O encontro foi marcado por diálogo aberto, troca de experiências e discussão de pautas importantes para o fortalecimento da educação no estado.

    Durante a reunião, os educadores apresentaram demandas, compartilharam desafios do cotidiano escolar e destacaram a importância de políticas públicas que valorizem os profissionais da educação. O deputado ouviu atentamente cada ponto levantado, reforçando seu compromisso com a categoria.

    “Foi um momento muito produtivo. A educação é uma das bases do desenvolvimento e precisamos estar sempre próximos de quem vive essa realidade todos os dias”, destacou Luizinho Goebel.

    O parlamentar reafirmou que seguirá trabalhando para apoiar iniciativas que promovam melhorias na estrutura das escolas, valorização profissional e avanços na qualidade do ensino. Segundo ele, encontros como esse são essenciais para alinhar ações e construir soluções conjuntas.

    A visita reforça a importância do diálogo entre o poder público e os profissionais da educação, fortalecendo parcerias e ampliando o compromisso com o futuro dos estudantes de Rondônia.

    FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR –  ALE/RO DECOM

  • Deputado Thiago Flores propõe baixar impostos de alimentos saudáveis e agricultura familiar

    Projeto de Lei do deputado reduz alíquota do IPI para produtos nutritivos e aumenta tributação de alimentos com excesso de açúcar e gordura trans

    O Deputado Federal Thiago Flores (União Brasil-RO) protocolou nesta semana o Projeto de Lei Nº1963/2026 que estabelece critérios de extrafiscalidade tributária para as alíquotas da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (TIPI) incidentes sobre produtos alimentícios, visando desincentivar o consumo de gorduras hidrogenadas e açúcares em excesso, fomentar a produção de alimentos saudáveis, os derivados da agricultura familiar, e o desenvolvimento sustentável da cadeia do cacau. A ideia é revolucionar a mesa dos brasileiros e fortalecer o pequeno produtor. A proposta estabelece critérios de extrafiscalidade no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), reduzindo em 50% o imposto para alimentos saudáveis, derivados da agricultura familiar e chocolates com alto teor de cacau puro. Em contrapartida, o projeto prevê um aumento de 50% na tributação de produtos industrializados nocivos à saúde, que contenham gordura trans ou açúcar em excesso. 

    A medida foca no combate ao crescimento de doenças como diabetes e obesidade, que sobrecarregam o SUS, e incentiva a produção sustentável do cacau, combatendo o uso de gorduras vegetais substitutas pela indústria. Além do projeto de lei, o parlamentar enviou uma Indicação ao Ministério da Fazenda para que a medida seja adotada com urgência pelo Governo Federal. 

    Para o Deputado Thiago Flores, a política tributária deve servir ao bem-estar da população. “Não é apenas sobre arrecadar, é sobre induzir hábitos saudáveis. Queremos que o alimento que faz bem à saúde e que vem das mãos do nosso pequeno produtor rural seja mais barato no supermercado. Ao mesmo tempo, é justo que produtos que causam doenças paguem mais, compensando os custos da saúde pública. Estamos valorizando quem produz com qualidade e protegendo as famílias rondonienses”, afirmou o deputado. 

    FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR –  CÂMARA DOS DEPUTADOS

  • Deputada Ieda Chaves solicita R$ 1,2 milhão para recuperar estradas em Itapuã do Oeste

    Indicação destaca impacto direto na produção rural e na mobilidade da população

    Atendendo a demandas da população de Itapuã do Oeste, a deputada estadual Ieda Chaves (União Brasil) apresentou a Indicação nº 16.422/2026 ao governo de Rondônia, solicitando a liberação de R$ 1,2 milhão para a recuperação de estradas vicinais no município. A proposta busca garantir melhores condições de tráfego e mobilidade nas áreas rurais.

    O pedido foi encaminhado ao Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER/RO), responsável pela manutenção da malha viária. “Nesse contexto, a proposta visa promover a melhoria da malha viária rural, reconhecendo a relevância das estradas vicinais como elemento essencial para a circulação da produção agrícola e para o desenvolvimento sustentável das atividades produtivas”, observou a parlamentar.

    A indicação também destaca o perfil de Itapuã do Oeste, município com forte predominância rural e dependente da agricultura familiar. Nesse cenário, a conservação das vias é considerada essencial para assegurar o acesso às propriedades e o escoamento da produção, além da qualidade de vida das pessoas.

    “A iniciativa contribui, ainda, para a eficiência da gestão pública, ao possibilitar maior integração logística, redução de custos operacionais e melhoria na qualidade da infraestrutura viária disponibilizada à população”, completou Ieda Chaves.

    FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR – ALE/RO DECOM

  • Mega-Sena acumula novamente e prêmio principal vai para R$ 130 milhões

    Mega-Sena acumula novamente e prêmio principal vai para R$ 130 milhões

    Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 3.001 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (28). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 130 milhões para o próximo sorteio.

    Os números sorteados são: 01 – 13 – 32 – 36 – 43 – 60

    92 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 41.209,18 cada
    5.877 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.063,34 cada
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    Apostas
    Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (30), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

    A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

    Fonte: Agência Brasil

  • Brasil reduz em 42% perdas florestais em 2025, aponta estudo

    Brasil reduz em 42% perdas florestais em 2025, aponta estudo

    O Brasil perdeu 1,6 milhão de hectares de cobertura arbórea em floresta tropical úmida em 2025, aponta balanço do Global Forest Watch, divulgado nesta quarta-feira (29) pela organização ambiental sem fins lucrativos World Resources Institute (WRI).

    O número representa uma redução de 42% das perdas em relação ao ano de 2024, sendo observado maior impacto nas derrubadas sem o uso do fogo. As perdas não relacionadas a incêndios resultam de desmatamento, corte raso e morte natural, entre outros fatores.

    “O Brasil diminuiu as perdas não relacionadas a incêndios em 41%, comparadas a 2024, e atingiu o nível mais baixo desde que começou a ser registrado [em 2001]”, afirma a codiretora do Global Forest Watch Elizabeth Goldman.
    Total de perdas florestais no Brasil – Foto: Arte/EBC

    Entre os estados que mais observaram diminuição das perdas estão o Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre e Roraima, que juntos representam mais de 40% da redução. O Maranhão foi o único estado em que foi registrado crescimento da perda da cobertura arbórea.

    Os dados, produzidos anualmente pelo Laboratório de Análise e Descoberta de Terras Globais (Glad), da Universidade de Maryland, são relativos à vegetação primária, ou seja, áreas naturais maduras com vegetação original.

    De acordo com os pesquisadores do WRI, o modelo adotado não mede apenas o desmatamento, como ocorre no sistema de monitoramento oficial brasileiro, o Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes). O sistema do Global Forest Watch também são considera outros distúrbios como corte seletivo e mortes naturais.

    Alinhamento
    Para Elizabeth Goldman, apesar dos métodos diferentes, a redução apontada no estudo está alinhada ao declínio no desmatamento dos principais biomas, apontado pelo Prodes para o período entre de 1º de agosto de 2024 a 31 de julho de 2025.

    “Além das florestas tropicais primárias, pensando em toda a perda arbórea, a maioria dos biomas viram uma redução, inclusive a Caatinga, que é uma região de florestas secas no Nordeste do Brasil”, destaca a pesquisadora.

    Na avaliação da diretora executiva da WRI Brasil, Mirela Sandrini, os resultados alcançados pelo Brasil foram viabilizados por uma força-tarefa orquestrada pelo governo, com a participação da sociedade civil, academia, de comunidades locais e do setor privado.

    Iniciativas como a intensificação da produção em áreas já desmatadas, a criação do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês), ações para remuneração por serviços ambientais e incentivos fiscais a quem preserva estão alinhados à expectativa global para a próxima década, avalia Mirela.

    “Considerando que o Brasil está no centro das soluções de grande escala para alimentos, energia e segurança climática, isso é muito importante”, destaca.

    Dados globais
    Para os pesquisadores, o resultado observado no Brasil impactou positivamente os dados globais, que apontam uma perda de 4,3 milhões de hectares de cobertura arbórea em floresta tropical úmida em todo o mundo, no ano de 2025.

    O número representa uma diminuição de 35% em relação a 2024, quando o declínio da vegetação atingiu o recorde de 6,7 milhões de hectares perdidos.

    As perdas de cobertura verde não relacionadas a incêndios foram as mais baixas nos últimos dez anos, com queda de 23%, em relação a 2024. Por outro lado, a perda relacionada a incêndios permanece entre as mais altas da série histórica, sendo a terceira maior desde 2001.

    De acordo com Elizabeth Goldman, os números relativos aos incêndios de 2025 ainda passarão por revisão, uma vez que podem representar registros tardios de 2024. “A fumaça dos incêndios ativos pode bloquear os sensores dos satélites e atrasar o reconhecimento desses eventos”, explica.

    Participação
    A perda de cobertura arbórea no Brasil representou mais de 37% do total global para o ano, sendo em extensão o país que mais perdeu, seguido da Bolívia, com perdas de 620 mil hectares, e República Democrática do Congo, com quase 600 mil hectares. Quando a análise é proporcional ao tamanho da floresta, Bolívia e Madagascar tiveram as maiores perdas.

    “A expansão agrícola foi a principal causa da perda de cobertura arbórea nos trópicos, devido à produção de commodities e mudança nos cultivos para subsistência dos mercados locais”, acrescenta a codiretora do WRI.

    Incêndios
    Globalmente, os incêndios foram os grandes causadores da perda arbórea em 2025. Nos últimos três anos, os incêndios causaram duas vezes mais perda de florestas, do que duas décadas atrás.

    Elizabeth Goldman avalia a queda da perda florestal nos trópicos em 2025 como positiva. Mas, para ela, o resultado é insuficiente para manter o compromisso firmado por 140 países de atenuar e reverter a perda florestal até 2030. De acordo com a gestora, os dados atuais ainda posicionam o mundo 70% acima do necessário.

    “Alcançar essa meta nos próximos anos não será fácil porque as florestas estão mais vulneráveis às mudanças climáticas, e a humanidade continua crescendo e aumentando a sua demanda por combustíveis e alimentos”, conclui Elizabeth Goldman.

    Fonte: Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil

  • Tenente-coronel acusado de matar esposa será julgado na justiça comum

    O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado da morte de sua esposa, a policial militar Gisele Alves Santana, será julgado na justiça comum. A decisão é do ministro Reinaldo Soares, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

    Soares havia solicitado esclarecimento, no último dia 17, ao Juízo de Direito da 5ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de São Paulo, à qual foi oferecida denúncia pelo Ministério Público Estadual.

    O tenente-coronel será julgado por feminicídio.

    “Ao definir a competência, o relator aplicou o entendimento recente da Terceira Seção do STJ segundo o qual crimes dolosos contra a vida praticados por militares só se submetem à Justiça Militar quando houver vínculo direto com a atividade castrense e com a tutela da hierarquia e da disciplina. Ausente esse nexo funcional, prevalece a competência do Tribunal do Júri”, informou o STJ.

    Nesta terça-feira (28), o advogado que representa a família de Gisele, José Miguel da Silva Junior, disse que a família sempre defendeu que a morte não se trata de um crime da esfera militar. A decisão de Soares será publicada na próxima quinta-feira (30).

    Fonte: Guilherme Jeronymo – Repórter da Agência Brasil